Vaga em campo de rejeito

Maria Helena Bernardes, Vaga em campo de rejeito
editor: Raimundo Gadelha
projeto gáfico: Denise Gadelha
fotografias: Denise Gadelha… [et al.].
São Paulo: Escrituras, 2003.
89 p. : il.
22,5 x 15,5 x 1 cm.
Série Documento Areal, vol. 2

O trabalho “Vaga em campo de rejeito” foi realizado entre setembro de 2001 e janeiro de 2002, no município de Arroio dos Ratos, RS.
“Vaga em campo de rejeito” traz a experiência compartilhada por Maria Helena Bernardes e um grupo de moradores de Arroio dos Ratos, no Rio Grande do Sul, que viveram em conjunto o processo de identificar uma vaga e reproduzí-la na área de um antigo depósito de rejeito de carvão, materializando, ali, o desejo da artista de ver, finalmente, “um vazio construido sobre outro”.

Dilúvio

André Severo e Maria Helena Bernardes
Documento Areal 10
Belo Horizonte: JA.CA, 2011
120p. Inclui DVD.

“DILÚVIO”  é um livro que reúne texto, ensaio visual e um DVD com filmagens da viagem de André Severo e Maria Helena Bernardes pelo interior do Rio Grande do Sul, entre os anos de 2002 e 2003.  A narrativa se constrói através das reflexões e perambulações dos artistas, às margens do Arroio Dilúvio, em Porto Alegre, e do Arroio Duro, em Camaquã − e revela uma questão que permeia o Documento Areal : o trabalho em “estado de trânsito”.

“Neste mesmo Areal, nem tudo é feito apenas de areia. São palavras, pequenos acontecimentos, trocas histórias, convicções, incertezas. A paisagem aqui não existe por si só, ela se constrói pela experiência, pela relação com o outro, pelo mistério do desconhecido, pela generosidade da troca.”

   trecho extraído da capa do livro

A Portrait of the Artist as a Young Man

Alejandro Cesarco
A Portrait of the Artist as a Young Man
Porto Rico, Trienal Poli / Gráfica de San Juan: América Latina e Caribe.  2009.
Capa dura
15 x 21 cm
offset preto e branco
Tiragem: 300.

‘A Portrait of the Artist as a Young Man’ is a condensed and personalized translation of Joyce’s classic, consisting of all the Januaries of Cesarco’s youth.

Histórias de Observatórios

Imagem

Mayra Martins Redin
Histórias de Observatórios
Porto Alegre, 2011
13 x 18 cm
50 ex.
Offset
148 p. + encarte de papel vegetal de 40 p. (que faz parte do “observatório de neve”)

Mayra Martins Redin compartilha conosco seus modos de observação e captura de precipitações efêmeras da natureza (como a chuva e a neve), e em alguns casos invisíveis até (como o sereno e a maresia), ao passo que inventa imagens e textos que se articulam quase alquimicamente com estes fenômenos. Além disso, a artista nos oferece a possibilidade de recriação destes procedimentos, para que nos apropriemos deles (via http://www.confrariadovento.com).

“Histórias de Observatórios” é composto por quatro livros:
“Observatório de chuva”, “observatório de neve”, “observatório de sereno” e
“observatório de maresia” + 1 cd de áudio contendo 4 faixas de 5 minutos cada.
13 x 18 cm / tiragem de 50 exemplares / impressão em offset/ 2011 / 148 paginas + encarte de papel vegetal de 40 páginas (que faz parte do “observatório de neve”)
Foi produzido em Porto Alegre e impresso em São Paulo, edição de autor.

Imagem

4000 Disparos

Jonathas de Andrade. 4.000 Disparos, 2011
digital print, edition of 500,  signed
13 X 10 cm

One super-8 roll composed of anonymous male faces randomly
captured, frame by frame, in the streets of Buenos Aires.
The flip book runs through this archive of growing tension that combine urgency and past; yesterday and today; obsession and gesture repetition.

4000disparos2

100 Scenes: a graphic novel

100 Scenes (front cover)

Tim Gaze
100 scenes: a graphic novel
Kent Town, Austrália: Asemic editions, 2011.
[109] p.

The images are raw scans of original pages made by me, using cheap acrylic paint on sheets of ordinary office paper. The pages were made over a period of 4 or 5 years. It took a few weeks to select which hundred to assemble into this book, and a few more weeks to decide on which order to put the pages. One page has a conspicuous black line on the right hand side, which I left there.

Most of the marks were made using a technique known as decalcomania. You spread ink or paint on a surface, then print off that surface, which results in chaotic, organic, blotty shapes. The Surrealist artist Oscar Domínguez invented this technique in 1936. Max Ernst made several paintings which used decalcomania along with other techniques. One example is Landscape with Lake and Chimeras (ca. 1940).

Uma resenha mais detalhada do livro pode ser encontrada aqui: http://galatearesurrection16.blogspot.com.br/2011/03/100-scenes-by-tim-gaze.html

The abstract graphic novel 100 Scenes by Tim Gaze is now available as a paperback book, printed on demand, at Digital Print Australia.

The e-book version of 100 Scenes, published by Transgressor, is available from the distributor XinXii.

You can watch a slideshow of every page in the book.

Eileen Tabios’ review is here.

(via http://asemic-editions.blogspot.com)

Voo Cego

Voo Cego. 1000 exemplares. Capa dura, 40 páginas. Impressão braile feita com verniz transparente e pontos de tinta fluorescente.

 

Bruno Vilela – (Recife, 1977)

Voo cego
produção Daniela Azevedo.
[Recife: Ed. do Autor, 2011].

[40] p. : il. color.
21,7 x 21,8 cm.
1.000 ex.

As páginas do livro são impressas com escrita braile, feitas de verniz transparente. As paginas são brancas, e quase não se vê a impressão braile.

Em certos pontos do braile o verniz é misturado com tinta fluorescente. Ao apagar a luz vemos se formar no meio do texto em braile constelações e desenhos diferentes em cada pagina. Cada pagina, texto, é referente a imagem formada ao apagar das luzes. Em uma delas temos um texto sobre orion, ao apagar das luzes surge a constelação de Orion. Isso gera uma interação entre aquele que enxerga, o vidente, o o cego pois o vidente precisa do cego para que leia o texto que ali esta, e o cego por sua vez precisa do viente para que lhe mostre onde esta o desenho, a constelação, mas, para se enxergar as constelações, precisamos apagar as luzes, ou seja, ficarmos cegos. Acessibilidade as avessas, um precisa do outro. Foram feitos 1000 livros com 40 paginas cada.

http://brunovilela.com.br/voo_cego.html

Diário

Diário I, 2011

Isabel Barona, 1974 – (Portugal)
Diário
Cascais (PT): Ed. do autor, 2011.
52 p.; il. col.; 18 x 24 cm
Offset
500 ex.
Encadernação: brochura

Idioma: português


Diário
é um pequeno livro elaborado e organizado essencialmente a partir da selecção de um conjunto de auto-retratos desenhados diariamente durante os últimos meses.
Diário resulta da impressão off-set a preto e branco de uma selecção de desenhos que são complementados e transformados por intervenções manuais posteriores, como colagens. O texto da página 32/33 é uma reprodução fiel das páginas 74 e 75 de “O Corpo enquanto arte” de Don DeLillo ( Lisboa, Relógio de água, 2001).
Livro de artista produzido em regime de Auto-edição; 18X24 cm; 88 páginas.

 

Diário II foi impresso em off-set a preto e branco; algumas páginas são posteriormente intervencionadas manualmente, com colagens, costuras, introdução de frases, entre outros detalhes. Cada livro torna-se um exemplar único. O texto da página 31 e 32 é uma reprodução da edição portuguesa do título “Tonio Kröger” de Thomas Mann ( Lisboa, D. Quixote, 2002); o texto patente nas páginas 43 e 44 foi retirado de “Medeia – Vozes” de Christa Wolf (Lisboa, Cotovia, 1996)

Mais informações no site da artista: http://www.arachnesnet.com/isabelbaraona/index.html