Conversas – Flying Letters Manifestos

conversas flying
Conversas [Flying Letters Manifestos]
Alex Hamburger e Ricardo Basbaum
par(ent)esis,  2013
Florianópolis, SC
português e inglês
brochura
11 x 16 cm
154 p.

Flying Letters Manifestos registra a troca de cartas entre os artistas Alex Hamburger e Ricardo Basbaum durante o período compreendido entre 1993 e 1995. Segue abaixo um fragmento:

“Caro Basbaum: eis me aqui já respondendo o seu belo cartão postal from London, assim, numa tentativa de escrita circular que procura simbolizar a volta redonda do globo, particularmente vivida pela sua viagem/deslocamento planetário-territorial-urbano. Aqui, “estamos” todos razoavelmente bem, o país cada vez mais afundando, não sei se chegam notícias nítidas até você, e os artistas compulsivamente levando no peito e na raça suas árduas sinas, quase sempre com ótimos resultados!”

Fonte da imagem: http://www.plataformaparentesis.com/site/publicacoes/conversas-3.php

Cadernos de Desenho

Cadernos de desenhoCadernos de Desenho
Aline Dias (org.)
Florianópolis, Corpo Editorial, 2010
Idioma da publicação: português
Encadernação: brochura
Formato: largura 13,2 cm altura 18,3 cm
N° de páginas: 280

fragmentos dos cadernos de desenho de Raquel Stolf, Diego Rayck, Bil Lühmann, José Antonio Lacerda, Maíra Dietrich, Aline Dias, Augusto Benetti, Carlos Asp, Julia Amaral

textos:
cadernos de desenho, de aline dias;
desenho como bruxaria, de diego rayck;
crítica de arte como falsidade ideológica, de ana lucia vilela
exposições, trabalhos, conversas e o espaço de trabalho: raquel stolf, yiftah peled, fernando lindote, josé antonio lacerda, carlos asp e julia amaral
org: aline dias
florianopolis: corpo editorial, 2010

http://corpoeditorial.blogspot.com.br/2011/05/sobre-o-livro-cadernos-de-desenho.html

  1. Luis Aranguri. Re/forma

Arte Colombiano

Arte colombiano del siglo XXI.jpg

arte colombiano andres

Arte colombiano del siglo XXI es una pequeña biblioteca coleccionable en la que se publica periódicamente a un artista diferente.
Los interesados pueden descargar cada número para imprimirlo y armarlo. Solo se necesitan una hoja tamaño carta, unas tijeras o cortador.

arte colombiano fredy

01.Luisa Roa
02. Manuel Kalmanovitz
03.Gabriel Mejía
04.María Isabel Rueda
05.Fredy Buitrago
06.Andrés Felipe Castaño
07.Stefhany Yepes Lozano
08.Karolina Rojas
09.Alma Sarmiento
10.Tupac Cruz
11.Milena Bonilla
12.Nicolás Cuestas
EL ARTE DE ROBAR: Collages de Imagenes Grabadas.

arte colombiano karolina

Fonte das imagens: http://www.jardinpublicaciones.com/publicaciones/arte-colombiano-del-siglo-xxi/

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Aeroporto

aeroporto

Claudia Jaguaribe, 1955 – (Brasil)
Aeroporto, 2002
Editora Códex
São Paulo
3000 exp.
capa dura

A fotógrafa Claudia Jaguaribe nasceu o Rio de Janeiro, em 1955. Formou-se em história da arte pela Boston University, Boston (Estados Unidos), em 1979. Entre 1979 e 1981, coordenou os cursos de fotografia e artes plásticas da Universidade Estadual do Rio de Janeiro; entre 1981 e 1984, coordenou o Setor de Fotografia da Fundação Rio Arte, e, entre 1984 e 1986, o Setor de Fotografia da Casa de Cultura Laura Alvim. Trabalha com fotografia de moda e de publicidade, tendo publicado trabalhos em importantes revistas do país. Também é autora dos livros Cidades (1993) e Quem você pensa que ela é? (1995). Realizou exposições individuais na EAV/Parque Lage, no Museu da República e no Paço Imperial, no Rio de Janeiro; e no Museu de Arte de São Paulo e na Galeria Camargo Vilaça, em São Paulo.

http://www.claudiajaguaribe.com.br/

aeroporto2

Kathársis

Kátharsis

Klaus Mitteldorf (1953)
Kátharsis
São Paulo, DBA, 2000
Texto: Antonio Gonçalves Filho

Projeto gráfico de Giuliano Cesar
26 x 19 cm | 116 páginas| português/inglês
53 fotos coloridas e p&b | capa dura
ISBN 85-7234-219-2

Numa seqüência de 46 fotogramas, Klaus Mitteldorf procura investigar a catarse na sociedade contemporânea, indo do primeiro choro do bebê até o grito do homem adulto.

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In the Infinitive

duchamp

Ecke Bonk, Marcel Duchamp, Richard Hamilton
In the Infinitive [À l’infinitif] (The White Box)
Köln, Walther Koenig, 2000
Offset, il. col.
23 x 15,5 cm
126 p.
ISBN 9783883753911

marcel duchamp: the white box / in the infinitive
a typotranslation by Ecke Bonk in collaboration with Richard Hamilton and Jacqueline Matisse-Monnier.

Esta é uma tradução tipográfica em Inglês feita por Richard Hamilton e Ecke Bonk do The White Box de Marcel Duchamp e inclui mais de 100 facsimiles reproduzidos de suas notas. Durante o período em que Duchamp estava lutando para afirmar o domínio da mente sobre o processo criativo, ele habitualmente registrava seus pensamentos em qualquer pedaço de papel disponível. Os escritos de Duchamp são únicos porque a forma premeditada de sua publicação inicial os mostra crus, espontâneos e não polidos.

As primeiras notas a serem publicadas foram produzidas em uma edição limitada e impressas sob a supervisão direta de Duchamp, às suas próprias custas. Os documentos soltos resultantes estavam contidos em uma caixa encadernada em papel flocado verde. A Caixa Verde, que foi admirada por sua forma e perversidade e amada como uma obra de arte. Desde a publicação de The Green Box em 1960, os avanços na ciência da computação trouxeram as ferramentas para levar sua The White Box a um público amplo.

É a descrição de Duchamp do que uma obra de arte pode ser: a arte é a representação,  o emblema de algo em sua cabeça, o mensageiro que carrega o significado. Ele enfatiza como a linguagem é parte integrante da fabricação lenta.

This is an English typotranslation by Richard Hamilton and Ecke Bonk of Marcel Duchamp’s The White Box and includes over 100 reproduced facsimiles of his notes. During the period in which Duchamp was struggling to affirm the dominance of mind over hand in the creative process, he habitually recorded his thoughts on any available scrap of paper. Duchamp’s writings are unique in that the premeditated form of their initial publication shows them raw, spontaneous and unpolished.

The first notes to be published were produced in a limited edition and printed under Duchamp’s direct supervision, at his own expense. The resulting loose documents were contained in a box bound in green flock-paper. The Green Box which was admired for its form and perversity and loved as a work of art. Since the publication of The Green Box in 1960, advances in computer science have bought the tools to bring his The White Box to a wide audience.

It is Duchamp’s description of what a work of art might be that endures: art is the depiction, the token, the emblem of something in his head, the messenger that carries the meaning. He emphasises how language is an integral part of the slow fabrication.