Boring Postcards

E2P2-09

Martin Parr. Boring postcards
[Londres] :   Phaidon,   [2000].
[176] p. :   il. color. ;   15 x 20,8 x 1,7 cm.
ISBN-13: 9780714843902
ISBN-10: 0714843903

“O livro apresenta a coleção do fotógrafo Martin Parr de cartões postais britânicos da década de 1950 até a década de 1970. São 155 cartões postais comicamente maçantes de lugares, que vão desde terminais de aeroporto, estações de ônibus, auto-estradas e conjuntos habitacionais”.

http://www.martinparr.com/books/books-edited-by-mp/

Objetos Diretos

E2P2-12

Ana Aly. Objetos diretos
[São Paulo? :   Ed. da Autora],   1980.
15 x 23 cm.

4 objetos em envelope

Tiragem de 81 exemplares, poemas assinados e datados pela autora.

Um envelope contendo quatro poemas-objeto:
Soma (1 cartão color. 9 x 20 cm)
Cidade (1 cartão p&b 15,5 x 12,5 cm)
Frestas (1 cartão negro 16,4 x 10 cm, escrito em letras geométricas perfuradas)
Filtro (seis quadrados de acetato transparentes 7,5 x 7,5 cm, presos por uma presilha lateral)

 

Tarefas infinitas

tarefas infinitas

TAREFAS INFINITAS: quando a arte e o livro se ilimitam

Autor(es)
João Carvalho Dias, ed. lit.
Paulo Pires do Vale, coaut.
Gonçalo M. Tavares, coaut.
Ana Barata, colab.
Artur Santos Silva, apresent.
João Castel-Branco Pereira, apresent.
Ana Paula Gordo, apresent.
António Alves Martins, rev.

Fundação Calouste Gulbenkian, 2012
244 p., il. color.
Encadernação: Brochado
Dimensões: 280 mm x 235 mm
ISBN 978-972-8848-85-9

Obra publicada por ocasião da exposição patente na Galeria de Exposições Temporárias do Museu Calouste Gulbenkian, Lisboa, de 20 de julho a 21 de outubro de 2012; exposição organizada pelo Museu Calouste Gulbenkian e pela Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian; contém bibliografia. Contém: O livro, instrumento espiritual, de Stéphane Mallarmé, tradução de Michael Gibbs, e versão fac-similada da tradução portuguesa de Lenz de Rodney Graham, por Bruno Duarte (Edições Vendaval, Lisboa, 2006), acrescida de uma introdução da autoria de Rodney Graham. Material acompanhante: AP X HC / de Hugo Canoilas e ATLAS Projectos, brochura impressa para acompanhar o catálogo da exposição.

http://www.montra.gulbenkian.pt/

Artéria 6 (Quadradão)

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Omar Khouri e Paulo Miranda
Artéria 6 [QUADRADÃO | 31 x 31]
São Paulo: Nomuque Edições, 1992
Impressão serigráfica
Sulfite 180 (miolo) e cartão (capa)
31 X 31 cm
Tiragem: 180 exemplares.

Projeto gráfico/equipe de realização: Arnaldo Antunes, Júlio Mendonça, Omar Khouri, Paulo Miranda, Sonia Fontanezi e Zéluiz Valero.
Capa: Paulo Miranda, Arnaldo Antunes e Omar Khouri.

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Essas duas fotos foram feitas para divulgação de ARTÉRIA 6 (QUADRADÃO) 31 X 31, em inícios de 1993 (a revista de mais longa gestação na história da cultura brasileira – mais de 10 anos: da concepção à finalização, em dezembro de 1992), no estúdio do fotógrafo-artista Fernando Laszlo. Foram 4 horas de preparo e as fotos ficaram perfeitas! Além da capa (concepção de Paulo Miranda, com participação de Arnaldo Antunes e Omar Khouri), temos os trabalhos de Ronaldo Azeredo, Omar Khouri, Júlio Mendonça, Lenora de Barros, Carlos Valero e Walter Silveira. Totalmente feita em serigrafia impressa pela equipe da Nomuque Edições, teve apenas 180 exemplares, lançados na Livraria Augosto Augusta do Museu da Imagem e do Som, em São Paulo (texto de Omar Khouri, foto de Fernando Laszlo).

_Aldo Fortes: Cummings: não-tradução 2 _Paulo Leminski e João Virmond Suplicy: haiku da cigarra [de Winterverno] _Omar Guedes: Sem título _Betty Leirner: Les êtres lettres _Go: o que digo _Erthos Albino de Souza: Louvação para Pagu _Ivan Cardoso: Cinema _Júlio Bressane: Rio _Ronaldo Azeredo: noite noite noite _Gastão Debreix: Poesia _Lenora de Barros: Eu não disse nada _Samira Chalhub: Destra: ção _Walt B. Blackberry: Banheiro publyko: stylografico punk _Júlio Mendonça: Zero à esquerda _Glauco Mattoso: Dactylogramma sos _Décio Pignatari: solviete para o verão de Maiakóvski _Lúcio Kume: Alvo _Augusto de Campos: Intradução: amorse _Sonia Fontanezi: Pós-imagem para Júlia Fontanezi _Carlos Valero: Albers + Gertrude Stein _Josely Vianna Baptista e Guilherme Zamoner: Noites _Julio Plaza: Pré-dado _Arnaldo Antunes: Sem título _Raider: Soneto para Volpi _Luciano Figueiredo: Bye bye baby… (roda de stills favoritos) _Regina Silveira: Para Lizárraga _Edgar Braga: Cartoonpoem (poema da infância) _Omar Khouri: O que estarão essas crianças fazendo? _Gilberto José Jorge: Logovampiro _Marco Antônio Amaral Rezende: Tela e pele de Isabella Cabral _Paulo Miranda: Correção: Rauschenberg (para Erthos Albino de Souza) _André Vallias: Nous n’avons pas compris Descartes _Tadeu Jungle: O lance do gago _Safo e Haroldo de Campos: Em torno a Selene esplêndida _Maurizio Prati: Sem título

Le Capital illustré

Détail

Le Capital illustré
Jean-Baptiste Ganne
Rennes, Incertain Sens, 2000.
[48 p.], agrafées, dans un coffret cartonné
offset quadrichromie
18,6 x 17,3 cm.
1000 ex.
isbn 2-914291-03-5.
Coédition avec Françoise Vigna (Nice) et le Fonds régional d’art contemporain Bretagne (Rennes).

O Capital em questão é o de Marx. Um livro filosófico e mítico, mas agora, ironicamente, ausente do debate. A ideia, ousada, do autor é ilustrar uma obra filosófica, que sabemos que é de natureza complexa e abstrata. O livro é composto apenas de fotografias, cada uma  refere-se a um capítulo, uma seção e um parágrafo específico do livro, combinando humor com eficiência, na medida em que essa estratégia desperta a curiosidade de saber a parte que falta da imagem, ou seja, o lado filosófico. Uma pista interpretativa já está presente na imagem através da evocação, a cada vez, de um conceito-chave da análise filosófica correspondente. As fotos do autor funcionam como um tipo de desvio, ilustrando com inteligência e humor o mundo de hoje.

Détail

Le Capital en question est celui de Marx. Un livre philosophique et mythique, mais aujourd’hui, paradoxalement, absent des débats. L’idée, audacieuse, de l’auteur est d’illustrer un ouvrage philosophique, dont on sait le caractère complexe et abstrait. Le livre est composé de photographies dont chacune renvoie à un chapitre, une section et un paragraphe précis de l’ouvrage, ce qui ne manque pas d’humour, mais aussi d’efficacité, dans la mesure où cette stratégie éveille une curiosité pour connaître la partie manquante de l’image, à savoir son versant philosophique. Une piste interprétative est tout de même déjà présente dans l’image à travers l’évocation, à chaque fois, d’un concept-clé de l’analyse philosophique correspondante. Les photos de l’auteur jouent sur le mode du détournement, illustrant avec l’intelligence et un clin d’oeil le monde d’aujourd’hui.

http://www.sites.univ-rennes2.fr/arts-pratiques-poetiques/incertain-sens/fiche_JB_Ganne_le_capital_illustre.htm

Acorn

acorn

Yoko Ono
Acorn
São Paulo, Editora Bateia, 2014
ISBN: 8566777034
12,5 x 15 cm
214 p.

Tradução de Carolina Caires Coelho

Composto por cem poemas de instrução pode ser lido como um livro de poesia, um guia filosófico, um livro de arte conceitual – já que cada um dos textos é acompanhado por um desenho de pontos de autoria de Yoko -, ou reunindo tudo isso, um livro poético de instruções conceituais e filosóficas. Isso fica a critério de cada leitor. Ela prefere definir Acorn como ‘poesia em ação’. Suas instruções e ilustrações desafiam os leitores a olhar à sua volta de uma maneira diferente. Seus exercícios instigantes criam insights sobre padrões de comportamento e abrem, não só os olhos, mas todos os sentidos para formas mais criativas e conscientes de se relacionar consigo mesmo, com os outros e com o planeta. Acorn é uma sequência de Grapefruit, considerado um dos monumentos da arte conceitual do início dos anos 1960, que Yoko lançou em 1964. Seu título é uma referência à ação que ela e John Lennon promoveram em 1969 quando enviaram a diversos líderes mundiais duas “bolotas de carvalho” pedindo que fossem plantadas como um símbolo da paz mundial. O projeto “Acorn” foi originalmente criado para a internet e ao transformá-lo em livro, Yoko Ono continua fazendo o que sempre fez: plantar sementes de vida. (texto da editora)

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Livro-varal

E1P6-52Elida Tessler
Livro-varal
[Dulcinéia Catadora],   2012.
[17] f. dobradas :   il. p&b
21 x 16 x 1 cm.
Encadernação japonesa, corpo do livro com corte lateral intonso
Impressão xerox
tiragem 100 exemplares, numerados e assinados.
Exemplar n. 58, assinado pela autora.

O Livro-varal deriva de “Você me dá a sua palavra?”, um work-in-progress de Elida Tessler iniciado pela artista em novembro de 2004 e que faz parte de um projeto mais amplo, intitulado “Falas inacabadas”. Imagens de parte do imenso varal que se alonga com os anos foram captadas e impressas em p&b, em papel reciclado. Costurados à mão, os cadernos ganharam capas de papelão coletado das ruas, pintadas por catadoras integrantes do coletivo Dulcinéia Catadora que trabalham na Cooperglicério, São Paulo/SP.

Quem você pensa que ela é?

E3P2-03

Claudia Jaguaribe (Rio de Janeiro, 1955) e Beatriz Jaguaribe
Quem você pensa que ela é?
Rio de Janeiro : Editora 34, 1995.
[80] p. : fots. colors.
25 x 21 x 0,5 cm
Impressão em offset
tiragem de 3000 exemplares.
ISBN 8585490691

Créditos : direção e fotografia de Claudia Jaguaribe. Roteiro de Beatriz Jaguaribe. Atores Xuxa Lopes (Carmem), Petê Marchetti (Inês) e Taumaturgo Ferreira (Eduardo) ; assistente de fotografia: Mauro Sérgio ; figurino: Caio da Rocha; assistente de figurino: Jefferson Keese; produção: Liliana Baracat, Nilves Gardini; cabelo e maquiagem: Ailton Hesse, Caio Soares.

jaguaribe

http://www.claudiajaguaribe.com.br/br/publicacoes/fotonovela/

quem_voce_pensa2 quem_voce_pensa3

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