Artéria 10

Artéria X
São Paulo: Nomuque Edições, 2011
Caderno em sulfite, impressão offset p&b e capa com 8 faces e impressão quadricrômica.
17,5 x 25 cm.
64 p.
Projeto gráfico e diagramação: Fernando Angulo e Cassiano Tosta.
Tiragem: 500 exemplares.

Na capa :
_Regina Silveira: Azzurro
_Gastão Debreix: Enigma
_Erthos Albino de Souza: Poema da série Musa Speculatrix
_Marcela Tiboni: em De La Tour
_André Vallias: F. Nietzsche: Sobre a Minha Porta –
tradução e design
_Peter de Brito: Mimese
_Tadeu Jungle: Angústia
_Sonia Fontanezi: Estudos para Logotipo

Corpo da revista :
_Fabiana de Barros: Santa Milla (encarte-santinho)
_Editorial (Omar Khouri e Paulo Miranda)
_Fernando Laszlo: Luz Preta
_Dumas: Kurt Schwitters interpretiert die Ursonate
_Dr. Ângelo Monaqueu e Omar Khouri: A beleza não é tudo
_Gerty Saruê: Ângulos com A
_Regina Vater: Time
_Ezra Pound: Em uma estação de metrô. Tradução de Lara Werner
_Demósthenes Agrafiotis: Definições. Tradução de
Haroldo de Campos
_Soraya Braz: Fruição / Micção
_Fábio Oliveira Nunes: Poemaparte
_Alberto Oliveira: Sem título (da série Hagar).
_Júlio Mendonça: Sem título
_Anna Barros: Nanopaisagem
_Walter Silveira: Vocemia
_Célia Mello: Sem título (Hotel Borges)
_Anderson Gomes: Sem título
_Rafael Trabasso: Tradução Interlingual
_Aldo Fortes: Sem título
_Décio Pignatari: Logograma
_João Bandeira: UR
_Daniel Scandurra: Vão
_Inês Raphaelian: Amazing Amazon
_Elson Fróes: XXX
_Gil Jorge: Entrodução
_Gustavo Vinagre: receita de sour cream
_Diniz Gonçalves: Metálica
_Lenora de Barros: Já vi tudo
_Frederico Barbosa: O anoitecer das ninfas
_Arnaldo Antunes: Inversión
_Alexandre Azeredo: Poema à espera de uma música
_Edgard Braga: Asas da Noite
_Vanderlei Lopes: Sopro
_Carlos Rennó: Tendeu?
_Paulo Miranda: Falso cognato
_Daniele Gomes de Oliveira: Termo de Compromisso
_Ivana Vollaro: Sem título
_Lúcio Agra: Olho por olho de Haroldo de Campos
_Cláudio Daniel: Portão Sete (fragmentos)
_Fernando Angulo: Sem título
_Lygia de Azeredo Campos: os corpos se juntam
_Antonio Lizárraga: de noite
_Priscilla Davanzo: Garota do verão
_Vinícius Alcadipani: Canto das formigas
_Ricardo Coelho: Davi e Narciso
_Felipe Paros: Variações ladinas
_Augusto de Campos: Profilogramallarmé
_Clemente Padín: Canción de protesta nahuatl
_Paulo de Toledo: DI(C)(V)E
_Glauco Mattoso: Molecada malcriada I, II e III
_Pipol: Chapelaria Garcia
_Gustavo Arruda: Oriki de Ifá
_Alice Ruiz: Baú de guardados
_Marie Ange Bordas: (da série) Sem remendo
_Jorge Luiz Antonio: Logo logos
_Julio Plaza: Sem título
_Zéluiz Valero: Walter Franco

Gente I

450xN

André Valente
Gente I
São Paulo, Bebel Books
serigrafia
5,5 x 8 cm.
[22] p.

“Primeiro volume da coleção de perfis desenhados pelo ilustrador e quadrinista übertalentoso André Valente. Cada livrinho tem 10 perfis selecionados entre os 50 da série – então cada um é diferente do outro!”

http://www.bebelbooks.com.br/pd-1a1adb-gente-i.html

(a, b, c)

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Ulises Carrión
a, b, c
Geneva, Boabooks, 2016
10,5 x 14,5 cm
[48] p.
ISBN: 9782940409952

In a, b, c Ulises Carrión presents one if his early linguistic exercises in English, originally handwritten in green ink in 1972. The author observes and explores the structure of the sonnet. He develops fourteen interrelated sequences, which he uses as a key to codify a narrative. The text of each poem follows the schematic order of its title. (via Boabooks)

http://www.boabooks.com/books/a-b-c/

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Salad Dressing

Salad Dressing Cover

Tom Sowden & Performance Re-enactment Society
Salad Dressing
Bristol, Arnolfini, 2011
20,3 x 20,5 cm.
44 p.
ISBN: 978-0956888600

Publicado pela galeria Arnolfini como parte da série Cover-ed, intervenções criativas e curadorias sobre o icônico livro de artista Crackers, de Ed Ruscha e Mason Williams, publicado em 1969.

http://www.tomsowden.com/artworks/salad-dressing/

Todo Aquello Que No Está En Las Imagenes

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Rosângela Rennó
Todo Aquello Que No Está En Las Imagenes
Espanha, Centro Atlántico de Arte Moderno, 2014.
15 x 21,5 cm.
271 p.
ISBN:  978-8492579-58-7

Rosângela Rennó has spent more than two decades collecting objects related to the creation of images. From magic lanterns to cameras, from individual pictures to complete albums, these objects have become the raw material for many of her pieces. The forgotten or simply left behind is not only reborn, but also takes on the ability to generate new narratives.

This process is even more similar to archeological practices, when Rennó finds the photographs of the skulls pertaining to the Gaunches in the Canarian Museum and sees in them a “somber testimony of the heavy hand of the Spaniards over the precolonial Canarian societes”. Just like a forensic pathologist, the artist listens to what the cadavers have to say about their past, but without nostalgia, since her goal is based on understanding the present and the future.

 

http://photobookcorner.com/book/what-not-images/

Cahier de Chantenay

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Julien Nédélec
Cahier de Chantenay
Brest, Zédélé, 2014.
24 x 32 cm.
24 p.
ISBN: 978291585951-5

Cahier de Chantenay é um livro de Julien Nédélec, projetado para o Colégio Chantenay  em Nantes. Ele assume a forma de uma ferramenta de trabalho essencial para colegiais e está presente em todas as listas de escolas: um caderno no formato 24 x 32 cm, quadriculados grandes, 48 ​​páginas.
(…)
O Cahier de Chantenay foi distribuído a todos os alunos do colégio em setembro de 2014. Será oferecido aos alunos que entrarem no sexto ano nos anos seguintes, até que o estoque acabe. Cada aluno terá sua própria edição e estará livre para mantê-lo como está, ou usá-lo como um caderno comum.

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Cahier de Chantenay est un livre de Julien Nédélec, imaginé pour le collège Chantenay à Nantes. Il prend la forme d’un outil de travail indispensable aux collégiens et présent dans toutes les listes scolaires : un cahier au format 24 x 32 cm, à grands carreaux, de 48 pages.
Le titre s’amuse de la proximité sonore avec les fameux et désormais désuets cahiers de chant. La couleur jaune de la couverture fait écho à celle du bâtiment et de l’installation de Julien Nédélec, Operatio.
A l’intérieur, les pages reprennent la réglure « seyès », plus communément qualifiée de « grands carreaux » et typique des cahiers d’écolier. Au fil des pages, la trame imposée pour l’apprentissage de l’écriture et de l’organisation disparaît pour laisser place à une page entièrement blanche. Cet effacement de la réglure symbolise l’autonomie gagnée par les élèves durant les quatre années de collège.
Cahier de Chantenay a été distribué à l’ensemble des élèves du collège à la rentrée 2014. Il sera ensuite offert aux élèves entrant en sixième les années suivantes, jusqu’à écoulement du stock. Chaque élève possédera donc sa propre édition et sera libre de la conserver telle quelle, ou bien de l’utiliser comme un cahier ordinaire.

http://www.lapetitelibrairie.net/zedele/cahier-de-chantenay.html