Sebo

Sebo. Livro de Fabio Morais e Marilá Dardot.

Fabio Morais e Marilá Dardot
Sebo
18 x 11 cm
96 p.
600 ex.

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Há uma edição especial, numerada e assinada pelos dois autores, em que cada exemplar vem com um dos objetos originais, reproduzidos em fac-simile.

Sebo faz parte da caixa Arquivo, que acompanhou a exposição individual de Marilá Dardot, Sob neblina [em segredo], no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo, em 2007.

Neste livro, Marilá Dardot e Fabio Morais juntam coleções de coisas que, há anos, encontram esquecidas dentro de livros comprados em sebos. Cada página desta edição é um fac-símile frente e verso de um desses objetos achados.

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JAB 12

JAB012

Journal of Artists´Books 12 | Outono 1999

Brad Freeman edita desde 1994 um periódico especializado em livros de artista. Esta edição temática sobre a narrativa experimental em livros de artista está disponível em PDF. A capa foi feita com as folhas usadas na impressão do livro de artista Nova Reperta (1999) de Johanna Drucker e Brad Freeman.
JAB12 é o catálogo da exposição “Experimental Narrative and Artists’ Books”, com curadoria de Johanna Drucker & Brad Freeman, realizada na Foster Hall Gallery, Louisiana State University, Baton Rouge, em setembro de 1999. A edição conta com um ensaio de Johanna Drucker e depoimentos de artistas que participaram da exposição: Telfer Stokes, Phil Zimmermann, Helen Douglas, Francois Deschamps, Clifton Meador, Janet Zweig e Gary Richman, entre outros.

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Corpo Coletivo

imagem da série "Corpos Coletivos"

imagem da série “Corpos Coletivos”

Alex Flemming
Corpo Coletivo
São Paulo, edição do artista, 2001

O artista Alex Flemming, radicado em Berlim, foi o primeiro a se prontificar e fazer a doação de dois livros de artista para a coleção especial da EBA/UFMG. Foram doados os livros “Sumaré”, de 1998, com edição de apenas 13 exemplares, e o “Corpos Coletivos”, com edição de 10 exemplares.

Trapézios

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Rute Gusmão
Trapézios
Rio de Janeiro, 1982.
17 exemplares

Uma ética construtiva

Por vezes, tem‑se a sensação de que não se trata apenas de ocupar, com o trapézio, um lugar no espaço, questionar o equilíbrio. O trapézio ativa este espaço na sucessão de dobras, rupturas, projeções e deslocamentos, fazendo surgir o tempo. Tempo como ação, virtualidade pura. Uma linha quase invisível corta o trapézio ou se expande a partir dele. O olho do espectador percebe a linha e revela também o seu tempo.

Além das serigrafias e dos plásticos, Rute Gusmão vai expor três cadernos elaborados entre 1980 e 1981. Neles, discute seu próprio processo criador, cada escolha e seu momento, a eliminação de possibilidades quase infinitas. Num dos cadernos, “Treze escolhas arbitrárias”, Rute começa dizendo: primeira opção: construir. E prossegue: construir um retângulo, construir um retângulo preto, um retângulo preto no espaço branco do papel, e assim, sucessivamente. O último caderno não traz textos ou croquis, mas apenas a figura do trapézio que se desloca sobre o branco do papel, ameaçando fugir pelas bordas do papel, alcançar seu avesso. Ou seja, é o olho do espectador que refaz a cada instante o trapézio que ameaça escapar.

‑ Você mesma insere‑se numa tradição construtiva, a brasileira inclusive. O que tem a ver este partido construtivo com sua vida de todo o dia? Onde você esconde o seu caos, sua confusão? Não me parece ser aqui, neste apartamento tão silencioso e arrumado. Porque a construção é também uma ética, um comportamento, uma opção política. O que é construir para você?

Meu trabalho, sem deixar de ser construtivo, tem um lado irônico, ele também quer desarrumar as coisas, questionar o que está aí. Eu não estou satisfeita com o que estou vendo ao meu redor, eu percebo a contradição, o sufoco que é a vida de todo mundo. Agora, este é um lado difícil de comunicar em meu trabalho. Preciso um certo esforço para perceber.

Frederico Morais. Ironia e construção nos trapézios de Rute Gusmão. O Globo, 3/5/1982.

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Visite o site da artista Rute Gusmão

Disponível em PDF: http://issuu.com/amir_brito/docs/trapezios_rute_gusmao

Contas Anacíclicas

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Guto Lacaz
Contas anacíclicas
São Paulo, ed. do autor, 2003

22 contas de restaurante na forma anacíclica, palindromos, capicuas

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O livro foi publicado com duas capas impressas em tipografia, uma em papel amarelo e a outra em papel vermelho. O artista gentilmente doou livros para a formação da coleção especial da EBA/UFMG. Nosso agradecimento.

Manual Ilustrado de Anestesia Local

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Paulo Bruscky.
Manual Ilustrado de Anestesia Local,
[Recife], 1992
fotocópia, carimbo
encadernação em espiral

Exemplar 6/15, assinado

Fotocópias de páginas de revistas mostrando escândalos de corrupção envolvendo o então presidente Collor. Sobrepostas à reportagem, um carimbo em vermelho com a palavra DEPUTADOS, com as quatro letras do meio maiores do que as outras, formando outra palavra, e o “s” cortado por duas linhas paralelas, como um cifrão. Fotografias e desenhos mostrando a anestesia sendo aplicada em diversas partes do corpo, um carimbo de um inseto (uma pulga?) e cópias de folhetos de “compro ouro” (um dos folhetos destaca a frase “não compro ouro de ladrão”).

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