Recibo 18

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Recibo bacurau 18
Ano 12, número 14
Recife, fevereiro/abril de 2014.
projeto editorial: Traplev e Priscila Gonzaga.
projeto gráfico e impressão risograph: editora aplicação.
tiragem impressa de distribuição gratuita: 1.000 exemplares.

Participantes:
Traplev
Priscila Gonzaga
Glauber Arbos
Bruno Vilela
Jonathas de Andrade
Paulinho do Amparo

Este é o primeiro recibo de uma série de seis novos a serem produzidos ao longo do período de um ano com apoio do funcultura, órgão de fomento à produção artística de pernambuco.

Neomonumentos

E3P1-11

Mário Azevedo.
Neomonumentos
Design gráfico: Mário Azevedo e Paula Langie Araújo.
Porto Alegre, 2007.
30 p.
29,5 x 21 cm.
Impressão digital, com tiragem de 25 exemplares numerados e assinados pelo autor.

“Todas as fotografias foram feitas pelo artista, durante caminhadas irregulares em Porto Alegre (Parque da Redenção), ao longo do Rio Guaíba (Parques Maurício Sirotsky Sobrinho e Marinha do Brasil) e seus arredores (Parque do Itapuã), em Outubro/Novembro de 2006 e Fevereiro de 2007”.

Recibo 88

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Recibo 88 – sobre a noção de despesa
Recife, 2011

sobre a noção de despesa (sexto número, ano nove, programa cultura e pensamento – MINC) recibo 88 foi co-editado com a pesquisadora argentina Teresa Riccardi e é baseado no livro do escritor francês Georges Bataille chamado A Parte Maldita, precedida sobre a noção de despesa escrito entre os anos de 1930 e 1940. Neste livro, que trata da “Economia Geral”, Bataille parte do princípio que a fonte e a essência de nossa riqueza são fornecidas pela irradiação do sol, que dispensa energia sem contrapartida. O sol dá sem nunca receber (…). Nesse sentido, pensamos a economia (dentro do contexto da prática de artista), como uma forma abstrata para tratar a realidade (valores e sub-valores), condensados por uma ficção ‘impossível’ do real. (version online with editorial text in english)

 

Malasartes 3

malasartes

Malasartes
nº 3 – abril, maio, junho
Rio de Janeiro, 1976
22,5 x 31cm

Editores da revista Malasartes: Cildo Meireles, Waltercio Caldas, Carlos Vergara, Bernardo de Vilhena, Carlos Zílio, Ronaldo Brito, José Resende, Luiz Paulo Baravelli e Rubens Gerchman.

“O terceiro e último número da série (abril/maio/junho de 1976) abre-se à discussão do design e do happening (uma leitura contemporânea do design por Marc Le Bot, e um texto de Allan Kaprow, 1927). Traz ainda um esboço do livro de Ronaldo Brito sobre o neoconcretismo – Vértice e Ruptura, cuja primeira edição é de 1985 -, como faz no número anterior, quando também antecipa parte do livro A Querela do Brasil – publicado em 1982 -, de Carlos Zilio, além de trabalhos de Tunga (1952), Mário Ishikawa (1944) e Chacal, e de depoimentos de diversos artistas sobre a sala experimental proposta pelo MAM/RJ, voltada para uma nova produção, “não abrigada pelas galerias, dada sua incompatibilidade com os interesses do mercado”. Um dos destaques desse número é a publicação do Manifesto de 1975 contra o Salão Arte Agora I, organizado pelo crítico Roberto Pontual. Com isso, é possível afirmar que, do mesmo modo como abre o seu número inicial em tom de crítica ao circuito de arte, Malasartes encerra sua curta participação no cenário cultural propondo uma discussão sobre o sistema de arte nacional”. via http://www.itaucultural.org.br/

Salvar

A Ruína VI

Mayana Redin

Mayana Redin, A Ruína VI
São Paulo, Pingado Prés, 2015
15 x 10 cm
20 postais
capa em papelão

Mayana Redin2 Mayana Redin3 Mayana Redin4

A publicação “A Ruína IV” é a primeira edição em forma-livro da série homônima, da artista Mayana Redin. Composta por cartões postais interferidos em seu verso, o livro propõe uma outra montagem do trabalho, originalmente exposto em canaletas que impedem a visão de um dos lados do postal, e que agora, no formato do livro, potencializa a visão sequencial e fragmentada da imagem e impossibilita a visão do todo.

http://www.pingadopres.com/