[Ponto] / Neide Sá.
[Rio de Janeiro: Ed. Autor, 1969].
[16] p. : il. p&b ; 21,7 x 16 cm.
Disponível em PDF: http://issuu.com/amir_brito/docs/ponto_neide_s__
[Ponto] / Neide Sá.
[Rio de Janeiro: Ed. Autor, 1969].
[16] p. : il. p&b ; 21,7 x 16 cm.
Disponível em PDF: http://issuu.com/amir_brito/docs/ponto_neide_s__
Allan Kaprow (Atlantic City/ EUA, 1927 – 2006)
Rates of Exchange
New York: D’Arc Press, 1975
Theme: Art, Artist’s Books, Interpersonal Relations
41 x 30,5 cm.
Cover: Paperback
Binding: Staple bound
Offset-Printed
[8] p.
Instruções e documentação de três conversas coreografadas em que os casais compartilharam informações através de mensagens gravadas. Estes intercâmbios ocorreram na cidade de New York em 1975 nas residências particulares dos casais que participaram da ação.
“Rates of Exchange foi realizada por um pequeno número de casais na cidade de Nova York, nos dias 22 e 23 de março de 1975, sob o patrocínio da Galeria Stefanotty. Foram utilizadas as casas, o tempo e o ambiente dos participantes. Um encontro inicial foi realizado para discutir aspectos práticos e uma revisão do evento realizado posteriormente. Tais preparativos e reflexões são parte do processo de significação do todo. Como de costume não houve audiência”.
texto do artista Kaprow retirado do livro.
Large-scale artists’ book of photographs and texts documenting the happening by Kaprow. “Rates of Exchange was carried out by a small number of couples in New York City, march 22nd and 23rd, 1975, under the sponsorship of the Stefanotty Gallery. The participants’ own homes, environs and times were used. An initial meeting was held to discuss practicalities and a review of the event followed afterward. Such preparations and reflections are part of the signification process of the whole. As usual there was no audience.” — from Kaprow’s postscript within the book.
Directions for and documentation of three choreographed conversations in which couples share information through tape-recorded messages. These exchanges took place in New York City in 1975 at the private homes of the couples who participated.
John Baldessari
Parse
Zürich: JRP | Ringier, 2010
240 p.
25.4 x 33.2 cm
For this book, John Baldessari has developed a sequence of incomplete, cut-out, and mysterious images, which leads to a construction of meanings and stories. We make our way through pages of fragments from B-movie stills—grouped by the artist into compelling layouts—to a second chapter with “complete” pictures. Juggling with themes of composition, omission, and the creation of rhythm, using fragmented visual information, John Baldessari references the way information and its construction is generally handled in this original artist’s book.
John Baldessari (*1931) is a key proponent of Conceptual art and one of the most important figures in contemporary art of the last forty years. Since his sensational “Cremation Project” in 1970, which involved burning all the paintings he had made between 1953 and 1966, his work has revolved around the relationships between language and image as forms of expression. In his painting, photography, film/video, collage, and reliefs, Baldessari explores the mechanisms of media representation, as well as the subject of artistic work itself. Early on, Baldessari began integrating images and text from advertising and movies into his works and building up a large archive of film stills, publicity, and press photographs. This image material is then contrasted, cropped, and processed in numerous variations and visual realizations. From 1980, the artist worked mostly without text in series of photographs and pictures, while continuing to deal with conflicts and constructions of narrative content. Over the course of his oeuvre, overpainting, voids, gaps, and withheld information increasingly take on the function of the language evoked within the viewer. (via http://www.jrp-ringier.com)
Aloísio Magalhães (Recife/PE, 1927-1982)
Topografische analyse
(Topografische analyse einer Bedruckten Oberfläche
Analyse topographique d’une surface imprimée
A topographic analysis of a printed surface)
Hilversum: Steendrukkerij de Jong & Co, 1974.
coleção Kwadraat-Bladen, KB-35
offset, 25 x 25 cm. col.
idiomas: holandês, inglês, francês, alemão
Baseado na pintura flamenga “Still life with flowers and shells”, de Balthasar van der Ast (1593/4-1657), vários detalhes da pintura são examinados por suas qualidades topográficas. Os detalhes ampliados tornam-se imagens abstratas que mostram o padrão de pontos coloridos utilizados no processo de impressão offset. O livro apresenta também uma reprodução da pintura original acompanhada de uma transparência quadriculada, que funciona como um índice das imagens, mostrando as páginas que correspondem a cada plano da pintura.
Marcelo Cipis. Some Contemporary Art Themes
São Paulo: Editora Pancrom, 2010
Formato: 21 x 27 cm
32 p.
numerado e assinado (contracapa autografada)
ISBN: 978-000-6335-32-0
Esta “Revista de artista” de autoria de Marcelo Cipis, com 32 páginas a cores, numerada e assinada pelo autor, é um trabalho de arte em si. Usando a linguagem característica de suas ilustrações como suporte, Cipis transita pelo universo da arte contemporânea dando uma interpretação bem humorada de assuntos como “beleza”, “site-specific”, “novas mídias” e “vazio” entre outros.
http://www.editoradash.com.br/lojadash/livro-some-art-contemporary-themes-marcelo-cipis.html

Sobre o autor:
Nasci em São Paulo em 27 de Abril de 1959. Em 2010 publiquei uma “revista de artista” com tiragem de 2000 exemplares em offset com o título: “Some Contemporary Art Themes”, publicação esta que aproxima a minha linguagem da ilustração com a linguagem das artes plásticas.
Fabio Morais
Querido diário
São Paulo, Edições Tijuana, 2013
Offset, 13 x 10 cm, [64] p. 500 ex.
Coleção Livro de Artista – EBA/UFMG
“De um total de 36 cartões postais ou cartas que comprei em mercados de pulgas, recortei as datas em que foram escritos, sempre anteriores ao meu nascimento. Para cada data, calculei quantos dias faltavam para eu nascer e escrevi um texto que fala sobre esta espera. Para escrever, usei caligrafias apropriadas de cartas e postais que também foram escritos antes do meu nascimento.”
“Este trabalho é um fac-simile de Querido Diário, obra de 2004 da qual com um total de 36 cartas ou postais comprados em mercados de pulgas, todos datados antes do meu nascimento, recortei as datas em que foram escritos, calculei para cada uma quantos dias faltavam para eu nascer e ainda escrevi um texto que fala sobre essa espera. Para escrever, usei caligrafias apropriadas de cartas e postais que também foram escritos antes do meu nascimento. Agora em 2013, a obra foi editada em formato de caderno, afirmando ainda mais a existência deste diário impossível”.
Fabio Morais
http://fabio-morais.blogspot.com.br/2013/04/querido-diario-2013.html

Maria Lucia Cattani
Um ponto ao Sul.
Bolsa Funarte de Estímulo à Criação Artística em Artes Visuais
Porto Alegre : Ed. da Autora, 2011.
[38] p. : principalmente il. color. ;
15,5 x 13,5 x 0,5 cm.
Colofão:
“Este livro é parte integrante do trabalho Um ponto ao Sul. O trabalho consiste em um livro único que encontra-se na coleção de livros raros da Biblioteca Pública do Estado do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Brasil, e em uma edição de 1.080 exemplares de uma versão em offset daquele livro”.
“Esta cópia em offset possui um fragmento (xilogravura sobre papel Sumi-e) de uma das gravuras que encontram-se no livro único, o que a torna também um exemplar único”.
Esta publicação resultou de uma série de desenhos de observação feitos durante caminhadas pelo Elevado Costa e Silva em São Paulo entre julho e setembro de 2013. (foto da Associação Parque Minhocão: Tuca Vieira). Ganhador do PROAC LIVRO DE ARTISTA – 2013. Participou da X Bienal de Arquitetura de São Paulo e da exposição Cidade Gráfica em novembro de 2014.
(EN) This book gathers a series of drawings made during walks along Costa e Silva highway between July and September of 2013. It was exhibited at 10th São Paulo Architecture Biennal, 2013 and Cidade Gráfica exhibition, 2014.

Na paisagem do centro de São Paulo, há um elemento arquitetônico recorrente chamado empena cega, a fachada lisa e sem aberturas de um edifício. Sua presença está ligada à legislação de uso e ocupação do solo e à construção de grandes estruturas viárias implementadas a partir da década de 60. Em 2007, com a vigência da lei Cidade-Limpa, que proibiu a colocação de anúncios publicitários nas fachadas dos imóveis, esse elemento tornou-se ainda mais evidente.
Este projeto usa o desenho para estudar as empenas cegas presentes nesta paisagem, destacando seus aspectos espaciais, cromáticos e morfológicos. Estes desenhos foram feitos ao longo dos 2,8 kilometros do Elevado Costa e Silva, uma via expressa de carros erguida a cerca de 6 metros do chão, que oferece um ponto de vista inusitado do entorno. Aos domingos a via é fechada aos carros, dia em que é possível cruzá-la a pé.
Do alto do elevado, as empenas, que em geral se veem numa perspectiva oblíqua desde a calçada, ganham uma vista mais frontal. Empenas muito próximas entre si e perpendiculares ao elevado só são vistas por completo quando estamos ao lado delas. Empenas avistadas a distância crescem lentamente no campo de visão durante o percurso.
Há empenas que parecem alinhadas entre si, mas que se separam à medida que nos aproximamos. Algumas, paralelas ao elevado, parecem estreitas de longe, porque são vistas lateralmente, mas quando nos aproximamos são tão grandes que parecem inclinar-se sobre nós.
Para este projeto, foram feitos desenhos de observação e de levantamento. Os desenhos de levantamento deram origem às silhuetas das empenas, e levam em conta a quantidade de andares, o estado físico da fachada e a orientação em relação ao norte. Cada silhueta é a vista frontal cerca de 400 vezes menor.
Juntas, as 141 silhuetas formam um alfabeto no qual é possível notar variações de tamanho, janelas clandestinas, muretas e beirais, além dos recortes formados por telhados e edifícios que encobrem parte das fachadas. Cada silhueta é apresentada com o endereço e o nome do edifício a que pertence.
Os desenhos de observação são um registro da percepção do espaço sobre o elevado, principalmente das empenas, com a anotação dos seus contornos visíveis, feitos a cada 60 metros. Esses desenhos deram origem às 88 vistas da cidade apresentadas aqui, metade desenhada no sentido Oeste e metade no sentido Leste.
No final de 2013, 30 protótipos das vistas da cidade foram impressos em risografia, em quatro cores especiais (dourado, amarelo, azul e laranja) sobre papel Filtro 180g/m2. Esta edição revisada, ampliada e impressa em ofsete, reúne numa única publicação todas as vistas e silhuetas.
Ganhador do PROAC LIVRO DE ARTISTA – 2013. Participou da X Bienal de Arquitetura de São Paulo e da exposição Cidade Gráfica em novembro de 2014.
Para saber mais a respeito, visite a página do artista: http://andressandoval.com/