Artéria 9

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Omar Khouri e Paulo Miranda (editores).
Artéria 9
São Paulo: Nomuque Edições, 2007.
Sulfite (miolo) e cartão (capa) impressão em offset.
Projeto gráfico e diagramação: Vanderlei Lopes
Capa e 4ª capa: Trabalho de Inês Raphaelian.
[76]
19 x 28 cm
Tiragem: 1000 exemplares

Participam desta edição:
Aldo Fortes; Alexandre Azeredo; Alice Ruiz; André Vallias; Anna Barros; Antonio Lizárraga; Arnaldo Antunes; Augusto de Campos; Betty Leirner; Carlos Rennó; Célia Mello; Daniele Gomes de Oliveira; Décio Pignatari; Diniz Gonçalves; Dulce Horta; Dumas; Edgar Braga; Elson Fróes; Eric Rieser; Ernane Guimarães Neto; Erthos Albino de Souza; Fabiana de Barros; Fábio Oliveira Nunes; Felipe Martins-Paros; Fernanda Brenner; Fernando ângulo; Fernando Laszlo; Francisco Magaldi; Gabriel Marzinotto; Gastão Debreix; Gerty Saruê; Gilberto [Gil] José Jorge; Glauco Mattoso; Go; Gustavo Arruda; Gustavo Vinagre; Haroldo de Campos; Inês Raphaelian; Ivan Cardoso; Ivana Vollaro; João Bandeira; Jorge Luiz Antonio; Júlio Mendonça; Julio Plaza; K.Kaváfis; Lenora de Barros; Letícia Maria Tonon; Lúcio Agra; Luz del Olmo; Marcelo Mota; Marcial; Marcos Rogério Ferraz; Omar Khouri [Dr. Ângelo Monaqueu]; Paulo Miranda; Peter de Brito; Priscilla Davanzo; Regina Vater; Roland de Azeredo Campos; Ronaldo Azeredo; Sergio Monteiro de Almeida; Sonia Fontanezi; Tadeu Jungle; Thiago Rodrigues; Tiago Lafer; Vanderlei Lopes; V. Khliébnikov; Vinicius de Oliveira; Walter Silveira [Walt B. Blackberry]; Zéluiz Valero

Vaga em campo de rejeito

Maria Helena Bernardes, Vaga em campo de rejeito
editor: Raimundo Gadelha
projeto gáfico: Denise Gadelha
fotografias: Denise Gadelha… [et al.].
São Paulo: Escrituras, 2003.
89 p. : il.
22,5 x 15,5 x 1 cm.
Série Documento Areal, vol. 2

O trabalho “Vaga em campo de rejeito” foi realizado entre setembro de 2001 e janeiro de 2002, no município de Arroio dos Ratos, RS.
“Vaga em campo de rejeito” traz a experiência compartilhada por Maria Helena Bernardes e um grupo de moradores de Arroio dos Ratos, no Rio Grande do Sul, que viveram em conjunto o processo de identificar uma vaga e reproduzí-la na área de um antigo depósito de rejeito de carvão, materializando, ali, o desejo da artista de ver, finalmente, “um vazio construido sobre outro”.

Dilúvio

André Severo e Maria Helena Bernardes
Documento Areal 10
Belo Horizonte: JA.CA, 2011
120p. Inclui DVD.

“DILÚVIO”  é um livro que reúne texto, ensaio visual e um DVD com filmagens da viagem de André Severo e Maria Helena Bernardes pelo interior do Rio Grande do Sul, entre os anos de 2002 e 2003.  A narrativa se constrói através das reflexões e perambulações dos artistas, às margens do Arroio Dilúvio, em Porto Alegre, e do Arroio Duro, em Camaquã − e revela uma questão que permeia o Documento Areal : o trabalho em “estado de trânsito”.

“Neste mesmo Areal, nem tudo é feito apenas de areia. São palavras, pequenos acontecimentos, trocas histórias, convicções, incertezas. A paisagem aqui não existe por si só, ela se constrói pela experiência, pela relação com o outro, pelo mistério do desconhecido, pela generosidade da troca.”

   trecho extraído da capa do livro

Histórias de Observatórios

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Mayra Martins Redin
Histórias de Observatórios
Porto Alegre, 2011
13 x 18 cm
50 ex.
Offset
148 p. + encarte de papel vegetal de 40 p. (que faz parte do “observatório de neve”)

Mayra Martins Redin compartilha conosco seus modos de observação e captura de precipitações efêmeras da natureza (como a chuva e a neve), e em alguns casos invisíveis até (como o sereno e a maresia), ao passo que inventa imagens e textos que se articulam quase alquimicamente com estes fenômenos. Além disso, a artista nos oferece a possibilidade de recriação destes procedimentos, para que nos apropriemos deles (via http://www.confrariadovento.com).

“Histórias de Observatórios” é composto por quatro livros:
“Observatório de chuva”, “observatório de neve”, “observatório de sereno” e
“observatório de maresia” + 1 cd de áudio contendo 4 faixas de 5 minutos cada.
13 x 18 cm / tiragem de 50 exemplares / impressão em offset/ 2011 / 148 paginas + encarte de papel vegetal de 40 páginas (que faz parte do “observatório de neve”)
Foi produzido em Porto Alegre e impresso em São Paulo, edição de autor.

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4000 Disparos

Jonathas de Andrade. 4.000 Disparos, 2011
digital print, edition of 500,  signed
13 X 10 cm

One super-8 roll composed of anonymous male faces randomly
captured, frame by frame, in the streets of Buenos Aires.
The flip book runs through this archive of growing tension that combine urgency and past; yesterday and today; obsession and gesture repetition.

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Voo Cego

Voo Cego. 1000 exemplares. Capa dura, 40 páginas. Impressão braile feita com verniz transparente e pontos de tinta fluorescente.

 

Bruno Vilela – (Recife, 1977)

Voo cego
produção Daniela Azevedo.
[Recife: Ed. do Autor, 2011].

[40] p. : il. color.
21,7 x 21,8 cm.
1.000 ex.

As páginas do livro são impressas com escrita braile, feitas de verniz transparente. As paginas são brancas, e quase não se vê a impressão braile.

Em certos pontos do braile o verniz é misturado com tinta fluorescente. Ao apagar a luz vemos se formar no meio do texto em braile constelações e desenhos diferentes em cada pagina. Cada pagina, texto, é referente a imagem formada ao apagar das luzes. Em uma delas temos um texto sobre orion, ao apagar das luzes surge a constelação de Orion. Isso gera uma interação entre aquele que enxerga, o vidente, o o cego pois o vidente precisa do cego para que leia o texto que ali esta, e o cego por sua vez precisa do viente para que lhe mostre onde esta o desenho, a constelação, mas, para se enxergar as constelações, precisamos apagar as luzes, ou seja, ficarmos cegos. Acessibilidade as avessas, um precisa do outro. Foram feitos 1000 livros com 40 paginas cada.

http://brunovilela.com.br/voo_cego.html

Malogramos sempre ao falar do que amamos

Vitor Butkus, Malogramos sempre ao falar do que amamos, 2010

Vitor Butkus
Malogramos sempre ao falar do que amamos.
[Porto Alegre : Ed. do Autor], 2010.
[10] f.
20,7 x 14,7 cm.
Texto datilografado
40 ex.

“Malogramos sempre ao falar do que amamos” foi uma performance, realizada em maio de 2010, consistindo na cópia manual dos últimos textos de escritores, filósofos e artistas.

“Malogramos sempre ao falar do que amamos” foi uma intervenção realizada no pátio do Hospital Psiquiátrico São Pedro, em junho desse mesmo ano. Era formada por nove páginas datilografadas, emolduradas e afixadas no local. Cada página era a última a constar naqueles últimos textos. E os pregos utilizados para suspender as páginas já estavam nos seus devidos lugares, antes da montagem da exposição. E continuam lá, desde não sei que data.

“Malogramos sempre ao falar do que amamos” é uma publicação que, página por página, traz as últimas palavras de Clarice Lispector, Friedrich Nietzsche, Caio Fernando Abreu, Italo Calvino, Gilles Deleuze, Gustave Flaubert, Andy Warhol, Walter Benjamin e Jean Genet. A fabricação do livro é artesanal, as páginas datilografadas uma a uma.

Da performance ao livro do artista, o projeto vem experimentando progressivamente apartar essas últimas palavras dos seus textos originais. Exilados do calor de seu sentido primeiro, essas últimas palavras sustentam, sobre as páginas que compõem o livro, a possibilidade de um embate criativo entre o momento da escrita e o acontecimento de novas leituras.

“Malogramos sempre ao falar do que amamos” é o título de um texto de Roland Barthes, encontrado inacabado em sua máquina de escrever, quando de sua morte por atropelamento, em março de 1980.

Penúltimas, as palavras talvez ensinem a desaparecer.

http://vitorbutkus.com/

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Marcelo do Campo

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Dora Longo Bahia
Marcelo do Campo : 1969-1975 / .
São Paulo : [Ed. do Autor], 2006.
100 p. : il.
20 x 20 x 1 cm.
Impressão em offset.
Texto em português e inglês.

Marcelo do Campo, personagem fictício que viveu sob a ditadura brasileira, é o tema desse livro de Dora Longo Bahia.

Arte: Dimitrius M. R. Santos e Dora Longo Bahia
Produção: Arco W Comunicação & Design

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A2

A2 Rayck
Diego Rayck
A2
Florianópolis, par(ent)esis, 2010
15 x 21 cm
500 ex.

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A2_3

Série que contempla a produção de desenhos e esboços. O título “A2” refere-se ao tamanho do papel para o desenvolvimento da publicação, pensada para ser apresentada de diferentes modos e formatos a partir dos cortes e das dobras.

http://plataformaparentesis.com/plataformaparentesis/A2.html