matéria gráfica: idéia e imagem

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Jacqueline Aronis
Ed. ANNABLUME
2011

Matéria gráfica: ideia e imagem é um livro de artista tese de doutorado da artista plástica Jacqueline Aronis na ECA-USP. O livro reúne anotações, desenhos a bico de pena, caneta e lápis, além de aquarelas e gravuras realizadas nos últimos anos. Seus trabalhos revelam o mínimo em sua dimensão lírica e estabelece relações entre a “memória vista, sonhada e intuída”. Em entrevista, Jacqueline Aronis afirma:
“Acho que o lírico traduz bem essa leveza, essa rapidez que não é superficial, que também não é resumida. O máximo possível ou o mínimo possível: o
indizível é o limite da minha gravura.”

* trecho extraído do livro.

Site da artista:
http://www.jacquelinearonis.com.br/

mais ou menos cinco meses

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Maíra Dietrich
Florianópolis, 2012

Impresso criado a partir do trabalho de conclusão de curso em artes visuais bacharelado, pelo Centro de Artes da UDESC. Com uma série de anotações, fotografias e desenhos que seguem sem a intenção de linearidade ou de uma construção fixa a um tema. Pelo contrário, gravita em “diferentes momentos de processo de trabalho” da autora e, por se aproximar da vida esse tema se dissolve em vários. Surge como uma “síntese caótica”, como escrito em uma de suas páginas:
“vou de um ponto ao outro sem nenhum tipo de foco que possa defender retoricamente. hiperconsciência do entorno, onde tudo é associado e percebido com atenção, livro, vida, deslocamento, artista, desejo, corpo.”

Versão digital do projeto “ cinco meses”:

Feuilleté

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Julien Nédélec
Feuilleté
Brest/França, Zédélé, 2013
48 p.
11,5 x 18,5 cm
ISBN 978-2-915859-43-0
700 ex.

Feuilleté é um livro branco cujas páginas mantêm o traço indelével das impressões digitais de Julien Nédélec, uma vez que cada cópia do livro foi folheado pelo artista com seus dedos sujos de tinta.Com tiragem de 700 exemplares, cada exemplar deste livro é único.

Esta nova edição de Feuilleté segue a primeira edição publicada em 2008, que está  esgotada. Concebido como o anterior, com a diferença que o número de páginas é maior e possui uma nova encadernação.

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Feuilleté est un livre blanc dont les pages conservent la trace indélébile des empreintes digitales de Julien Nédélec, puisque chaque exemplaire du livre aura été feuilleté par l’artiste et ses doigts salis par de l’encre. Tiré à 700 exemplaires, chaque exemplaire de ce livre est de fait unique.

Cette nouvelle édition de Feuilleté fait suite à une première édition publiée en 2008, aujourd’hui épuisée. Conçue comme la précédente, elle présente un nombre de pages augmenté et une nouvelle reliure.

S’il fallait résumer le travail de Julien Nédélec en quelques mots, on pourrait affirmer qu’il se situe quelque part entre Raymond Hains, l’OuLiPo et Claude Closky. Raymond Hains, tout d’abord, pour cette propension à manipuler le langage, transformer le sens en non-sens – ou tout au moins en un sens différent –, s’amuser des renversements sémantiques et continuellement brouiller les pistes. L’OuLiPo, ensuite, constitué dans les années soixante par Raymond Queneau et le mathématicien François Le Lionnais, en raison de son goût pour les séries, les ensembles, les suites complexes et plus généralement les mathématiques. Claude Closky, enfin, pour le jeu permanent, la recherche constante du décalage. Antoine Marchand (Revue 02)

http://www.editions-zedele.net/feuillete-ne.html
http://www.julien-nedelec.net/wordpress/index.php/feuillete/

Diccionario para road movie

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Fabio Morais.
Diccionario para road movie = Dictionary for road movie
Barcelona: Kitschic Ediciones, 2010
: il. color. ;
14,7 x 10,5 cm
offset;
200 ex.
Brochura.
Faixa de 6,7 cm de papel vegetal, com impressão, envolve o livro.

Este dicionário é formado por águas de mares e oceanos, e por páginas onde a palavra fronteira é traduzida, totalizando mais de 20 diferentes línguas.

O Diccionario para Road Movie é indispensável para cruzar fronteiras, bem onde a palavra fronteira passa de um idioma a outro. O idioma é um território menos sólido do que um país, mas está sujeito a terremotos, eleições, deportações e ondas que molham suas bordas. Cruzar uma fronteira é muito mais do que saltar de uma cor para outra no mapa mundi político a bordo de um carro roubado, é nadar, boiar ou afogar-se noutro vocabulário.

[Fonte]

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In a given situation

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Francis Alÿs
São Paulo: Cosac & Naify, 2010

In a given situation/Numa dada situação é um projeto desenvolvido pela Cosac Naify e o artista belga Francis Alÿs. Durante dez anos, o artista perseguiu tornados ao sul da Cidade do México. O livro reúne notas, registros fotográficos, desenhos, notícias, fragmentos de textos diversos como do matemático Tom Marar, do escritor Guimarães Rosa e do crítico Walter Benjamin. O livro foi feito como uma compilação do processo de construção da obra Tornado, exposta na 29ª Bienal de São Paulo.

Fonte: https://editora.cosacnaify.com.br/ObraSinopse/11500/Numa-dada-situa%C3%A7%C3%A3o.aspx

ABC NY

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Bebel Abreu
São Paulo: Bebel Books, 2013

“G de Guggenheim, C de Campbell Soup, F de FedEx, M de MoMA, NY de New York Yankees…”

ABC NY, é um minilivro que apresenta  o abcderário, através de recortes da paisagem urbana,  numa série de registros fototipográficos da cidade de  Nova York.

Em formato sanfona, os minilivros foram numerados e assinados, impressos em papel fotográfico e dobrados à mão.

Fonte: http://www.mandacarudesign.com.br/bebelbooks/

Anotações Noturnas

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Tatiana Podlubny
São José dos Campos (SP)

Publicações Iara, 2012
Tiragem: 200 exemplares

“Anotações noturnas é um poema visual que apresenta uma série de pinturas e indagações. Quem escreve o que escrevo? Onde está o que se move? Corpo é casa móvel.” As anotações se apresentam tanto expostas na página em branco como diluídas nas imagens, em meio à pintura, aos desenhos, a fragmentos de canções dos Beatles e do Arnaldo Antunes.

Fonte: http://publicacoesiara.com.br/2012/10/anotacoes-noturnas/

Silent book

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Miguel Rio Branco
Silent Book
São Paulo: Cosac & Naify, 1997

“Silent Book”  é um fotolivro com imagens em  sequência cinematográfica onde aspectos da vida urbana são retratados em meio a imagens barrocas, “objetos arruinados, circos pobres, prostíbulos baratos e academias de boxe. “

 Fonte: https://editora.cosacnaify.com.br/ObraSinopse/10006/Silent-book.aspx

 

Para chegar lá = Para llegar allá

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Kátia Fiera
[Barcelona] : Kitschic Ediciones, 2012
Tiragem: 250 exemplares

Livro em formato sanfona com desenhos de uma pequena cerca, que ora se aproxima ora se afasta do expectador, sem, no entanto interromper-se com a mudança da página.

“E parecia mesmo que se chegaria a algum lugar. Virei a página e para minha surpresa aquela pequena cerca que eu avistava de longe de repente chegava muito próxima do meu nariz. E agora? Para onde seguir? E quem é que já não pensou nisso antes… Bom, parado é que não se chega a lugar algum, negócio é continuar no caminho e aproveitar a paisagem… Virei a página.”

Trecho extraído da luva do livro.

Site da artista:
http://www.katiafiera.net/p/livros-de-artista.html