La Carte de Tendre

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Bernard Villers
La Carte de Tendre
Rennes : Incertain Sens / Châteaugiron : FRAC Bretagne, 2009
Cartaz, 6 dobras
impressão em duas cores
28,5 x 12,2 cm (formato fechado), 57 x 73,2 cm (formato aberto)
ISBN. 2-914291-32-9

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Este livro de Bernard Villers tem o seu sentido definido pela dobra: O Mapa da Ternura. O diagrama que explica a sequência de dobras foi impresso no verso do mapa dobrado, e uma parte da edição deixa por conta de seus futuros leitores para dar-lhe a sua forma própria. “Tendre” ou Ternura é o nome de um país imaginado no século XVII; Mapa da Ternura é, portanto, uma representação topográfica e alegórica da vida amorosa, cuja primeira versão tem mais de 300 anos. A última, a de Bernard Villers, talvez seja uma nova interpretação de Et in Arcadia ego; vemos se cruzarem nele duas séries de pesquisas desenvolvidas pelo artista por mais de trinta anos, a construção de uma poética da dobra e o reencontro do espírito de seus primeiros livros de artista que prolongavam a prática da pintura no espaço do livro. O mapa propriamente dito imaginado por Bernard Villers é de fato marcado por um valor poético forte, mas puramente pictórico. Este livro pode ser lido como uma nova topografia da felicidade na pintura.

Ce livre de Bernard Villers affirme son sens par la forme même du pli : La Carte de Tendre. Le schéma qui explique l’ordre des plis est d’ailleurs imprimé à la dernière page de la carte pliée, et une partie du tirage laisse à ses futurs lecteurs le soin de lui conférer sa forme propre. « Tendre » est le nom d’un pays imaginé au XVIIe siècle ; la Carte de Tendre est donc une représentation topographique et allégorique de la vie amoureuse, dont la première version date d’il y a plus de 300 ans. La dernière, celle de Bernard Villers, est peut-être une nouvelle interprétation d’Et in Arcadia ego; on voit se croiser en elle deux séries de recherche développées par l’artiste depuis plus de trente ans, l’une construisant une poétique du pli, l’autre retrouvant l’esprit de ses premiers livres d’artiste qui prolongeaient la pratique picturale dans l’espace du livre. La carte proprement dite imaginée par Bernard Villers est en effet marquée d’une valeur poétique forte, mais purement picturale. Ce livre peut donc être lu comme une nouvelle topographie du bonheur en peinture.

http://bernardvillers.be/expositions/2009/la-carte-de-tendre/

Il libro come opera d’arte

O livro de Giorgio Maffei e Maura Picciau foi publicado por ocasião da exposição na Galeria Nacional de Arte Moderna, em Roma entre setembro e novembro de 2006. Parte da exposição mais tarde foi apresentada na Galleria Corraini de Mantua em 2008. O título é uma homenagem ao texto de
Germano Celant publicado em 1971, Book as Artwork.

https://medium.com/@CorrainiEd/libro-dartista-istruzioni-per-luso-60cc8268a452

Art performance (1964 – 1978)

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Ivald Granato
Art performance
(1964 – 1978)
São Paulo: J. J. Carol, 2007 (2ª edição)
português
21 x 26 cm
p&b
96 p.
Série Portfolio Brasil : Artes Plásticas

Ivald Granato é um artista de extensa carreira nas artes visuais. Desenvolveu obras com as mais variadas técnicas e procedimentos: desenho, pintura, gravura, objeto, sistemas de multimídia, cerâmica, escultura. Participou de exposições individuais e coletivas, de salas especiais em várias Bienais e de exposições internacionais.

Em Art performance (1964 – 1978) encontramos considerável parte da obra do artista entre o período de 1964 a 1978. Fotografias e registros das obras, textos de críticos e notícias de periódicos falam não somente da obra de Granato mas também sobre aspectos da sua própria identidade/ personalidade. Além das obras, o livro possui registros do happening Mitos Vadios organizado por Ivald Granato na Rua Augusta, em São Paulo, 1978. O happening Mitos Vadios contou com a participação de artistas como Ivald Granato, Hélio Oiticica, Julio Plaza entre outros.

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palavras palavras
Franco Terranova (1923-2013)
Rio de Janeiro, 1986
16,7 x 22,5 x 1 cm
500 exemplares
128 páginas

Palavras palavras é um livro de poesia visual de Franco Terranova. Através das palavras, Franco Terranova compõe uma série de imagens sinestésicas ao longo das 128 páginas do livro. Em algumas páginas, sobrepõe as palavras umas às outras, em outras, cria-se um horizonte linear de palavras; palavras soltas na páginas, páginas preenchidas de palavras. Palavras sobre tempo, alma e vida.

Publicado pela Editora Anima em 1986. Edição especial de 500 exemplares, impressos em couché fosco, Rio de Janeiro, Brasil.

Demolições

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demolições (ou poemas aritméticos) 1983/1986
philadelpho menezes (SP, 21 de Junho 1960)
editora arte pau-brasil, 1988, SP
português
encadernação grampo
formato 13 x 18, 1
offset
poesia visual
16 páginas
(artes-finais e diagramação Ana Aly)

Demolições (ou poemas aritméticos) 1983/1986 de Philadelpho Menezes foi publicado de 1988 pela editora Arte Pau-Brasil. O livro possui 16 páginas, impressas em offset na cor azul.
Philadelpho Menezes foi articulador e coordenador da Mostra “Poesia Intersignos” (SP – 1988).
Poeta e grande pesquisador do poema verbal e visual, Menezes vai além do poema visual eminentemente verbal, feito exclusivamente da forma gráfica do texto.
Seus poemas colocam no centro da comunicação poética a imagem em suas mais variadas configurações: desenhos, fotos, numerais, rabiscos, gráficos, cores. Fazendo com que a imagem funcione como elemento de significação na construção semântica do trabalho.
Em Demolições encontramos sete poemas: a galáxia de gottenberg, o inimigo, grafasias, a desordem dos fatores, silogismo, contagem regressiva e versos adnatos.
Sendo esse último uma possibilidade interativa; a lateral da página possui um pontilhado com os dizeres “DA ANTIMATÉRIA DO UNIVERSO/ DA ARITMÉTICA AO VERSO” e um breve manual de instruções para a montagem de um móbile.

Flicts

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Ziraldo (1932). Flicts
Rio de Janeiro: Expressão e Cultura, 1969
português
capa dura
23,5 x 28 cm

Publicado em Julho de 1969 pela Editora Expressão de Cultura, a primeira edição do livro foi incluída na 1ª Exposição Nacional de Livro de Artista, organizada por Paulo Bruscky e Daniel Santiago em Recife em 1983, no Festival de Inverno da Unicap.

O livro de Ziraldo conta a história de Flicts, uma cor diferente que não se encaixa aparentemente em lugar algum. Onde quer que vá, Flicts é rejeitado por ser considerado uma cor sem graça e triste. Pois “não tinha a força do Vermelho, não tinha a imensidão do Amarelo, nem a paz que tem o Azul”. Na primavera, no arco-íris, nas bandeiras dos países, nenhum lugar se encaixa o pobre Flicts. Até que um dia, Flicts se cansa de tentar encaixar-se e desaparece. Uma grande descoberta acontece.

“O mundo não é uma coleção de objetos naturais, com suas formas respectivas, testemunhadas pela evidência ou pela ciência; o mundo são cores. A vida não é uma série de funções da substância organizada, desde a mais humilde até à de maior requinte; a vida são cores.
Tudo é cor… … Aprendo isso, tão tarde! com Ziraldo. Ou mais propriamente com Flicts… Quem é Flicts?
Flicts é a iluminação — afinal, brotou a palavra — mais fascinante de um achado: a cor, muito além do fenômeno visual, é estado de ser, e é a própria imagem. Desprende-se da faculdade de simbolizar, e revela-se aquilo em torno do qual os símbolos circulam, voejam, volitam, esvoaçam — fly, flit, fling — no desejo de encarnar-se. Mas para que símbolos, se captamos o coração da cor? Ziraldo realizou a façanha, em seu livro.”
Carlos Drummond de Andrade

In Numbers: Serial Publications by Artists Since 1955

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Edited by Philip E. Aaron, Andrew Roth.
Author(s): Gil Blank, Victor Brand, Clive Phillpot, Nancy Princethal, Neville Wakefield, William S. Wilson
December 2009
ISBN: 978-3-03764-085-2
Hardcover, 224 x 311 mm
440 pages
Images 460 color / 14 b/w

“In Numbers: Serial Publications by Artists Since 1955” is a survey of serial publications, dating from 1955 to the present day, that have been produced by artists from around the world. Amid historical groundswells like the rise of the little press in the 1960s, the correspondence art movement of the early 1970s, and the DIY culture of zines in the 1980s and early 1990s, professional artists have seized on the format of magazines and postcards as sites for a new kind of art production. These are not publications that feature news items, criticism, manifestos, or reproductions of artworks, but are themselves artworks, often collaborative and idiosyncratic. In large part they are produced by younger artists operating at the peripheries of mainstream art cultures, or by established artists looking for an alternative to the marketplace. “In Numbers” is the first volume to define an overlooked art form that is neither artists’ book nor ephemera, but entirely its own unique object.

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The survey begins with Wallace Berman’s “Semina” and continues through Joe Brainard’s “C Comics,” Eleanor Antin’s “100 Boots,” Robert Heinecken’s modified periodicals, the magazine of the Japanese Provoke group “Art-Language,” Raymond Pettibon’s “Tripping Corpse,” Maurizio Cattelan’s “Permanent Food,” and other contemporary examples such as North Drive Press and Continuous Project. Approximately 60 publications are surveyed in total. The diversity of this list is reflected in the wide range of techniques, nationalities, and media; the survey does not attempt to be exhaustive, but simply to define the genre’s contours and identify certain thematic threads. “In Numbers” documents the history of each publication (its inception, production, distribution, and significance) together with a thorough, completely illustrated bibliography for each title. In addition, several longer essays by experts on the genre (such as Clive Phillpot, Nancy Princethal, William S. Wilson, and Neville Wakefield) and an illustrated interview between Collier Schorr and Gil Blank will complement the individual entries to provide historical context and a broader overview.

Co-published with PPP Editions, NY.

via http://www.jrp-ringier.com/pages/index.php?id_r=4&id_t=&id_p=8&id_b=1670

Materia Mater Materia

Hector Olea_Materia, mater, materia

Héctor Olea
Materia mater-materia  1974-1986.
São Paulo: Massao Ohno Editor, s.d.
119 p.  ilus.  16×23 cm.

Publicado em São Paulo, Materia mater-materia reúne um conjunto de obras, poemas visuais, traduções de poemas taoístas e ideogramas japoneses organizados pelo autor.
Através da narrativa poética e visual, Héctor Olea nos transporta para uma dimensão verbivocovisual, traçando relações sensíveis entre a poesia e a pintura, o corpo do livro, do poema, do ideograma, o Grande Sertão Veredas e o taoísmo.

Relações

Yuri Firmeza_Relações

Yuri Firmeza (São Paulo, 1982)
Relações
Fortaleza/CE, 2005
Formato: 14 cm x 18,5 cm x 1,0
Impressão: offset
104 p.

Relações é um livro publicado pelo artista Yuri Firmeza. No livro, o artista trata de suas experiências performáticas, da dimensão física e simbólica do corpo através de registros fotográficos e vídeo.

O corpo não como um fim em si, mas em relação ao seu entorno. Os trabalhos, que a primeira instância nos convidam a repensar o lugar que o corpo ocupa, remetem
ao espectador mais atento uma série de metáforas que suscitam questões pertinentes à contemporaneidade: a morte, a sexualidade, a privacidade, os desejos, o outro.
Re(l)ações. A efemeridade das ações torna-se permanente nos registro, habitando a linguagem do livro.

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