Fotografias de Instantâneos

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ÁLBUM – VOLUME I
Fernanda Gassen e Michel Zózimo
2010
14p.

 

“ÁLBUM I – FOTOGRAFIAS DE INSTANTÂNEOS ” é uma publicação com uma série de instruções para fotografar. Cada página tem um espaço para adicionar a foto e logo abaixo proposições para se completar o álbum.

” foi construído a partir de excertos retirados de uma coleção particular de livros, guias e manuais, os quais tentam direcionar o foco para um fotografia repleta de instantes perfeitos.

apesar da existência desse tipo de fotografia, essas imagens não cansam de se repetir, sempre de maneira familiar e distinta”.

fonte: trecho extraído do livro

http://www.michelzozimo.com/publicacoes.htm

Lo nos justifica

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Jonas Meirelles e Pedro Campanha
1ª ed., 2010
Ed. do autor

” LO NOS JUSTIFICA ” é uma revista de arte visual independente, a primeira edição foi lançada em 2010 e traz uma sequência de fotografias. As publicações tem caráter essencialmente imagético e apresentam fotos, colagens, desenho, pintura gravura, imagens manipuladas etc.

 

Referências:
http://lonosjustifica.blogspot.com.br
http://cargocollective.com/lonosjustifica/Lo-nos-justifica

Ciranda: ensaios em narrativas visuais

ciranda Ciranda: Ensaios em narrativas visuais
Paulo Silveira (org.)
Editora: UFRGS
Ano da edição: 2005
Local de publicação: Porto Alegre
Encadernação: brochura
21 x 16 x 1,8 cm.

ISBN: 85-7025-848-8
311 p.

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Artistas Participantes: Adriana Daccache, Andrea Paiva Nunes, Fabiana Wielewicki, Glaucis de Morais, Helio Fervenza, Letícia B. Cardoso, Marcelo Tomazi, Maria Ivone dos Santos, Maria Lucia Cattani, Mariana Silva da Silva, Maristela Salvatori, Paula Krause, Paulo Gomes, Raquel Stolf, Sandra Rey e Solana Guangiroli.

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Ciranda: ensaios em narrativas visuais é uma publicação resultante do projeto Ciranda promovido pelo Instituto de Artes e Pró-reitoria de Extensão da UFRGS. O nome do projeto foi inspirado na dança de roda, que remete a conjunto, tempo e movimento – segundo Paulo Silveira. Foi proposto em oficina um trabalho coletivo que partisse do ato de folhear para se pensar nos aspectos plásticos e gráficos das páginas.

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Mar

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Thais Graciotti, Mar
São Paulo: Pingado Prés, 2014
15 x 21cm
28 p.
capa em papel tecido
miolo em papel pólen
costura

Trata-se de uma apropriação de um poema dramático português de 1958, onde todo o texto é recortado só restando frases sobre o mar que são reordenadas alterando a narrativa original. Sob os recortes surge a imagem do próprio mar como paisagem.

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http://pingadopres.iluria.com/

Américas

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Fernando Bryce
Américas
San Juan, Porto Rico: Instituto de Cultura Puertorriqueña, 2009.

30 x 21 cm.
Offset
420 ex.

Esta publicação faz parte de uma série de livros de artista publicados para a 2ª Trienal Poli/Gráfica de San Juan: América Latina y el Caribe, 18 de abril – 28 de junho, 2009, organizada pelo Instituto de Cultura Puertorriqueña.

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Durante a última década Fernando Bryce (Lima, 1965) produziu um corpo de trabalhos com base na memória histórica e nos modos de representação. A série de Bryce se concentra em episódios históricos cruciais que ele explora de forma crítica e sistemática. Seu método, que ele descreveu como “análise mimética,” se baseia na cópia cuidadosa de panfletos, documentos oficiais, imagens da imprensa, propaganda política e anúncios, a fim de articular amplos conjuntos de desenhos a tinta que tratam das relações de poder e sua veiculação na história do século XX. Através do jogo básico de re-apresentação (no sentido mais literal de mostrar novamente), pela cópia ou a simples mise en scène de documentos e objetos, Bryce usa apropriação, paródia e ironia como armas para expor e questionar os preconceitos subjacentes e comumente aceitos nos discursos oficiais. Através desta estratégia, Bryce literalmente recupera a figuração da ideologia. Seu projeto, assim, envolve imagens da história do mundo moderno, registradas seletivamente para forjar uma genealogia do presente.

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Over the past decade Fernando Bryce (b. 1965, Lima) has produced an incisive body of work based on historical memory and modes of representation. Bryce’s series focus on crucial historical episodes which he explores critically and systematically. His method, which he has described as “mimetic analysis,” relies on the careful copying of pamphlets, official documents, press images, political propaganda, and advertisements in order to articulate large suites of ink drawings that deal with power relations and their mediatization in twentieth-century history. Through the basic play of re-presentation (in the most literal sense of showing again), by copying or by the simple mise en scène of documents and objects, Bryce uses appropriation, parody, and irony as weapons to expose and question the prejudices underlying commonly accepted official discourses. Through this strategy, Bryce literally recovers the figuration of ideology. His project thus engages the images of history in the modern world, fixed selectively to forge a genealogy of the present. [fonte]

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Região dos Desejos

região dos desejos

Região dos desejos
Hugo Denizart
Rio de Janeiro, edição do autor, 1984
27 x 19 cm

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Hugo Denizart ( coord. e fotos)

“REGIÃO DOS DESEJOS” é um trabalho que trata a questão da ‘loucura’ a partir da fotografia. Os registros fotográficos que compõe o livro sanfonado, revelam o isolamento e a segregação vividos por doentes mentais reclusos na colônia Juliano Moreira, do Ministério da Saúde. A foto documentação foi realizada entre 1981 e 1983. Denizart constrói uma narrativa a partir do pequeno, com o desejo de produzir imagens que não se limitassem a reforçar o óbvio, o preconceito, “à confirmação de que todo louco é louco 24 horas por dia”.

” (…) um trabalho sem rostos, sem as caracterizações habituais que nós fomos treinados a ver e impor. Tratava-se de colocar dúvidas onde só havia certezas . A partir da primeira idéia, não fotografar os rostos, surge outra questão. Como extrair significados abrindo mão de tão importante significante? A resposta encontrada foi fotografar pequenos fragmentos realizados a distâncias muito pequenas ( 30cm em média) porque percebemos que um pequeno mundo se movia à margem da instituição ( digamos mesmo invisível). Dentro dos bolsos, amarrados à cintura, presos à cabeça, milhares de objetos minúsculos povoavam os corpos e a imaginação daqueles que resistiam sempre.(…)”

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Livro dos sete dias

livro dos sete dias

Título: Livro dos sete dias:  exercício coletivo em preto e branco
Paulo Silveira (org.).
Editora: Gráfica Editora Pallotti
Ano da edição: 2001
Local de publicação: Porto Alegre
Encadernação: brochura
Formato: largura 14 cm altura 21 cm
ISBN: 85-902158-1-4

Artistas participantes:
Alexandra Eckert, Ana Isabel Lovatto, Celina Cabrales, Edi Odete Braucks,
Fabio Zimbres, Káthia P. Retes, Léa Guarisse, Lucas Ribeiro, Luciana Fonseca, Mara Caruso, Márcia de Souza Sottili, Margarete Dias, Maria Darmeli Araujo, Mariane Rotter, Marta Martins Costa

“Livro dos sete dias: exercício coletivo em preto e branco nasceu de uma oficina teórico-prática sobre livro de artista durante XV Festival de Arte Cidade de Porto Alegre, em 2001. Os pressupostos de trabalho eram: (1) a arte como empreendimento e (2) sete dias para preparar um livro. Os participantes deveriam elaborar 16 páginas cada, diretamente em material transparente (sacos plásticos, papel vegetal, poliéster, lâminas para retroprojetor, acetato, etc.), substituindo artesanalmente os fotolitos na gravação da chapa para impressão ofsete convencional. As técnicas eram livres: desenho e pintura diretos, carimbos, recortes, experiências com eletrografia, impressão direta sobre transparência, etc. Discutiríamos todas as configurações de formato e acabamento. Os temas teóricos eram básicos: problemas conceituais, constituição do livro comum, características da impressão ofsete e sua eficácia, inserção no meio artístico, etc. O lançamento no Atelier Livre da Prefeitura foi acompanhado de pequena exposição das chapas de impressão, incluindo algumas matrizes utilizadas”.

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Fonte: http://chasqueweb.ufrgs.br/~paulosilveira/oficinas.htm

zwart black noir schwarz preto

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Amir Brito Cadôr
Edição de 12. numerado, assinado.
Edições Andante, 2011
20p.
“Impresso em papel preto com tinta de gravura branca, o livro tem em cada página um tinteiro desenhado a partir de cartazes ou fotografias. O título é uma alusão ao rótulo de tinta para escrita ou nanquim, que apresenta o nome da cor em diversas línguas.”

Em “zwart black noir schwarz preto”,  tanto a palavra quanto as imagens  são trabalhadas gerando novas formas de representação de um mesmo assunto? conceito? objeto? Nas sequências de suas pretas páginas uma sucessão de possibilidades.

fonte: http://andantelivros.blogspot.com.br/2012/09/zwart-black-noir-schwarz-preto.html

Repaisagem São Paulo

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Marcelo Zocchio

O livro Repaisagem São Paulo reúne 30 montagens fotográficas em preto e branco que mesclam imagens antigas e atuais da cidade de São Paulo. Cada montagem foi produzida a partir de duas fotografias de um mesmo lugar da cidade: uma antiga, coletada em arquivos de imagem; e uma atual, produzida pelo autor. O resultado são as “repaisagens” – imagens que unem elementos de dois tempos diferentes da história de São Paulo. Além do caráter original das montagens, o livro pretende mostrar, de forma lúdica, aspectos da história da cidade nos últimos 140 anos. Um encarte no final do livro permite ao leitor aproximar cada montagem das imagens antigas e atuais que deram origem a ela. Três mapas da cidade, de 1897, 1930 e de hoje, de mesma escala, oferecem indicações que possibilitam visitar os locais fotografados em Repaisagem – além de índices de seu crescimento e transformação. “Mais do que um simples choque entre elementos novos e antigos, eles mesmos discrepantes, o que as montagens de Zocchio realmente revelam é a presença invasiva de uma outra temporalidade em meio à São Paulo que conhecemos”, escreve o ensaísta Guilherme Wisnik no texto que introduz o livro. “Pois esses espaços vazios que de repente se abrem em meio à saturação da grande metrópole não são apenas respiros. São signos de uma vida mais lenta, que acorda do sono secular para impregnar-se na cidade atual. Acho que quem viu essas montagens fotográficas não voltará a passar por esses lugares com olhos tão anestesiados pela cotidianidade do presente.”

http://www.editoradash.com.br/lojadash/livraria/arte/livro-repaisagem-s-o-paulo-marcelo-zocchio.html

Artéria 5 (Fantasma)

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Omar Khouri e Paulo Miranda.
Artéria 5 (Fantasma).
São Paulo: Nomuque Edições, 1991
34 X 25 X 1 cm (caixa-invólucro).
Capa: duplex, com impressão em branco sobre branco (FANTASMA) e sobrecapa em Kraft com impressão serigráfica em vermelho (ARTÉRIA 5).
36 lâminas soltas (diversos tamanhos e formatos) em embalagem própria de 34 x 25 cm.
Projeto da capa: Omar Khouri, Paulo Miranda e Arnaldo Antunes.
Equipe de realização: Arnaldo Antunes, Júlio Mendonça, Omar Khouri, Paulo Miranda, Sonia Fontanezi e Walter Silveira.
Gráfica: Nomuque Edições – oficina de serigrafia.
Tiragem: 160 exemplares

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Conteúdo
1 – Adriana FREIRE – “all ways all…”
2 – Aldo FORTES – sem título

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3 – Andre VALLIAS – “Égloga”

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4 – Arnaldo ANTUNES – 4.1 “?” ; 4.2 “!” ; 4.3 “Tudo ou tudo”
5 – Augusto de CAMPOS – “LY”
6 – Celso MARQUES – “’OM’: variações”
7 – Décio PIGNATARI – 7.1 “logochicomendes” ; 7.2 “Bachô”
8 – Edgard BRAGA – “e tá etc …” , 82

Erthos Albino de SOUZA
9 – Erthos Albino de SOUZA – “Ready – made para Caetano”
10 – Gastão DEBREIX – 10.1 “varal, varal, varal, varal…” ; 10.2 “o sol se mostra…”
11 – Gilberto Jose JORGE – Exercício nº 1: Dédalo”
12 – GO – sem título, 85;
13 – Haroldo de CAMPOS – “Como ela é”
14 – Ivan CARDOSO – sem título
15 – Julio MENDONÇA – “ADN”
16 – Julio PLAZA – “Sempre há algo na realidade que v. não vê”
17 – Lenora de BARROS – “há há vida vida…”
18 – Lygia de Azeredo CAMPOS – “Ave útero memória…”

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19 – Omar KHOURI – 19.1 sem título, 76 ; 19.2 “Sin palabras” ; 19.3 “Factura”
20 – Oswald de ANDRADE – “Amor humor”
21 – Paulo MIRANDA – “Il fabbro”
22 – Regina SILVEIRA – “Corredores para abutres”

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23 – Regina VATER – “Performance de sombras”
24 – Salvador MARTINS – “Palavra”
25 – Samira CHALHUB – “Amor en carte”

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26 – Sonia FONTANEZI – “Azul era o céu…”

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27 – Tadeu JUNGLE – “Zoologico”

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28 – Walt B. BLACKBERRY – 28.1 “Singer” ; 28.2 sem título
29 – Zaba MOREAU – “545 – preposições essenciais”

Regina Silveira

Regina SILVEIRA – “Corredores para abutres”

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Exemplar em PDF aqui e também disponível na Casa das Rosas

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