Arguments


Ulises Carrión
Arguments
Genève,  Éditions Héros-Limite, 2005
96 p.
15 x 21 cm
ISBN 978-2-940358-09-5
impressão tipográfica

Argumentos é emblemático da poesia visual e concreta dos anos setenta. Este livro consiste apenas de nomes; cada série de nomes próprios é como um argumento; cada argumento é em si mesmo uma novidade. A composição tipográfica, os jogos de repetições e permutações fornecem todas as indicações: o leitor deve recompor a unidade e imaginar o fio narrativo …

Arguments est emblématique de la poésie visuelle et concrète des années soixante-dix. Ce livre n’est composé que de prénoms; chaque série de prénoms forme un argument; chaque argument est en soi une petite nouvelle. La mise en scène typographique, les jeux de répétitions et de permutations donnent toutes les indications: pour autant que le lecteur recompose et imagine le fil narratif… (texto no site do editor, http://www.heros-limite.com/livres/arguments)

Salvar

És Tudo

Sonia Lins
És Tudo
ed. da autora, 1999
texto impresso em bobina em formato de rolo de papel higiênico.
edição de 200 exemplares

“É como se eu pegasse uma palavra e jogasse na parede. Ela cai no chão estilhaçada. Com os cacos da palavra eu componho outras e, de repente, com aquela composição eu consigo uma coisa que pode ser um assunto meio filosófico, uma coisa cômica, às vezes poética, às vezes pornográfica.”
No documentário Sonia Lins, de Daniel Zarvos, é assim que a artista descreve o processo de composição dos poemas publicados no livro És tudo (1999). Humor e reflexão introspectiva dão o tom da maioria dos textos, muitas vezes compostos de jogos de significado a partir de uma palavra: “Morder / E depois / Murder”.
No filme, Sonia conta que aproveitava as noites de insônia para escrever. “Às vezes eu passava a noite toda brincando com as palavras”. As madrugadas em claro geravam “um tal estado de exaustão que (…) chegava naquela zona de criação que existe dentro da cabeça da gente. Eu tinha as melhores ideias”.
Deve ter sido numa dessas noites, em 1999, que ocorreu a Sonia imprimir És tudo em um rolo de papel higiênico. O amigo Odilon Vieira Ladeira colaborou no projeto: “Ela queria em papel higiênico de verdade, mas era impossível. Então fizemos no papel mais simples que achamos. Eles imprimiam os poemas numa bobina de papel, cortavam na largura de um papel higiênico e depois picotavam”. Os livros em formato de rolos seriam atração na mostra Se é para brincar eu também gosto (2000), no Rio de Janeiro.
Em 2000, o livro também ganhou uma edição caprichada, ilustrada por desenhos e grafismos da própria Sonia, com prefácio da especialista em literatura Maria José de Queiroz.

[fonte – sonialins]

Lambe Lambe


Joachim Schmid
Lambe Lambe
Barcelona/México, Editorial RM, 2014
Offset
brochura 18.5 x 13 cm
120 p.

Three series of portraits, based on street photographers’ discarded negatives found in the streets of Belo Horizonte between 1992 and 2002; published by Editorial RM, Barcelona and Mexico City in 2014.
The portraits in this book were made by anonymous “lambe-lambe” photographers in the streets of Belo Horizonte, Brazil, and were not intended to be seen by a larger audience. Their initial function was for private clients who were in need of portraits for various administrative purposes. The photographers had the habit of discarding their negatives in the streets where I collected this treasure. The photographers worked with extremely simple equipment and they processed film and paper quickly disregarding any archival considerations. Despite or maybe even because of the seemingly artless process the images are striking and powerful. As a group they form a randomly composed collective portrait of the population of a city, and they are documents of an era gone by, replaced by the clean process of digital photography that does not leave any trash in the street.

http://schmidshop.blogspot.de/p/books.html

The Artist Publisher : A Survey by Coracle Press

The Artist Publisher : A Survey by Coracle Press

The Artist Publisher : A Survey by Coracle PressLondon, United Kingdom: Crafts Council Gallery / Coracle Press, 1986

Exhibition catalogue published in conjunction with show held September 10 – November 2, 1986. Brief texts by Rigby Graham, Michael Lumb, Brian Lane, Simon Cutts, Ulises Carrion, Joan Hugo. Includes an annotated checklist, information regarding and excerpts from hundreds of artists’ books, magazines, journals, gallery presses, published music scores, and Fluxus publications. Section with artists’ manifestos, and numerous black-and-white illustrations throughout. Artists included are Rose Avery, Mark Beyer, Brad Brace, George O. Brown, Barbara Dean, Guillermo Deisler, Rick Geary, Elizabeth Coleman, Gerry Gilbert, Patrick Hughes, Anthony Earnshaw, Ron Swift, Robin Page, Miroslav Klivar, Wolfgang Koethe, Suzanne Lacy, Brian Lane, Michael Lumb, Arthur Moyse, Tina Morris, Martha Rosler, Ed Ruscha, Mel Bochner, George Brecht, Marcel Broodthaers, Les Coleman, General Idea, Ray Johnson, Allan Kaprow, Alison Knowles, Richard Long, Maurizio Nannucci, Claes Oldenburg, Robin Page, Art Spiegelman, Robert Smithson, Gertrude Stein, John Baldessari, Francesco Clemente, Hans Haacke, Anselm Kiefer, Sol LeWitt, Annette Messager, Ad Reinhardt, Lawrence Weiner, Andy Warhol, John Lennon, Yoko Ono, and many others.

Book Works: A Partial History and Sourcebook

BookWorksPartialHistoryCover_0

Book Works: A Partial History and Sourcebook
Rolo, Jane (ed.); Hunt, Ian; 1996;
160 p.
21 x 15 cm
Edição de 2.000 cópias
ISBN: 978 1 870699 20 4

BookworksPartialHistorySpread

Book Works: A Partial History and Sourcebook
Jane Rolo & Ian Hunt   (1996)
£13.50

Since 1984 Book Works has aimed to make and question contexts for books in a variety of ways; Book Works: A Partial History and Sourcebook is a record of all its activities up to 1996. It is also an introduction to artists’ books and their points of contact with the larger cultures of contemporary visual arts and of the written word. The book includes illuminating essays from a variety of perspectives − practical, theoretical and irreverent.

Many of Book Works’ projects and publications are illustrated and described with detailed critical commentary. In addition, the book contains valuable information about self-publishing and details of libraries that hold collections of artists’ books.

https://www.bookworks.org.uk/node/45

Editer l’art : le livre d’artiste et l’histoire du livre

Brogowski, Leszek. Editer l’art : le livre d’artiste et l’histoire du livre, Chatou : Ed. de La Transparence, 2010, (Essais d’esthétique)
Résumé:
Contrairement aux livres de bibliophilie ou aux livres de luxe qui imposent à la culture du livre les pratiques du marché de l’art, les livres d’artistes puisent leur inspiration dans la simplicité du livre comme objet d’usage. Professeur d’esthétique, l’auteur propose un double éclairage sur la pratique du livre d’artiste : comme livre et comme dispositif artistique.

See more at: http://www.bibliotheques71.fr/content/editer-lart-le-livre-dartiste-et-lhistoire-du-livrebrogowski-leszek#sthash.JKYyTDbL.dpuf

Uma resenha do livro está  disponível em PDF(em francês): http://critiquedart.revues.org/1447

Art & Project Bulletins

 art-and-bulletin

Art & Project Bulletins 1-156: September 1968-November 1989.
offset, p&b
22,5 x 22,5 cm.
84 p.
ISBN 9782953934717
Edição de 1000 cópias.
Cabinet Gallery, London, 20th Century Art Archvies, Cambridge e Christophe Daviet-Thery Paris.

‘Art is to change what you expect from it’ Seth Siegelaub

Catálogo de exposição /  monografia publicada em conjunto com mostra realizada no Cabinet Gallery, Londres, 17 de outubro a 23 de dezembro de 2011. Texto de Clive Phillpot. Entrevista com Adriaan van Ravesteijn e Tin Geerts. Editado por Louise Riley-Smith. Projeto gráfico de Jerome Saint-Loubert Bié. Documenta as 156 edições do Art & Project Bulletin publicadas e distribuídas entre 1968 e 1989.
Exhibition catalogue / monograph published in conjunction with show held at Cabinet Gallery, London, October 17 – December 23, 2011; & Christophe Daviet-Thery Livres et éditions d’artistes, Paris, October 27 – December 23, 2011. Text by Clive Phillpot. Interview between Adriaan van Ravesteijn and Tin Geerts. Edited by Louise Riley-Smith. Design by Jérome Saint-Loubert Bié. Documents the 156 Art & Project Bulletins published between 1968 and 1989.

ARTE E MUNDO APÓS A CRISE DAS UTOPIAS

ARTE E MUNDO APÓS A CRISE DAS UTOPIAS, assim mesmo, em CAIXA ALTA e sem notas de rodapé

Fabio Morais e Daniela Castro
Editora par(ent)esis, Florianópolis, SC, 2010
36 p.
1000 exemplares

Esse texto foi escrito em 2009 para II Concurso Mário Pedrosa de Ensaios sobre Arte e Cultura Contemporâneas, pela Fundação Joaquim Nabuco, em Recife, que tinha como tema o título: Arte e Mundo após a Crise das Utopias. Não foi selecionado, mas nesse mesmo ano participou da exposição El mal de escritura: un proyecto sobre texto e imaginación especulativa, no Centro de Estudos e Documentação do Museu de Arte Contemporânea de Barcelona (MACBA), entre 20 novembro de 2009 à 25 de abril de 2010. No final de 2010 pude publicar e fazer circular aqui no Brasil. Segue abaixo a Introdução:

“Para escrever sobre ARTE E MUNDO APÓS A CRISE DAS UTOPIAS, usou-se o recurso de tentar entender cada palavra e como cada uma se relaciona com as outras. Onde se contaminam, se traem, se contradizem, se explicam, se amparam. Como lidar com palavras significa fatalmente escorregar na ficção, estratégias do campo literário foram adotadas em detrimento de estratégias formais do campo dissertativo. Esta escolha não significa que se alcançou a literatura, mas sim uma dissertação que se socorre na ficção, pois acha nela a generosidade da liberdade da forma como guia.

Aqui, tudo foi escrito a quatro mãos, por dois cérebros e duas paixões. Provavelmente porque o enunciado proposto já antevê a dupla (ARTE e MUNDO) e a UTOPIA sempre quis o outro, e talvez não possa abrir mão desse querer.

O texto é dividido por capítulos que aparentemente o estruturam. Porém, o efeito é o de um craquelamento do discurso. Não é uma ode ao caos. Muito pelo contrário: apenas uma desconfiança de que mosaicos ou caleidoscópios produzam imagens organizadíssimas e ressignificantes do figurativo. Há bastante tempo que, para se entender o mínimo possível, agarra-se às palavras, uma a uma, para que elas fatiem tudo em micro pedaços digeríveis. Mesmo elas sendo o cúmulo da abstração. Mesmo elas tendo a bile fraca.”

Walden o la vida en los bosques

Kevin Mancera. Walden o la vida en los bosques, 2013
Cópia manuscrita do livro de Henry David Thoreau, 1854.

Fui a los bosques porque quería vivir deliberadamente, enfrentar solo los hechos esenciales de la vida, y ver si podía aprender lo que ella tenía que enseñar, no fuera que cuando estuviera por morir descubriera que no había vivido

Henry David Thoreau, Walden (1854)

Transcripción a mano del libro “walden o La vida en los bosques” escrita por Henry David Thoreau en 1854. el libro relata su solitaria vida en los bosques de Concord.

304 páginas
12 x 19 cm.
500 exemplares

imagens da página do artista Kevin Mancera

a publicação completa aqui