Field Guide to the Wildlife of Madison Square Park

dion_field_Image00025

Mark Dion
Field Guide to the Wildlife of Madison Square Park
New York: Public Art Fund, 2002
31 p.
15 x 11 cm.
1500 ex.

Table of Contents
Introduction by the Public Art Fund / Susan K. Freedman and Tom Eccles
A field guide to the park’s wildlife / Michael Crewdson and Margaret Mittelbach; drawings by Ignacio Lang
Field work: photographs / Bob Braine
History and timeline / David Rivel and Jessica Lin Cox
Mark Dion: folly with a twist / Gregory Volk
Foot traffic: illustrations / Jorge Colombo.

A convite do Fundo de Arte Pública, Mark Dion criou a Unidade de Observação dos Animais Selvagens Urbanos, uma pequena estação de trabalho no Madison Square Park, em que realizou uma pesquisa sobre seus arredores no período de 11 de julho a 31 de outubro de 2002. Uma mistura potente de investigação séria e absurdo divertido, seus resultados aparecem anotados e ilustrados neste guia. O estorninho europeu, o pardal e o pombo doméstico são identificados como habitantes, assim como a borboleta monarca, o rato da Noruega e a barata americana. Fotografias e desenhos acompanham as notas sobre o trabalho de campo e da história do local. Gregory Volk contribuiu com um ensaio crítico. Uma lista das palestras que aconteceram na Unidade de Observação está incluída no final, junto com uma bibliografia de mais pesquisas, caso o leitor esteja interessado em assumir um posto de observação na cidade. (http://printedmatter.org/).

dion_field_Image00027

At the invitation of the Public Art Fund, Mark Dion created The Urban Wildlife Observation Unit, a small work station in Madison Square Park, in which he conducted research on his surroundings from July 11 – October 31, 2002. A potent mix of serious investigation and gleeful absurdity, his findings appear fully annotated and illustrated in this guide. The European Starling, the House Sparrow and Pigeon are identified as inhabitants as are the Monarch Butterfly, the Norway Rat and the American Cockroach. Photographs and drawings accompany notes on field work and the site’s history, and Gregory Volk contributes a critical essay. A list of the lectures that took place at the Observation Unit is included at the back along with a bibliography for further research should you be inspired to take up your own post in the city.  (printedmatter.org).

Código 4

codigo_vol4.jpg
Código. Salvador/BA: Erthos Albino de Souza, s. p.
Capa: Regina Silveira.
Logotipo: Augusto de CAMPOS.
4ª Capa: Luzazul / Julio PLAZA. Programação Visual: Rogério DUARTE.

Ano: 1980
Fascículo: 4

COLABORADORES
Aldo FORTES
Alice RUIZ
Augusto de CAMPOS
Antonio Risério
Caetano VELOSO
Décio PIGNATARI
Duda MACHADo
Haroldo de CAMPOS
Inês OSEKI-DEPRÊ
José Lino GRÜNEWALD
Mônica COSTA
Nelson ASCHER
Paulo LEMINSKI
Pedro XISTO
Péricles CAVALCANTE
Régis BONVICINO
Vinícius DANTAS

sans titre

Jeanne Gailhoustet
[sans titre]
Rennes, Incertain Sens, 2011
[12 p.]
cartonnées, agrafées
offset couleur et or
15,5 x 20 cm.
1000 exemplares
isbn 978-2-914291-44-6.
Publié avec le soutien de l’UFR Arts, Lettres, Communication de l’université Rennes 2.

 

 A Abadia Real de Fontevraud foi fundada em 1101; até 1792, ela se manteve sob a direção de Abadessas poderosas. Napoleão a transformou em casa de correção em 1804. A prisão foi fechada em 1963.
Poucos traços permanecem legíveis do tempo da penitenciária, a abadia sofreu muitas obras de restauração. Em um antigo quarto da enfermaria São Bento, a direção da prisão construiu galinheirospara acomodar os presos em isolamento. Eles foram preservados. Estas pequenas celas não permitem deitar totalmente esticado na cama; o prisioneiro passava longos momentos com a cabeça apoiada contra a parede”.

“L’abbaye royale de Fontevraud a été fondée en 1101 ; jusqu’en 1792, elle se développe sous la direction de puissantes Abbesses. Napoléon la réaffecte en maison de force et de correction en 1804. La prison ferme en 1963.

Peu de traces lisibles restent de l’époque pénitentiaire, le site de l’abbaye a subi de nombreuses campagnes de restauration. Dans une ancienne chambre de l’infirmerie Saint Benoît, la direction de la centrale a construit des « cages à poules » pour accueillir les prisonniers à isoler. Elles ont été conservées. Ces cellules minuscules ne permettaient pas de s’allonger intégralement sur la couche; le prisonnier passait là de longs moments, la tête appuyée contre le mur.”

Sex

lightbox_Screen_Shot_2015-03-30_at_4.35.18_PM

Claude Closky
Sex
Rome: Electa, 2007
[160] p.
21 x 15 cm.
Offset; colorido
ISBN: 9788837051563

This volume was printed for the exhibhition “Climb at your own risk” at Madre, Museo d’ arte Comtemporanea Donna Regina, Napoli.

As páginas duplas apresentam sempre fotografias de objetos fálicos de um lado e de objetos que possuem um buraco de outro lado.

Closky_Sex_pp28-29.jpg

Salvar

Salvar

I prelibri

i-prelibri3

Bruno Munari
I prelibri (Pré-livros)
Mantova, Corraini, 4a ed., 2011
28 x 39 cm
[12] v. : il. col. ; 10 x 10 cm, em caixa de 39,5 x 28 cm
Texto em italiano, inglês, francês e alemão
ISBN: 978-88-87942-66-8

Os Pré-livros, um volume cultuado hoje, foram publicados pela primeira vez pela editora Danese em 1980. Eles formam uma série de 12 pequenos livros (10 x 10 cm) para as crianças que ainda não aprenderam a ler e escrever, projetados para caber em suas mãos e montados usando diferentes tipos de materiais, cores e encadernações. Eles oferecem uma variedade de estímulos, sensações e emoções que surgem a partir da combinação de percepções e imagens: devem dar a sensação de que os livros são realmente feitos desta maneira, e contêm surpresas. A cultura decorre das surpresas de verdade, das coisas até então desconhecidas(Bruno Munari).

A04895_b_l

I PRELIBRI, un volume di culto ormai, sono stati pubblicati per la prima volta da Danese nel 1980. Sono una serie di 12 piccoli libri (10 x 10 cm) dedicati ai bambini che non hanno ancora imparato a leggere e scrivere, disegnati per adattarsi alle loro mani e assemblati usando diversi tipi di materiali, colori e rilegature. Offrono una varietà di stimoli, sensazioni e emozioni, che nascono dall’accostamento di percezioni e immagini: “dovrebbero dare la sensazione che i libri siano effettivamente fatti in questo modo, e che contengano sorprese. La cultura deriva in effetti dalle sorprese, ossia cose prima sconosciute” (Bruno Munari).

Sobre os livros de Munari: http://the-publishing-lab.com/

Elements of Beauty

elementsofbeauty_500

Carla Zaccagnini
Elements of Beauty
São Paulo, Tijuana, 2012

Elements of Beauty_pp64-65_on white

Elementos de beleza é baseada no livro homônimo da artista, lançado em 2012, sobre as sufragistas de Londres e Manchester, nos anos 1910. A publicação, que faz parte da obra e estará disponível para consulta dos visitantes, reúne material de arquivo, fotografias, recortes de jornal e registros criminais a respeito da seção considerada mais radical do movimento, que defendia o direito de voto para as mulheres nas eleições políticas. A Women’s Social and Political Union (WSPU), organização de militância pelo voto feminino, era adepta de táticas de ação não convencionais, que incluíam ataques a vitrines de lojas, museus e pinturas, em especial aquelas que representavam nus femininos e retratos de homens. (via http://www.infoartsp.com.br/en/agenda/elements-of-beauty-a-tea-set-is-never-only-a-/)

Untitled-1

Salvar

Reality

Kozlowski_059.jpg

Jarosław Kozłowski
Reality, (1972) 3rd Printing 2014.
Matt’s Gallery / X Marks the Bökship

“REALITY “ is based on Immanuel Kant’s Critique of Pure Reason. It is a precise copy of the third subchapter of The Transcendental Power of Pure Judgement (Analysis of Principles) from Doctrine of Elements (part II, section 1). “REALITY” means reality.

. , : ; – ( ) / / ” “ ! ? … ­– or punctuation – is something which escapes conformation with metalinguistic reality and which does not constitute either its representation nor its description (in written language).

Although we commonly refer to punctuation marks, these notations have no meaning external to themselves. They do not have any models in meatalinguistic reality and themselves do not model any elements of that reality. They have no designates, while, simultaneously, not being void, they are therefore neutral vis-à-vis metalinguistic reality.

. , : ; – ( ) / / ” “ ! ? … ­create reality which is e q u i v a l e n t   to metalinguistic reality. In a sense they are the only “REALITY” reality of ‘Jarosław Kozłowski ‘.

Con-Text, Bunkier Sztuki, 2009