Silent book

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Miguel Rio Branco
Silent Book
São Paulo: Cosac & Naify, 1997

“Silent Book”  é um fotolivro com imagens em  sequência cinematográfica onde aspectos da vida urbana são retratados em meio a imagens barrocas, “objetos arruinados, circos pobres, prostíbulos baratos e academias de boxe. “

 Fonte: https://editora.cosacnaify.com.br/ObraSinopse/10006/Silent-book.aspx

 

O corpo da cidade

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Claudia Jaguaribe
O corpo da cidade
São Paulo, 2000
Português
72 p.
25 x 28,5 cm

Neste livro, sonho e realidade se sobrepõem para compor uma obra visual que sugere novas possibilidades de apreciar o Rio de Janeiro e seu Carnaval.

Em O corpo da cidade, Claudia Jaguaribe segue o caminho oposto dos trabalhos fotográficos convencionais, que do excesso buscam a essência. A fotógrafa desconstrói seus registros, manipulando cores e imagens em busca da saturação, como um pintor que experimenta a infinita mobilidade de suas formas.

Ao retratar o Carnaval carioca, a artista procura a concretude do objeto junto à atmosfera e propõe, nas suas imagens, a fusão da cidade com o corpo de quem a habita.

Os registros possuem cores fortes e vibrantes, além de um elevado contraste. O enfoque são nos corpos, no movimento e objetos do cenário carnavalesco que transformam-se através da forte influência cromática do ambiente.

Sonne, Mond und Sterne

Peter Fischli e David Weiss
Sonne, Mond un Sterne
Zürich: Ringier, 2008
31,5 x 25,3 x 4,7 cm.
[800] p.

Este novo livro de artista do célebre duo suíço Peter Fischli e David Weiss reúne 800 imagens inspiradas em anúncios de revistas. Projetado pela NORM em estreita colaboração com os artistas, o livro, resultante da contribuição de Fischli / Weiss para o Relatório Anual 2007 da Ringier AG, é uma coleção muito generosa, embora nauseante, de fotos, slogans e mensagens que constituem nosso panorama contemporâneo de mídia. Organizados em categorias soltas, eles mergulham o leitor em um fluxo de imagens cuja dimensão comercial recua para deixar que suas qualidades narrativas (muitas vezes não planejadas) se desenvolvam livremente em um relato improvável da jornada da vida.

This new artists’ book by the celebrated Swiss artist-duo Peter Fischli e David Weiss gathers 800 images inspired by magazine advertisements. Designed by NORM in close collaboration with the artists, the book, stemming from Fischli/Weiss’ contribution to the Ringier AG Annual Report 2007, is a very generous if slightly nauseating collection of photos, slogans, and messages that constitute our contemporary media landscape. Organized in loose categories, they plunge the reader in a flow of images whose commercial dimension recedes to let their (often unplanned) narrative qualities freely develop into an unlikely account of life’s journey.

Service: a trilogy on colonization

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Martha Rosler
Service: a trilogy on colonization.
[New York]: Printed Matter, 2008 (2ª ed.)
[122] p.
12,7 x 20,3 x 1 cm.
Impressão em offset
1050 ex.

Uma reedição de um clássico dos anos 1970. “A Budding Gourmet”, “McTowers Maid,” e “Tijuana Maid”: três novelas curtas que abordam os usos sociais da comida (a terceira delas em espanhol e inglês). Originalmente um projeto de arte correio, as histórias foram enviadas para potenciais leitores em cartões postais.

SERVICE: A Trilogy on Colonization, escrito por Martha Rosler, é um livro de artista publicado pela primeira vez em 1978 pela Printed Matter (Nova Iorque). É composto por três histórias curtas que exploram os diferentes aspectos da produção e consumo de alimentos, com o humor que distingue a arte de Martha Rosler. As histórias em sua forma original, antes de serem editados neste livro, foram enviadas pelo correio pela própria artista, tal como uma série de cartões postais, um a cada cinco ou sete dias. As histórias de três personagens femininas a respeito de comida confirmam a consciência da artista sobre a gastronomia e as práticas sociais que regulam os alimentos, narradas através de uma abordagem política e “feminina”. Como muitas vezes acontece em performances de Rosler – entre as mais conhecidas, o vídeo “Semiótica da Cozinha” (1975) – e de forma coerente com sua ideologia feminista, a cozinha torna-se uma arena para desconstruir o papel tradicional das mulheres.

A reprint of the 70s classic. “A Budding Gourmet”, “McTowers Maid,” and “Tijuana Maid”: three short novels address the social uses of food (the third told in both Spanish and English). Originally a mail art project, the stories were serialized and sent to potential readers on postcards.

SERVICE: A Trilogy on Colonization written by Martha Rosler, is an artist’s book published for the first time in 1978 by Printed Matter (New York). It consists of three short stories – the third of which also translated in spanish – exploring the different aspects of food production and consumption, with the deadpan humour that distinguishes Martha Rosler’s art expression. The stories in their original form, before being edited in this rare book, have been mailed by the artist herself, as a series of postcards, one every five or seven days. The stories of the three female characters, based on the food subject, confirm the artist’s awareness about gastronomy and social practices governing food, narrated through a “feminine” and political approach. As often happens in Rosler’s performances – among the best known the video Semiotics of the Kitchen (1975) – and coherently with her feminist ideology, the kitchen becomes an arena for deconstructing the traditional role of women.

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Antropologia da face gloriosa

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Arthur Omar
Antropologia da face gloriosa
São Paulo: Cosac Naify, 1997
239p.

“Antropologia da face gloriosa” é um livro que retrata o delírio carnavalesco brasileiro. Através de uma série de fotos que captam o êxtase festivo na face dos foliões nas ruas. As fotografias foram retrabalhadas “ de forma exaustiva nos processos de revelação e ampliação” e adquirem uma dimensão trancesdental. No livro, a trajetória do fotógrafo é analisada pela crítica Ivana Bentes no ensaio “Arthur Omar: o êxtase da imagem”.

Fonte: https://editora.cosacnaify.com.br/Loja/PaginaLivro/10009/Antropologia-da-face-gloriosa.aspx%5B/embed%5D

Voo Cego

Voo Cego. 1000 exemplares. Capa dura, 40 páginas. Impressão braile feita com verniz transparente e pontos de tinta fluorescente.

 

Bruno Vilela – (Recife, 1977)

Voo cego
produção Daniela Azevedo.
[Recife: Ed. do Autor, 2011].

[40] p. : il. color.
21,7 x 21,8 cm.
1.000 ex.

As páginas do livro são impressas com escrita braile, feitas de verniz transparente. As paginas são brancas, e quase não se vê a impressão braile.

Em certos pontos do braile o verniz é misturado com tinta fluorescente. Ao apagar a luz vemos se formar no meio do texto em braile constelações e desenhos diferentes em cada pagina. Cada pagina, texto, é referente a imagem formada ao apagar das luzes. Em uma delas temos um texto sobre orion, ao apagar das luzes surge a constelação de Orion. Isso gera uma interação entre aquele que enxerga, o vidente, o o cego pois o vidente precisa do cego para que leia o texto que ali esta, e o cego por sua vez precisa do viente para que lhe mostre onde esta o desenho, a constelação, mas, para se enxergar as constelações, precisamos apagar as luzes, ou seja, ficarmos cegos. Acessibilidade as avessas, um precisa do outro. Foram feitos 1000 livros com 40 paginas cada.

http://brunovilela.com.br/voo_cego.html

El Peru

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Flavia Gandolfo
El Peru

San Juan, Porto Rico: Trienal Poli/Gráfica de San Juan: América Latina y el Caribe / Instituto de Cultura Puertorriqueña, 2009
[68] p.
30,5 x 22,5 cm.
Offset
300 ex.

Historiadora e fotógrafa de formação, Flavia Gandolfo (Lima/ Peru,  1967) combinou esses dois interesses ao longo da sua carreira. Isso levou a artista a desenvolver séries fotográficas que investigam “a peruanidade” e tentam vislumbrar as maneiras em que opera a construção de identidade como parte da educação pública. Durante a última década, Gandolfo dedicou-se a fotografar cadernos dos estudantes de escolas estatais, centrando-se nos desenhos que as crianças normalmente realizam como parte das aulas de História do Peru; representações das distintas raças, das classes sociais, da Constituição e do mapa do país. O desenho, a construção de uma imagem, é uma parte importante dentro do processo de aprendizagem. Para a artista, esses desenhos são vestígios que, de alguma maneira, retratam a experiência de viver no Peru atualmente: são formas de ver e de testemunhar a complexidade da história a partir da subjetividade de cada criança. Em uma série recente, Memoria del Perú (2010), Gandolfo retrata as páginas de livros de texto que tiveram a intervenção dos seus proprietários junto àquelas que se encontram em seu estado original. Achados em preto e branco que contrapõem o olhar infantil com a história oficial, sugerindo uma possibilidade de ingerência – de mudança – através da rebeldia e do jogo.

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El Perú (da serie Historia, 1998/2006), é uma coleção de mapas desenhados por crianças como parte de um exercício de aula. Fotografados pela artista, esses desenhos se convertem em uma espécie de tipologia do que, na realidade, são tentativas de visualização de um território e de uma nação. Historia del Perú (da serie Historia, 1998/2006), por sua vez, centra o olhar na qualidade efêmera de esquemas explicativos dos quadros-negros de aula sobre questões tão complexas como a conquista ou a Constituição do país, ao mesmo tempo em que são retratos individuais dos estudantes. (via http://www.bienalmercosul.art.br/artista/229)

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