Zero à Esquerda

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Aldo Fortes
Augusto de Campos
Carlos Valero
Décio Pignatari
Edgard Braga
Elcio Carriço
Haroldo de Campos
Julio Mendonça
Julio Plaza
Lenora de Barros
Luiz Antonio de Figueiredo
Lygia de Azeredo Campos
Neoclair João Vito Coelho
Omar Khouri
Paulo Miranda
Regina Silveira
Renato Ghiotto
Samira Chalub
Sonia Fontanezi
Tadeu Junges
Villari Herrmann
Walt B. Blackberry
Zeluiz

São Paulo – março 1980 / maio 1981
Tiragem 500 exemplares

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For Publication

Dan Graham
For Publication
New York, Marian Goodman Gallery, 1991
27.5 x 22.5 cm

Reprint of the 1975 publication from Otis Art Institute Gallery, Los Angeles, which was itself a reprint of Graham’s pageworks of the 1960’s : including “Schema,” “Figurative,” “Information,” “March 31, 1966,” “Detumescence,” Magazine / Advertisments,” “Homes for America,” “Side Effects / Common Drugs,” “Likes,” “A Computer – Astrological Dating – Placement Service,” “Time Extended / Distance Extended,” “Income (Outflow) Piece,” “Proposal for Aspen Magazine,” and “Proposal for Art Magazine.”

… Through the actual experience of running a gallery, I learned that if a work of art wasn’t written about and reproduced in a magazine it would have difficulty attaining the status of ‘art.’ It seemed that in order to be defined as having value, that is as ‘art’, a work had only to be exhibited in a gallery and then to be written about and reproduced as a photograph in an art magazine. Then this record of the no longer extant installation, along with more accretions of information after the fact, became the basis for its fame, and to a large extent, its economic value.

From one perspective, the art object can be analyzed as inseparably connected to the institution of the gallery, or museum; but from another perspective it can be seen as having a certain independence, as it belongs also to the general cultural framework which the magazine is part of. Magazines specialize in a way which replicates other social economic divisions. Any magazine, no matter how generalized, caters to a certain market or specific audience in a particular field. All art magazines are directed to people who are involved in the art world professionally in one way or another. Furthermore, the art magazine itself is supported by advertisements which with one or two exceptions, come from art galleries who are presenting exhibitions. It follows that in some way the advertisers have to be taken care of in that their shows have to be reviewed and made a matter of record in the magazine. Thus these shows and works are guaranteed some kind of value and can be sold on the market as ‘art’. The fact that sales do take place yields enough money for the gallery to purchase more advertisements in art magazines and to sustain the art system in general.

…


If ‘Minimal’ art took its meaning from the notion that the gallery is an objective support, by comparison ‘Pop’ art took its meaning from surrounding media-world of images. ‘Pop’ wished to undermine the notions of quality in fine art by using mass-produced-cultural content. Since it fed its pictures through the magazines back into popular culture, ‘Pop’ art also made an ironic comment about popular culture to itself. What ‘Pop’ pointed out was that the information media, such as magazines, could be used dialectically with the art system. That is, a work could function in terms of both the art language and the popular language of the media at the same time, commenting upon and placing in perspective the assumptions of each. I designed works for magazine pages which would both be self-defined and would relate through their context, to the surrounding information on the other printed pages …

— excerpt from “My Works for Magazine Pages ‘A History of Conceptual Art,'” by Dan Graham, 1985

Disponível em PDF: http://issuu.com/amir_brito/docs/for_publication?e=1780285/10308997

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Details

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Richard Dailey
Details: Private Parts in Public Spaces, a Comparative Study of Antique Sculpture
Paris, One Star Press, 2002
14 x 22,5 cm
150 p.
Cover : Paperback, color, glossy finish
Binding : glue bound
Interior : black-and-white
250 ex. numerados

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Richard Dailey ilustrou em close-ups fotográficos um capítulo do repertório de escultura antiga catalogando os deuses e deusas, heróis e heroínas da Antiguidade, envoltos em sua aura de beleza e verdade. As imagens são tradicionalmente apresentadas em forma de álbum: álbuns de fotos, estudos da natureza, manuais ilustrados, catálogos de museus. Curiosamente, o efeito desses close-ups contradiz a percepção tradicional de escultura clássica. Sua individualidade, reforçada pela idade, aqui emerge das feições de expressão clássica.

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Richard Dailey has illustrated in photographic close-ups a chapter from the repertory of antique sculpture by cataloguing the gods and goddesses, the heros and heroines of antiquity, wreathed in their aura of beauty and truth. The images are presented traditionally in familiar album form : photo albums, nature studies, practical illustrated manuals, museum catalogues. Curiously, the effect of these close-ups contradicts the traditional perception of classical sculpture ; their individuality, enhanced by the ages, emerges here from the lineaments of classical expression.

Layout and photos : Richard Dailey

Disponível em PDF aqui

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Peso Morto ( Dead Weight)

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João Castilho: Peso Morto (Dead Weight)
Textos: Eduardo Jorge, Joca Reiners Terron, Marcelino Freire e Vera Casa Nova.
Tradução: Regina Alfarano
Coordenação e produção editorial: Viviane Avelar Gandra
Projeto gráfico, composição e arte final: Ricardo Marques e Viviane Avelar Gandra

Belo Horizonte: Ed. do Autor, 2010.
1 v.: fots. color.; 15,6 x 12,4 x 4 cm.
Impressão em papéis offset 150 g e color plus 150g
Tiragem: 800 exemplares.
Cadernos 6 a 15 vazados em formato retangular (6 x 9 cm).
Texto em português e inglês.
Capa dura, revestimento em papel laminado, contem reprodução de imagem da página 41. Folhas de guarda e falsa folha de rosto na cor preta.
ISBN : 9788591150007

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“Peso Morto” é um pequeno livro de fotografia “e apesar do volume que indica ser um calhamaço, a mão segura o peso de uma ilusão, leve e estranha ao que esperávamos.” Já nas primeiras páginas, Castilho antecede a narrativa explicitando que o livro se faz em uma sucessão de imagens, que entregou a quatro amigos e os pediu que escrevessem um texto a partir dessas. Assim, textos intercalam as imagens de paisagens áridas, onde montes de pedras ocupam espaços desérticos, em frente a casas, construções. Parece mesmo, serem os únicos seres que habitam aquele lugar. Assim, a partir da introdução das possíveis narrativas literárias escritas por Vera Casa Nova, Marcelino Freire, Eduardo Jorge e Joca Reiners Terron ─ esse “peso morto” ressignifica-se. Então, “justamente, quando já fomos “revirados” de algumas maneiras, caímos no vácuo, em um buraco, físico, vazado através de muitas páginas, postas ali milimetricamente com começo e fim. A ideia do peso falso do livro e o abismo das páginas cortadas vieram da produtora editorial Viviane Gandra. Criou-se então um espaço projetado que nos surpreende em contraponto ao turbilhão de imagens escritas ou vistas anteriormente.”

Fonte:
http://olhave.com.br/blog/o-peso-de-uma-ilusao/

Site do artista:
http://www.joaocastilho.net/v2/pt/livros/peso-morto/

Soma

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André Severo, 1974 – (Porto Alegre/ RS)
Soma
Porto Alegre : NAU, 2010

português; brochura; 16 x 23 cm.
80 p.
ISBN: 9788563826022

“Soma” é uma experiência audiovisual que trata do encontro de indivíduos movidos pelo impulso da deriva. O trabalho faz uso  do improviso e da errância por ver nesses questões inerentes  ao processo de deambulação. O livro acompanha DVD filmado em cidades do Rio Grande do Sul a partir de vivências compartilhadas entre os artistas: André Severo e Maria Helena Bernardes. “O livro que enfoca os possíveis confrontos entre o exercício físico e a própria paisagem e ajuda a cumprir um dos principais objetivos do Projeto Areal: o de viabilizar a produção e documentação de trabalhos, filmes e publicações que buscam situar os processos criativos em um momento anterior ao de classificação e categorização.”

Fonte: http://www.pipa.org.br/pag/artistas/andre-severo/

TRADUTORES ANÔNIMOS S.A

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Fabio Morais, 2012  (in progress)
16 folhas

“A intenção da Tradutores Anônimos S. A. é de fazer circular informações em português. Ela nasceu de um botar as mãos nas cadeiras e bradar: que diabo de antropofagia é essa nossa, que não traduz o que interessa? Traduzidos de forma amadora, os textos aqui vertidos para o português seguem o lema de que é preferível tê-los assim, do que não tê-los — antes mal acompanhado que sozinho. A Tradutores Anônimos S.A se desculpa publicamente com tradutores profissionais que fariam de modo espetacular o serviço aqui prestado, caso fossem contratados e pagos para tal. “

Tradutores Anônimos S.A.

A primeira ação da “Tradutores Anônimos S.A.” se deu com a tradução de um conjunto de cartas abertas do artista Marcel Broodthaers, em 2012. As cartas foram emitidas por ele no contexto de seu museu fictício e são apresentadas nessa publicação do artista Fabio Morais, em formato de documento. Presas por duas presilhas, as folhas vem dentro de um envelope de circulação interna. O projeto “Tradutores Anônimos S.A” já produziu cinco publicações em formatos variados, desde então. Dentre as traduções, estão: Desenhos Selecionados 1968-1973 (e outros desenhos), de Douglas Huebler; conjunto de textos de Harald Szeemann; um conjunto de textos de Robert Filliou e 27 cartões-eventos de Water Yam (1963), de George Brecht.

Fonte: http://fabio-morais.blogspot.com.br/2012/08/tradutores-anonimos-sa-2012-in-progress.html

pequenas navegações – cartas de amor

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Paolla Rettore e Marcelo Kraiser
Belo Horizonte, 2008

edição especial – 100 ex.
assinada e numerada

“Pequenas navegações cartas de amor”, edição especial, vem em uma caixa com livro, dvd, uma pequena flor de crochê e uma pequena lata de Pó de Arroz Lady original, antiga e original, como poesia visual em fichas no  formato da lata. O DVD apresenta, som, imagem (dança e improvisação) e texto referentes à obra. O livro se apresenta como fragmentos de possíveis mensagens amor que se desenrolam em colagens, poemas, textos diversos e imagens que juntos geraram um livro de poesia visual.


” (…) Aí então, cada fragmento ou dejeto se torna parte de uma possível mensagem. Nada de coisa preestabelecida, decidida de antemão, outorgada por algo ou alguém fora da humanidade, mas uma mensagem que vamos ter de inventar, nós próprios, a partir de nossa precariedade e de nossos pedaços. Mensagens de náufragos!… A nós, então, a tarefa de inventar e projetar longos caminhos, partindo da estreiteza dos sentidos que chegam a nós. Como pedaços de mensagens, soltas ao mar em garrafas, por inúmeros náufragos, mas que tentamos ligar pela imaginação. É momento de reinventar as grandes narrativas. Este trabalho de Paolla Rettore é uma maneira. Belo maneira!”
Alckmar Santos, trecho extraído da capa do livro

site do artista Marcelo Kraiser:
http://pequenasnavegacoes.blogspot.com.br/2009/08/um-belo-comentario-sobre-as-pequenas.html

Cenas

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Melissa Flôres
ed. do autor: Porto Alegre, 2011

Envelope com 18 fichas, cada ficha contem uma cena. Sem uma narrativa linear, “Cenas” se apresenta como fragmentos mnemônicos, que se insinuam, sem revelar-se por completo. Cada fragmento traz uma pequena história do cotidiano de uma mulher. Lembranças de dias da infância até a idade adulta, onde os pequenos acontecimentos despertam sentimentos e reflexões.

“Este sentimento vem se repetindo algumas vezes, na sua vida, nos últimos tempos. Uma forte sensação de que o tempo está passando rápido demais; e que sua vida está passando rápido demais. Ela sente que tem desfrutado muito pouco os seus dias… às vezes se pega olhando para o relógio, observando os ponteiros correrem e pensa ” será que a vida está indo embora de mim?” ¹

¹ trecho extraído do livro.

Versão digital: http://www.arena.org.br/cenas/index.html

Teaching and Learning as Performing Arts

Robert Filliou
Teaching and Learning as Performing Arts
London, Occasional Papers, 2014

Paperback, wire spiral bound
21 x 27 cm
232 p., black and white
English and German
ISBN 978-0-9569623-4-8

Auf und ab, 3 Jahre der Arbeit, und jetzt erscheinen im Verlag Gebr. König, Köln – New York, die erste Fassung LEHREN UND LERNEN ALS AUFFUEHRUNGSKUENSTE von ROBERT FILLIOU und dem LESER, wenn er will. Unter Mitwirkung von JOHN CAGE, BENJAMIN PATTERSON, GEORGE BRECHT, ALLEN KAPROW, MARCELLE, VERA und BJOESSI und KARL ROT, DOROTHY IANNONE, DITER ROT, JOSEPH BEUYS. Dies ist ein Multibuch. Der Schreibraum des Lesers ist beinahe so umfangreich, wie der des Autors.

Off and on 3 years of work and now Verlag Gebr. Koenig, Koeln – New York publishes the first draft of TEACHING AND LEARNING AS PERFORMING ARTS by ROBERT FILLIOU and the READER if he wishes with the participation of JOHN CAGE, BENJAMIN PATTERSON, GEORGE BRECHT, ALLEN KAPROW, MARCELLE, VERA und BJOESSI and KARL ROT, DOROTHY IANNONE, DITER ROT, JOSEPH BEUYS. This is a Multi – book. The space provided for the reader’s use is nearly the same as the autor’s own.

Depois de 3 anos de trabalho agora a editora Koenig, Colônia – New York publica o primeiro esboço de ENSINAR E APRENDER COMO ARTE PERFORMATIVA, de ROBERT FILLIOU e o leitor, se ele desejar, com a participação de JOHN CAGE, BENJAMIN PATTERSON, GEORGE BRECHT, ALLEN KAPROW, MARCELLE, VERA e BJOESSI e KARL ROT, DOROTHY IANNONE, DITER ROT, JOSEPH BEUYS. Este é um Multi – livro. O espaço previsto para a utilização do leitor é quase o mesmo que do próprio autor. 

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Esgotado desde a sua primeira edição em 1970, a obra de Robert Filliou continua a ser uma cartilha essencial para as ideias radicais do artista sobre fazer e ensinar arte. Junto com os textos de Filliou, o livro inclui entrevistas com numerosos artistas próximos a ele, como Joseph Beuys, George Brecht, John Cage, Dorothy Iannone, Allan Kaprow e Diter Rot. Esta edição é um fac-símile exato do original, a fim de preservar o seu layout bilíngue (Inglês / Alemão) altamente inventivo e sua composição idiossincrática.
Long out-of-print since its first edition in 1970, Robert Filliou’s ‘work in continuous progress’ remains an essential primer to the artist’s still radical ideas on participatory art making and teaching. Along with extensive writing by Filliou, the book includes interviews with numerous artists close to him, such as Joseph Beuys, George Brecht, John Cage, Dorothy Iannone, Allan Kaprow and Diter Rot. This edition is an exact facsimile of the original, in order to preserve its highly inventive bilingual (English/German) layout and idiosyncratic composition. (via: http://occasionalpapers.org/?page_id=2945)

Detalhe da contracapa, com texto manuscrito de Marcelle Filliou.

O livro está disponível em PDF neste link: http://monoskop.org/images/9/93/Robert_Filliou_Teaching_and_Learning_as_Performing_Arts.pdf

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