
Fabio Morais
Somático
São Paulo, Edições Tijuana e Meli-Melo Press, 2016
impressão risográfica sobre papel pólen
23 x 16 cm
acompanham 2 pôsteres de 40 x 30 m cada
impresso por Meli-Melo Press
100 ex.


Fabio Morais
Somático
São Paulo, Edições Tijuana e Meli-Melo Press, 2016
impressão risográfica sobre papel pólen
23 x 16 cm
acompanham 2 pôsteres de 40 x 30 m cada
impresso por Meli-Melo Press
100 ex.


Johannes Wohnseifer
Canon
Köln, 2016.
13 x 17.7 cm
176 p.
capa dura revestida com tecido

Canon, uma documentação fotográfica de livros históricos e contemporâneos sobre o continente Africano.


Para fazer este livro, Wohnseifer selecionou livros de fotografia que possuem uma conexão com a África. Originalmente concebido como uma série fotográfica de mesmo nome para uma exposição no Johann König em Berlim, o trabalho passou por uma expansão considerável para chegar a sua forma final. Os livros são apresentados em ordem cronológica e incluem um período de mais de 60 anos (1948 – 2011). A coleção de livros questiona o ponto de vista colonial e em que medida este olhar se inscreve no meio da própria fotografia. Foi concebido como um panorama que reflete a mudança na representação fotográfica da África do período pós-guerra até os dias atuais. Cada livro é apresentado com a imagem da capa e duas páginas duplas da parte interna. Ao todo, a seleção inclui 41 livros de fotógrafos como Jean Rouch, Ed van der Elsken, Robert Lebeck, Gilles Peress, Malick Sidibé, Seydou Keita, David Goldblatt, Pieter Hugo, Viviane Sassen e muito mais.

Canon, a photographic documentation of historical and contemporary coffee-table books about the African continent, creates the frame for Wohnseifer’s most recent pocket-size artist book.


Sophie Calle
Souvenirs de Berlin-Est
Arles: Actes-Sud, 1999
Depois da queda do muro de Berlim e o fim do comunismo na Alemanha, os deputados alemães decidiram remover de Berlim Oriental todas as marcas visíveis do passado político desta parte da cidade. Sophie Calle foi ao encontro de moradores de Berlim Oriental e pediu a eles para descreverem os símbolos ausentes. O livro apresenta fotografias dos monumentos ausentes junto aos relatos das pessoas que conviveram com eles durante o regime comunista.
I visited places in Berlin where the symbols of East Germany have been removed. I asked passers-by to describe the objects that once filled these empty spaces. I photographed the absence and replaced the missing monuments with their memories.
Junto com os livros Fantomes e Disparitions, Souvenirs de Berlin-Est forma a trilogia L’Absence.

Fernanda Goulart
Mimpar
[Belo Horizonte], 2016
Risografia
grampeado
capa de papel de parede com hotstamping

Felipe Abreu
Aprox. 50.300.000
São Paulo: Editora Vibrant, 2017
Texto: Ana Luiza Lima
84 p.
18 x 24 cm.
300 ex.
Impressão Offset.

Este é um livro sobre imagens encontradas do google sobre a crise migratória. As imagens, apropriadas e re-editadas, surgem com novas narrativas, exigindo uma reflexão não só sobre o tema que engloba estas fotografias, mas como registramos o outro e como veiculamos informações.

Gabriel Mejía Abad y Lenin
SOBRE EL AMOR
Bilbao: Belleza Infinita, 2016
32 p.
18,5 × 13 cm
ISBN: 978-84-941867-5-2

A presente edição é uma versão do livro Sobre el Estado (V. I. Lenin, Ediciones en Lenguas Extranjeras. Pekín, 1975), em que Gabriel Mejía Abad substitui a palavra “Estado” por “Amor”. O projeto gráfico imita a edição publicada em espanhol em 1975.

http://www.bellezainfinita.com/sobre-el-amor-gabriel-mejia-abad-y-lenin/

Traplev.
Recibo 70: pedra noventa
ano doze, nº 15, 2014
Recife: edições Traplev orçamentos
ano doze número quinze de 2014. projeto editorial e gráfico de Edson Barrus e Traplev. Todas as imagens deste recibo foram sampleadas e remixadas por colagem ou recorte, assim como o texto editorial, que é outro sampler que utiliza e manipula manchetes e escritos dos editores e interlocutores. trecho do editorial70: (…) \\\\\\ índios fecham acessos do palácio da justiça \\\\\\ sem-teto e sem-terra fazem ações conjuntas em são paulo \\\\\ juntos formaram um corpo com cabeça de vento, cara de cavalo, rabo de égua e pé de cana \\\\\\ fig. 7 detalhe do b56 bólide-caixa 24 “caracara cara de cavalo”, 1968 \\\\\\ artista bom é bandido morto \\\\\\ trabalhadores sem-teto de são paulo montam acampamento « copa do povo » \\\\\\ copa&rights! copa&cabana, copa&cozinha \\\\\\ tempo histórico no compasso do vácuo potencializador da resistência, vírgula \\\\\\ prefeitura do rio remove bairro por obra da olimpíada \\\\\\ após tumulto, desocupação de favela no rio tem mais de 20 detidos (…)


Bruno Rios / Juan Narowe / Ricardo Reis
Belo Horizonte (1989) / Mariana (1993) / São Paulo
TRIVIAL
São Paulo, Cosacnaify, Meli-Melo Press, 2015.
Idioma: Português
brochura
500 ex.
14 x 20 cm.
offset p&b
ISBN: 978-85-920517-0-9
Trivial é consequência, rua vasta, 3 caminhos, encruzilhada, elo firme, breu.
Foi produzido e editado na cidade de São Paulo, entre outubro e novembro de 2015 durante a 1ª Residência da Feira Plana e impresso pela Ipsis Gráfica e Editora – Santo André/SP. Finalizado em Belo Horizonte, em dezembro do mesmo ano.
Contém anexos impressos em risografia e carimbo sobre papéis variados.
http://www.brunorios.net/11103537
Trivial é um livro de Bruno Rios, Narowe e Ricardo Reis, desenvolvido na residência da Feira Plana em uma parceria com Cosac Naify, Meli-Melo Press e Ipsis Gráfica. Os três artistas mineiros imergiram na cidade de São Paulo e produziram todo o material da publicação num processo intenso de desenho e experimentação gráfica.
Todo conteúdo do livro foi pensando e construído a partir da relação com a cidade e seu entorno e dos parques gráficos disponíveis aos residentes.
Há entre a produção dos três artistas um vínculo comum com o cotidiano urbano, observado sob a ótica do palimpsesto: sobreposição de camadas, planos e tempos.
A heterogeneidade presente no dia a dia da cidade é interpretada como uma rica fonte de referências e aproximações, por intermediar e apresentar formas diversas do relacionar e do percorrer. Já que ao mesmo tempo que estimula caminhos, oferece passagens e aguça sentidos cacofônicos e dissonantes, abrindo espaços conforme o acaso e o uso.
Trazendo este aprendizado oferecido pelo contexto urbano para a prática do desenho, opera-se um gesto gráfico que traça, encarna, abandona, sobrepõe e retoma caminhos, sem métodos definidos a priori, como um tratado do encontro, ponto de partida da experiência, pois enquanto a obra se faz, inventa-se também o modo de fazer. Seu conteúdo se adensa pela incorporação do que se vive, como a imagem do errante: que caminha, observa e ressignifica.
Deste modo o processo de construção do livro e sua narrativa, apontam para o caminho da fragmentação, do acúmulo, das variações de escala e tempo: aproximando-se do nosso entendimento de cidade e seus cursos, onde o corpo opera também como matéria de desenho, traça um rastro e ao caminhar ainda incorpora passagens.
Ewa Priester (Detmond, Alemanha, 1980. Vive no Rio de Janeiro)
Transporte
Rio de Janeiro, 2014.
Brochura
12 x 18,1 cm
30 ex.
p&b;
jato de tinta
[36 p.]
“Meus ensaios fotográficos feqüentemente se desenvolvem em séries. Imagens a serem lidas umas sobre as outras ou vistas todas ao mesmo tempo. Contando coletivamente uma história. É natural que se desenvolvam na forma de um livro.
O prazer em editar as fotografias, de combiná-las e de explorar as possibilidades que o paralelo e a passagem das páginas proporciona.
O texto presente nos livros é breve e possui seu próprio espaço. Não é posicionado ao lado das fotografias, mas sim entre elas. Não para esclarecer, muito menos ilustrar, mas sim para trazer um elemento novo, algo que nem mesmo esteja presente na foto.
O olhar sobre o detalhe, o imperfeito e o acaso me fascina.”

Paulo Nazareth – (Governador Valadares/MG, 1977)
Direito ao Funeral
[Santa Luzia], Paulo Nazareth Ediciones Ltda, 2015
Offset
16 x 21,8 cm.
Idioma: português
grampo
O livro traz fotos existentes no antigo Museu Estácio de Lima em Salvador/BA, conhecido como Museu do Crime. Fotos de crânios dos mortos de pessoas “indigentificadas” como dito no livro. Negros e indígenas, mortos e desaparecidos durante ditaduras passadas na República Federativa do Brasil.
http://cadernosdeafrica.blogspot.com.br/
fonte das imagens
