Campo Cego

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Ivan Padovani
Campo Cego
[São Paulo, 2014]
Edição: Ivan Padovani/Walter Costa
Design e projeto gráfico: Ivan Padovani
Impressão: Pingado‐prés
Tiragem: 100 exemplares
Suporte: laser film 110 g/m e papelão Horlle 3mm
Formato: 21 x 16,5 cm
Nota: a Coleção Livro de Artista possui o exemplar de exposição nº 13 (h.s.)

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[vimeo 108784433 w=640 h=360]

Livro Campo Cego from Ivan Padovani on Vimeo.

http://www.ivanpadovani.com/campocego/

Estamos funcionando normalmente

Matheus Ferreira (Brasil)
Estamos funcionando normalmente
Ed. do autor
Belo Horizonte, 2013

Encadernação: sanfona;
10,5 x 10,3 cm.
Formato aberto: 80 cm
serigrafia.1 cor.

A frase “Estamos funcionando normalmente” apareceu escrita em faixas afixadas nos tapumes das concessionárias da Avenida Antônio Carlos após as manifestações populares, durante a Copa das Confederações, em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil

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poesia/poema

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Um dos seis poetas revelados na 1ª Exposição Nacional de Arte Concreta de 1956, Wlademir Dias-Pino é responsável por uma das obras mais singulares da poesia visual no Brasil. Parte substancial da produção crítica e poética concebida por Dias-Pino entre os anos 1950 e início dos anos 1970, inserida no bojo dos movimentos da poesia concreta e do poema-processo, é o tema do livro ”Poesia/poema: Wlademir Dias-Pino” organizado por Rogério Camara e Priscilla Martins.

Foi a partir do primeiro lugar obtido no edital proposto pela Funarte ao estímulo à Produção em Artes Visuais 2014, que os autores escreveram, produziram e editaram o livro que resgata o pensamento de Dias-Pino e preenche uma lacuna na bibliografia especializada sobre um período de efervescente manifestação artística no Brasil.

Organizado em dois blocos, o livro apresenta ao leitor um primeiro momento sobre a participação de Dias-Pino na poesia concreta e, o segundo, sobre o poema-processo. Encontram-se reproduzidos não somente textos críticos de autoria de Dias-Pino e do grupo poema-processo, mas também seus principais poemas vinculados aos respectivos movimentos.

Deve-se considerar a relevância da obra de Dias-Pino pela resistência às linguagens padronizadas, o seu sentido político e compreendê-la pelas possibilidades de apropriação que estabelece — esta é a essência que a torna de seu tempo, de seu lugar, onde efetivamente se atualiza a cada leitura, permanecendo contemporânea.

https://estereografica.com/

O espaço social da arte

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Anna Bella Geiger
A Recreativa/Ikrek
projeto Dupla central
São Paulo, 2016

A Ikrek Edições, editora especializada em livros de artista, em parceria com a revista de palavras cruzadas e passatempos A Recreativa, a mais antiga do país, há mais de 60 anos no mercado, inicia um novo projeto de arte impressa: a ocupação da dupla central da revista A Recreativa por um artista contemporâneo.

Para a quarta edição do projeto Dupla Central, Anna Bella Geiger escolheu a obra O espaço social da arte, realizada em 1977. Nela, as palavras datilografadas, visíveis ou encobertas pelos continentes, revelam paradigmas das relações entre centro e periferia,  além das influências, dependências e espaços de liberdade no mundo da arte.

Nos anos 1970, sua produção assume um caráter experimental, que ela afirma ser o único modo da arte. Ela passa a ter a necessidade de utilizar outros meios, tais como a fotomontagem, fotogravura, xerox, Super-8 e vídeo. Com os seus trabalhos audiovisuais de forte intenção política, Anna Bella encontra-se em uma posição praticamente única no meio da arte, pois seu trabalho, tendo passado pelo moderno, chegou ao contemporâneo de forma bem-sucedida. As questões abordadas em suas obras dos anos 1970, por exemplo, ainda são incrivelmente relevantes, tanto as produzidas agora quanto as anteriores. Ao levantar questões que irão compor a contemporaneidade, as obras de Geiger aproximam a arte do pensamento crítico. Percebendo questões sociais, como a burocracia e o uso da imagem feminina, além de uma observação aguda do cenário artístico, a artista tomou um lugar pioneiro na vídeo-arte.

ma que mário?

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fonte: pinterest

Rodrigo Okuyama (Rodrigo OK) (Brasil)
Ma que Mário?
Iguape (SP): Ed. do autor.
8p.; il. col.; 7,5 x 11,5 cm
Estêncil ( tinta látex e acrílica)
Encadernação: papel colorplus dobrado.

Notas: [a obra é parte integrante da caixinha rosa, que contém outras duas obras do artista: “O nadador” e “Outra festa no céu”]

Site do artista

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Photon

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– fonte: alexis-beauclair.com

Alexis Beauclair
Photon
França, 2014
Ed. do autor
18 x 26 cm
Idioma francês e inglês
Risografia
Grampo – colorido
12 p.
Comic book – leitura possível

Le lecteur avance à l’intérieur de l’instrument optique présenté en couverture.
Tel un photon il passe à travers différents types de filtres et prismes.
Et arrivé à la fin, on peut retourner le livre et le lire dans l’autre sens,
ainsi on remonte le temps.

http://alexis-beauclair.tumblr.com/

http://www.alexis-beauclair.com/

Index: to the encyclopedia

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Scott McCarney

Index : to the encyclopedia / a project by Scott McCarney.
Rochester, N.Y. : Smart Books , 1994.

[56] p. : il. p&b
23 x 15 cm
offset; brochura
1000 ex.

Images from a 1960 edition of the Encyclopedia Americana combined with scans of the index carved into a pattern of pixels. A deluxe wallpaper edition packages one bound book with two unbound books that can be assembled into an overall pattern of the artist’s hand.

Imagens de uma edição da Encyclopedia Americana de 1960 combinada com páginas do índice da enciclopédia, em um padrão de pixels que, com o livro desmontado, formam a imagem da mão do artista, mostrada na capa.

[fonte – scottmccarneyvisualbooks]

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Grave

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Gramboy (pseudônimo de Josimar Freire, Juiz de Fora/MG, 1980)
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14,8 cm x 15 cm
Impressão em serigrafia + interferências com aguada de nanquim
100 ex. numerados e assinados
[Vitória], 2014 / 2015

O livro é um desdobrável/destacável que reúne oito trabalhos impressos em serigrafia, divididos em 2 folhas A3; com interferências em nanquim e a opção de destaque para cada desenho.

“Grave” se refere à interpretação e proximidade com o tema, o qual é esclarecido com as frequências de som, situações sociais e meios de gravação sobre papel e outras matrizes.

O estímulo para a criação se inicia com a elaboração de um estudo de composição e seu desenvolvimento em todas essas circunstâncias durante o processo para finalização de cada trabalho.

A expressão gráfica carregada de linhas contínuas e alteradas durante o movimento, se assimila com a interpretação e a resposta visual que o trabalho proporciona, estabelecendo assim, uma ligação direta sobre o tema.

” O livro apresenta uma seleção de 11 desenhos produzidos no ano passado, em nanquim sobre papel.
Elaborado o projeto de diagramação do livro e a reunião dos desenhos optei por imprimir de maneira mais limitada e sofisticada pelo processo de serigrafia, impresso sobre papel canson fine face de 200 gramas, na dimensão de 210x841mm que possibilita a visualização página por página e a partir do movimento das dobraduras, o livro também é visualizado de forma completa com uma perspectiva de gravura pelo tamanho e reunião dos desenhos, se adequando também como obra de caráter expositivo.
Todos os papéis passaram por processo único de texturização com tinta acrílica e nanquim diluídos complementando um fundo para as imagens que foram impressas, mostrando a unidade e o diferencial de cada papel, dobradura e impressão dos livros”.

[- fonte]

flickr | tumblr

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Exclusion / Inclusion

Exclusion / Inclusion

Ewa Priester. ( 1980,Detmond – Alemanha ). Vive no Rio de Janeiro.
São Paulo, Vibrant Editora, 2015
Idioma: Inglês
14 x 21 cm.
152 p.
300 ex.
148/300
p&b; offset; brochura

This publication was made possible by the Centro Cultural São Paulo residency program at Pivô 2015, São Paulo, Brazil.

” O projeto já havia sido planejado antes disso (a residência) acontecer. Eu já sentia como algo muito forte e presente na vida cotidiana no Brasil. A fala sobre o crime, a notícia nos meios de comunicação e o constante medo que eles têm por mim. Levou um longo tempo para desenvolver a minha própria relação com os perigos na cidade, porque todo mundo queria muito me proteger. Em 4 anos nada aconteceu, isso já era um recorde. A maneira como as pessoas costumavam me avisar, me fazia sentir que algo poderia acontecer a qualquer momento. Minha vida tentou continuar como antes, mas algumas reações imprevistas aconteceram. Minha cabeça fantasiava situações perigosas, com as pessoas que se pareciam com os ladrões. Eu tinha sentimentos que não queria ter e eles me envergonhavam no mesmo momento que apareciam. Eram como preconceitos e categorias, que eu desenvolvi, para me proteger”.

Descrição site da editora
O Livro é fruto da residência artística que a artista alemã realizou no PIVÔ em parceria com o Centro Cultural São Paulo. Em seu trabalho, Ewa abrange os dispositivos de segurança presentes em São Paulo, dentro de uma pesquisa maior sobre medo e insegurança nas cidades.
“Um estudo, uma tentativa de entender melhor o medo e as fronteiras sociais no Brasil. Diferentes pontos de vista. Elementos da cidade que transportam diversos tipos de sensação. Uma narrativa em livro, uma leitura por imagens. Um tema que é presente na vida diária, na cidade de São Paulo. Frases coletadas de autores e que introduzem alguns pensamentos. As fotos como forma de interpretação e visualização.”