Fotografia velada

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Fernanda Gassen e Michel Zózimo.
Álbum volume II: fotografia velada
[Porto Alegre :   Ed. dos autores],   2010.
[16] p. :   il. p&b ;   8,5 x 6 cm.

Impressão em offset
primeira tiragem de 100 exemplares numerados e assinados pelos artistas.
Exemplar nº 56/100.

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Uma pequena caderneta impressa com 16 descrições de fotos veladas. A sobrecapa plástica é do tipo utilizada para guardar fotografias de passaporte.

http://www.michelzozimo.com/publicacoes.html

Colecciones

Lucas Di Pascuale
Colecciones: Ali/Lai – Lau/Zip
Córdoba (Argentina), Ediciones DocumentA/Escénicas, 2014
2 tomos de 200 páginas cada
ISBN: 978-987-21817-6-5

Lo que podría leerse como un repliegue al “mundo interior” del arte o un aprendizaje compulsivo de lo que estaba acumulado en ese universo —si se quiere— normativo de la noción de artista gestada en la modernidad central generó, sin embargo, algo distinto. Lucas lo manifiesta en estos términos: “Pensé en el dibujo como en una escritura, en la ciudad y las ideas de otros artistas como modelos a retratar. Pensé en el retrato como en un aprendizaje y en ese aprendizaje como el sentido de mi producción”. Hojeaba los libros prestados y seleccionaba con total arbitrariedad algo que quisiera dibujar. A veces porque le resultaba familiar o conocido (extrañaba lo suyo), a veces porque la imagen le gustaba o inquietaba, a veces por todo lo contrario. Luego, devolvía los libros y retiraba otros.

Los dibujos funcionan como deliberadas copias o traducciones a un código único que estandariza cualquier imagen elegida (se trate de pintura, foto, registro de video, escultura, instalación, arquitectura, tipografía, diseño, gráfica, etc.) y equipara sin ningún reparo a Goya con Pettibon. Al pasar esas imágenes a tinta sobre papel, en un copiar incesante que no se permite prueba y error, todo queda igualado. La idea de copiar obras ajenas encierra el gesto contrario al de homenajear: es un intento de captura, de apropiación “turística” de ese legado.

De esa compulsión resulta una versión tosca y literal, por momentos irrespetuosa, por otros, voluntariamente infantil, caricaturesca, tomada de reproducciones de obras que —aunque resuenen familiares— se tornan raras. Lo opuesto a la falsificación: entre estos dibujos y sus referentes no existe ninguna posibilidad de confusión entre original y copia.

Ana Longoni (via http://edicionesdocumenta.com.ar/2014/07/colecciones/)

Lucas Di Pascuale nació en Córdoba, Argentina en 1968. Artista plástico y diseñador gráfico, estudió en la Facultad de Artes de la UNC donde actualmente se desempeña como docente, y continuó su formación en diversas residencias en arte: Proyecto TRAMA (Tucumán, 2002); Pintura alem da pintura (Belo Horizonte, 2006); Shatana International Artist Workshop (Jordania, 2007); Rijksakademie (Ámsterdam, 2008); Galería 80 M2 (Lima, 2009); Xepa (Belo Horizonte, 2010) y  La Perla (Córdoba 2011)

Ha realizado diversos proyectos artísticos entre los que se destacan: Yerba mala (2011-2013), Hola tengo miedo (2011-2013), Colecciones (2008-2011), López (2007-2011), On the roof (2007), Conversa (2006-2007), Apolíptico (2006), Tríptico JJ (2004-2005), PTV (2003-2005) y Chocolates Argentinos (2004-2005); y publicado los libros de artista Hola tengo miedo (2011), Taurrtiissttaa (2009) y H31 (2001 conjuntamente con Gabriela Halac).

Coordinó el taller de análisis y producción en artes visuales Lectura de obra (Córdoba 2005/2010 conjuntamente con Juan Der Hairabedian). Dirigió el proyecto editorial Parabrisas, Ediciones DocumentA/Escénicas, Córdoba (2007-2011); y se desempeñó como coordinador de Artes Visuales en el Centro de Producción e Investigación en Artes, Facultad de Artes, UNC, Córdoba (2011-2012). Actualmente coordina el espacio de práctica y pensamiento artístico Taller Horizontal, Córdoba (2013-2014)

Su trabajo puede ser visitado en www.lucasdipascuale.com.ar

Entrevista sobre as coleções:
http://www.lavoz.com.ar/ciudad-equis/lucas-di-pascuale-mi-formacion-es-por-contagio

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Urgente

URGENTE

Elaine Ramos e Maria Carolina Sampaio
Urgente
São Paulo, 2010
18,4 x 12,3 cm
36 p.
30 ex.

Este pequeno livro de artista, feito por Elaine Ramos em parceria com Maria Carolina Sampaio, é feito com o papel fotossensível usado nas cópias heliográficas. O livro foi sensibilizado e lacrado sem passar pelos processo de revelação e fixação. O resultado é que as composições de silhuetas de objetos obsoletos ligados às artes gráficas que sensibilizaram o papel ficavam cada vez mais escuras sob os olhos do leitor, que também podia interagir com o livro, marcando com novos objetos. Um comentário sobre a passagem do tempo e a obsolescência.

https://www.flickr.com/photos/marocasampaio/5558755212/

Número um

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Número 1
São Paulo, Centro Universitário Maria Antonia (USP), 2003

Revista de crítica de arte. Surgiu em 2003, organizada por um grupo de jovens críticos de arte de formações diversas: Afonso Luz, Cauê Alves, Daniela Labra, Guy Amado, José Bento, Taisa Palhares, Thais Rivitti, Tatiana Blass e Tatiana Ferraz. Encerrou suas atividades impressas em 2010 com a décima edição.

Em parceria com o site do Forum Permanente, ela está online desde abril de 2006: http://www.forumpermanente.org/

O principal eixo de interesse da publicação gira em torno de questões da arte e da visualidade contemporâneas.

Livros mobiliam uma sala, mesmo: Lawrence Weiner sobre livros de artista

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Livros mobiliam uma sala, mesmo: Lawrence Weiner sobre livros de artista
Lawrence Weiner

plataforma par(ent)esis
coordenação editorial: Regina Melim
tradução: Amir Brito Cadôr
revisão: Jorge Menna Barreto
projeto gráfico: Giorgia Mesquita
1.000 cópias
2014

Livros mobiliam uma sala, mesmo: Lawrence Weiner sobre livros de artista trata-se de uma apresentação realizada por Lawrence Weiner no Symposium on Artists’ Books, patrocinado pelo Dia Foundation e pela Printed Matter, em Nova Iorque, em 1989. Segue abaixo um fragmento:

“O primeiro livro que eu fiz era chamado “Declarações” (Statements) – quero dizer, o primeiro livro a ocupar algum lugar. (…) O livro foi mal encadernado, de modo que agora, se alguém quiser ler, ele será destruído, o que é até engraçado. Além de mal encadernado, foi muito mal impresso. Mas aconteceu, circulou.”

Tausend Himmel

Joachim Schmid, Tausend Himmel

Joachim Schmid
Tausend Himmel
London, Photographers’ Gallery, 2007
offset, colour
10.5 x 14 cm
64 p.
softcover, perfect bound
1.000 ex.
ISBN 9780907879794

The pictures in Tausend Himmel (Thousand Skies or Thousand Heavens) are a small selection from a vast collection. At first glance they appear to be photographs of clouds, of the sky, and of helicopters. In fact, they are photographs of sounds – the sounds of helicopters. I took them to help me deal with a hearing condition called hyperacusis. After more than a year and two thousand photographs later, I had nearly stopped noticing why I started taking them. I guess, in this way, the exercise could be considered a complete success.

The book was published to co-incide with a presentation of Tausend Himmel, a multi-channel digital photo installation, as part of the exhibition Joachim Schmid. Selected Photoworks 1982–2007 at The Photographers’ Gallery.

http://schmidbooks.wordpress.com/page/4/

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Vestígio

E2P5-03

Hélio Fervenza, Maria Ivone dos Santos
fotos: Elaine Tedesco
Vestígio (objeto-documento gráfico de uma intervenção).
Porto Alegre, ed. do autor, 1985
100 ex.

Este trabalho gráfico foi feito à partir de intervenção realizada no interior do município de Vacaria, RS, durante os dias 3, 4, 5 do mês de maio de 1985.

Foram impressos 100 exemplares numerados utilizando-se de uma máquina Xerox 9500 sobre papel Wester Print 180g, serigrafias e texto em impressão tipográfica sobre papel super-color 120 g, xilogravura sobre cartão e carimbos.