Vá para o diabo

lamas1Federico Lamas
Vá para o diabo
Rio de Janeiro, A Bolha, 2011


Vá para o diabo
(2011) é uma reunião de ilustrações do argentino Federico Lamas apresentadas em forma de scrapbook e que são uma coisa a olho nu e outra quando se está no uso do visor infernal (que vem grátis na compra do livro).

Narrativa visual não-linear, Vá para o Diabo é uma máquina de escárnios que promete perturbar os adeptos à auto-condenação, coisa que todos nós por essas bandas sulamericanas, trazemos inscrito como um vício.

lamas2Impressão em offset, tiragem de 1.000 exemplares. Obra envolvida em cinta de 7 cm, dobrada ao meio, ilustrada e impressa, acompanhada de uma lente vermelha.
Inscrição na cinta: “Com exclusiva visão infernal”.

http://www.abolhaeditora.com.br/index.php/catalogo/de-arte/va-para-o-diabo.html

Arty

Arty
[São Paulo, Base-V],
capa em couché laminado
10 cm x 8,5 cm
64 páginas
impressão laser em amarelo e preto
Os livros dessa série são totalmente editados por meio dos resultados de busca de imagem no Google de uma determinada palavra que vai impressa na capa. Tamanho 8,5cm x 10,5cm, 64 páginas (Arty impresso em 2 cores) (Besta impresso 4 cores). 2008.

BASE-V é um grupo de artistas de São Paulo que atua desde 2002. Atualmente é formado por Zansky, Danilo Oliveira e David Magila. Trabalham a partir da experimentação livre e improvisação.

[fonte]

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Idiot

martin_029.jpg

Kris Martin
Idiot
Aspen, US: Aspen Art Press, 2009
1496 p.
11,4 x 3,8 x 14,6 cm.
imitation leather
ISBN 9780934324458

O artista belga Kris Martin transcreveu à mão o romance de Fyodor Dostoyevsky, O Idiota, substituindo o nome do protagonista Myshkin pelo seu próprio nome.

Exemplar doado pelo Museu de Arte de Aspen: http://www.aspenartmuseum.org/publications_martin.html

Referência:
Gilbert, Annette (ed.). Reprint: Appropriation (&) Literature. Weisbaden: Lux Books, 2014, p. 438.

Real Fiction

real fiction07Telfer Stokes, Helen Douglas.
Real Fiction (An inquiry into the Bookeresque)
Rochester, Visual Studies Workshop, 1987

Tomando como ponto de partida o espaço incongruente e as sombras feitas pelas páginas abertas do livro, o processo de abertura ou “entrada” é explorado como se fosse uma morada desconhecida. Esse processo de exploração se desenvolve na construção de uma sala dentro do livro e, em seguida, conduz a partir do centro desse lugar interior para fora, como uma fusão entre o interior e o exterior. Intercalado com as imagens em sequência, um texto construtivo paira e lança sombras nas páginas abertas como um comentário ativo e um diálogo associativo sobre a “construção”. Publicado pelo The Visual Studies Workshop, em Rochester, NY, em conjunto com Weproduction durante um programa de residência artística.

Taking as a starting point the incongruous space and shadows made by the open pages of the book, the process of opening or “entering ” is explored as one would an unknown dwelling. This process of exploration develops into the construction of a room within the book and then leads from the core of this interior place outwards, as fusion between inside and outside. Interspersed, a constructive text hovers and casts shadows on the open pages as an active commentary and associative dialogue on the “construction “. Published by The Visual Studies Workshop, Rochester, NY in conjunction with Weproduction on an artist in residency scheme.

http://www.weproductions.com/index.html

Service: a trilogy on colonization

rosler_service

Martha Rosler
Service: a trilogy on colonization.
[New York]: Printed Matter, 2008 (2ª ed.)
[122] p.
12,7 x 20,3 x 1 cm.
Impressão em offset
1050 ex.

Uma reedição de um clássico dos anos 1970. “A Budding Gourmet”, “McTowers Maid,” e “Tijuana Maid”: três novelas curtas que abordam os usos sociais da comida (a terceira delas em espanhol e inglês). Originalmente um projeto de arte correio, as histórias foram enviadas para potenciais leitores em cartões postais.

SERVICE: A Trilogy on Colonization, escrito por Martha Rosler, é um livro de artista publicado pela primeira vez em 1978 pela Printed Matter (Nova Iorque). É composto por três histórias curtas que exploram os diferentes aspectos da produção e consumo de alimentos, com o humor que distingue a arte de Martha Rosler. As histórias em sua forma original, antes de serem editados neste livro, foram enviadas pelo correio pela própria artista, tal como uma série de cartões postais, um a cada cinco ou sete dias. As histórias de três personagens femininas a respeito de comida confirmam a consciência da artista sobre a gastronomia e as práticas sociais que regulam os alimentos, narradas através de uma abordagem política e “feminina”. Como muitas vezes acontece em performances de Rosler – entre as mais conhecidas, o vídeo “Semiótica da Cozinha” (1975) – e de forma coerente com sua ideologia feminista, a cozinha torna-se uma arena para desconstruir o papel tradicional das mulheres.

A reprint of the 70s classic. “A Budding Gourmet”, “McTowers Maid,” and “Tijuana Maid”: three short novels address the social uses of food (the third told in both Spanish and English). Originally a mail art project, the stories were serialized and sent to potential readers on postcards.

SERVICE: A Trilogy on Colonization written by Martha Rosler, is an artist’s book published for the first time in 1978 by Printed Matter (New York). It consists of three short stories – the third of which also translated in spanish – exploring the different aspects of food production and consumption, with the deadpan humour that distinguishes Martha Rosler’s art expression. The stories in their original form, before being edited in this rare book, have been mailed by the artist herself, as a series of postcards, one every five or seven days. The stories of the three female characters, based on the food subject, confirm the artist’s awareness about gastronomy and social practices governing food, narrated through a “feminine” and political approach. As often happens in Rosler’s performances – among the best known the video Semiotics of the Kitchen (1975) – and coherently with her feminist ideology, the kitchen becomes an arena for deconstructing the traditional role of women.

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An Anecdoted Topography of Chance

An Anecdoted Topography of Chance, 1966

Daniel Spoerri
An anecdoted topography of chance: (re-anecdoted version); done with the help of this very dear friend Robert Filliou ; and translated from the french, and further annecdoted at random by their very dear friend Emmet Williams; with one hundred reflective illustrations by Topor.
Outro título : Topographie anecdotée du hasard
Nova York : Something Else Press, 1966.
214 p.
20,5 x 13,5 x 1,7 cm.
Impressão em offset.

Originalmente publicado em 1962 na França, com o título “Topographie anecdotée du hasard”, pela Editions Galerie Lawrence, Paris.

Este livro é um dos pioneiros que auxiliaram a definir o que é um livro de artista. É um dos poucos livros de artista que tem um verbete próprio na wikipedia:
http://en.wikipedia.org/wiki/Daniel_Spoerri#An_Anecdoted_Topography_of_Chance

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Un Coup de Dés Jamais n’Abolira le Hasard: Sculpture

Imagem

Michalis Pichler
Un Coup de Dés Jamais n’Abolira le Hasard: Sculpture
Berlin: “greatest hits”, 2008.
versão em papel, cortado a laser
32 p.
32,5 x 25 cm
500 ex.
ISBN 978-3-86874-001-1

500 copies are produced on paper, 90 on translucent paper and 10 on acrylic glass plates.

 

Referência:
Gilbert, Annette (ed.). Reprint: Appropriation (&) Literature. Weisbaden: Lux Books, 2014, p. 373.

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