Notes on the elimination of the audience

Notes on the elimination of audience

Sean Joseph Patrick Carney
Notes on the elimination of the audience: translated from English to American by Sean Joseph Patrick Carney
Outro título: Allan Kaprow’s “Notes on the Elimination of the Audience” Translated from English to American
Portland, OK: Social Malpractice Publishing, 2011
40 p.
grampeado
Fotocópia, p&b
Notas: Publication nº 8 / Translation nº2
Art Theory for Americans

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The second installment in the Art Theory for Americans series, this booklet translates Kaprow’s seminal 1996 essay into simple terminology that your uncle can understand. It features a brief primer on Allan Kaprow and the advent of the Happenings art movement.

Originally exhibited at Reading.Writing, curated by Lisa Radon at galleryHOMELAND in Portland, OR.

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Mais info: http://www.socialmalpractice.com/allan-kaprow

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Campos de cuidado

Campos de cuidado

Alexandre Copês, 1988 – (Brasil)
Campos de Cuidado
Porto Alegre, RS: azulejo arte impressa, 2015.
10 x 15 cm, il. col., 94 p.
Offset
100 ex. num. Exemplar nº 24/100

português
brochura

Tipo de documento: livro

ISBN: 978-85-69059-03-5

Notas: Capa cartão 290g
Miolo em papel Pуlen 90g

Site do artista: cargocollective.com/alexandrecopes/Alexandre-Copes

Ausente

Ausente

Gordana Manic (Novi Sad/Sérvia, 1973)
Ausente [Absent]
São Paulo, 2013
Português/ Inglês
Capa dura, offset, cor.
ISBN: 978-85-66156-03-4

In 2013,  after  14  years of  absence,  I took  a  three-month  trip to visit my  family and my native land, now called  Serbia.  I produced a book that expresses,  only  through  images,  my  feelings and thoughts on the occasion of that visit.

Este projeto foi contemplado com o Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia 2012

Livro em PDF: https://issuu.com/gordanamanic/docs/absent

https://www.gordanamanic.com/absent

Assim que for editado, lhe envio

Assim que for editado, lhe envio

Michel Zózimo (Santa Maria/RS, 1977)

Assim que for editado, lhe envio
Porto Alegre: Modelo de Nuvem, 2013.
144 p.; il. col.
14,5 x 21 cm
Offset
700 ex.
ISBN: 978-85-63057-21-1

O projeto consiste em uma publicação de escritos de artistas, de diferentes formatos [texto crítico, texto analítico, texto em prosa, texto poético, diagramas, materiais de estudo, cartas, contos, roteiros], os quais versarão sobre certas questões que possam derivar do campo da arte, articulando-as com outros campos de conhecimento. Os artistas Alessandra Giovanella, Cristina Ribas [A Arquivista], Cristiano Lenhardt, Fernanda Gassen, Jonathas de Andrade, Letícia Ramos e Luiz Roque participam desta publicação, relacionando seus processos poéticos com possíveis assuntos que lhes despertem interesse.

 

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=Damx8bJs7n4]

www.modelodenuvem.com.br
Disponível em PDF: https://issuu.com/leticiaramos/docs/assimqueforweb/1

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Opinions

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Matthieu Saladin
Opinions
Rennes: Incertain Sens, 2013
[104 p.]
offset, três cores
16 x 24 cm.
1000 ex.
Coédition avec le Centre d’Art Contemporain de Brétigny.
ISBN 978-2-914291-55-2

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Este livro contém cinquenta pesquisas realizadas pelos principais institutos de pesquisa da França (BVA, CSA, IFOP, TNS Sofres, etc) desde a virada do séculoabordando questões econômicas e políticas, sociais e culturais. Os percentuais de respostas para cada questão reconfiguram a largura das faixas da bandeira francesa, mas mantém as cores e proporções oficiais (2: 3). A primeira resposta ou a resposta “sim” é o azul; a segunda resposta, ou não” tem a cor vermelha; no meio, a participação dos entrevistados sem resposta (sem opinião) é equivalente ao branco. A composição de cores assim produzida a partir de questões apresentadas mostra como a “opinião pública” distorce o emblema da República Francesa. Na entrada “Bandeira da França” no Wikipedia, diz que por um longo tempo, as três faixas não tinham a mesma largura (é o caso da bandeira de Paris e esta prática foi mantida durante a revolução). Parece que regulamentos que estabelecem faixas de igual largura foram criados depois de Napoleão Bonaparte e dos conselhos do pintor Jacques-Louis David (1). É também no século XVIII que o papel das estatísticas está configurado, a pesquisa – que “a parte pode substituir o todo (2) em seguida seria associada com a ideia de representatividade. Um dos paradoxos dessas pesquisas, especialmente óbvio hoje que nenhum aspecto da vida social parece escapar-lhes, é que tenham a intenção de fornecer uma opinião pública atuando como “verdade do povo ainda em seu discurso que, se ele foi calculado, permanece a dúvida e que, no mesmo princípio das suas estatísticas, eles tendem a fazer, nas palavras de Jacques Bouveresse, “as pessoas, ideias e eventos quase completamente intercambiáveis” (3).

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Ce livre reprend cinquante sondages réalisés depuis le début du XXIe siècle par les principaux instituts de sondage français (BVA, CSA, IFOP, TNS Sofres, etc.), touchant aussi bien à des questions économiques et politiques que sociales et culturelles. Les pourcentages des réponses données à chaque question reconfigurent la largeur des bandes du drapeau français, en conservant toutefois ses couleurs et ses proportions (2:3) officielles. Le premier élément de réponse ou la réponse « oui » correspond à la couleur bleue ; le deuxième élément de réponse ou la réponse « non » à la couleur rouge ; au milieu, la part des sans réponses (ne se prononcent pas) équivaut au blanc. La composition de couleurs ainsi générée fait face à la question posée, distordant au gré de l’« opinion publique » cet emblème de la République française. À l’entrée « drapeau de la France » dans Wikipédia, on peut lire que pendant longtemps, les trois bandes n’avaient pas la même largeur (c’est le cas du drapeau de Paris et cet usage s’est conservé durant la révolution). Il apparaît que c’est seulement depuis Napoléon Bonaparte et sur les conseils du peintre Jacques-Louis David que la réglementation instituant des bandes de largeur égale a été établie (1). C’est également au XVIIIe siècle que le rôle prévisionnel des statistiques se met en place, le sondage – où « la partie peut remplacer le tout (2) » – devenant à leur suite associé à l’idée de représentativité. L’un des paradoxes de ces sondages, d’autant plus manifeste aujourd’hui que le moindre aspect de la vie sociale ne semble pouvoir leur échapper, est qu’à la fois ils entendent livrer une opinion publique faisant office de « vérité du peuple » – qui pourtant dans son expression, sinon son calcul, reste sujette à caution –, et que dans le principe même de leurs statistiques, ils tendent à rendre, pour reprendre les mots de Jacques Bouveresse, « les individus, les idées et les événements presque complètement interchangeables (3) ».

1. Wikipédia, Le drapeau de la France, http://fr.wikipedia.org/wiki/Drapeau_de_la_France (consulté le 29/02/2012).
2. Alain Desrosières, La politique des grands nombres. Histoire de la raison statistique, Paris, La Découverte, 1993, p. 277.
3. Jacques Bouveresse, Robert Musil. L’homme probable, le hasard, la moyenne et l’escargot de l’histoire, Paris, Editions de l’éclat, 1993, p. 104.

http://www.sites.univ-rennes2.fr/arts-pratiques-poetiques/incertain-sens/fiche_saladin_opinions.htm

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Alien Invaders

Alien invaders

 

Jacob Cartwright, & Nick Jordan (Inglaterra, 1967)

Alien Invaders: A guide to Non-Native Species of the Britisher Isles
Londres: Book Works, 2006.
48p.; il. col.;
13 x 19 cm
Offset
Capa dura
1000 ex.
ISBN: 10-870699874 / 13-9781870699877

“This publication – a cross-pollination of fact and fiction – takes the form of an illustrated natural history guide (volume 1), offset by the artists interventions.”

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Researching invasive non-native species of plant and animal life, this collaborative project documents, through drawing and text, the discovery and history of selected alien species introduced to the British Isles, and the effect on native wildlife. Presented as a cross-pollination of fact and fiction, this wonderfully inventive book takes the form of an illustrated natural history guide, offset by the artists’ interventions. Ten alien invaders are categorised and illustrated, including: the American Bullfrog, Giant Hogweed, Spanish Bluebell and Wels Catfish. In the manner of a scientific guidebook each entry lists, ‘Category of Introduction’, ‘Problems caused by Introduction’, and ‘Efforts of Control or Eradication’, drawing on both scientific fact and often bizarre cultural anecdote.

https://www.bookworks.org.uk

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Album IV

Album IV

Luis Jacob (Lima, Peru, 1970)
Album IV
Toronto, Canadá: Art Metropole, 2010.
85 p.;
18,5 x 27,4 cm
Offset
1000 ex.
brochura
ISBN: 978-0-9809184-3-4

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This artist book is published on occasion of the presentation of “Album IV” at the Solomon R. Guggenheim Museum, New York, in the exhibition Haunted: Contemporary Photography/Video/Performance (26/3-06/09/2010).

 

www.artmetropole.com

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