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Lucas Gehre (Brasília, 1981)
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São Paulo, Cachalote
28 x 21 cm
24 p.
Idioma: Português
País de Origem: Brasil

O projeto MIL traz histórias sem diálogos criadas por grandes talentos da HQ autoral brasileira. Cada edição é impressa em uma cor especial e com tiragem limitada.

http://lucasgehre.com

Stored Images

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Maurizio Nannucci
Stored Images
Bolzano: Museion, 1992.
1 v. : in gran parte ill.
(texto em inglês, alemão e italiano)
22 × 22 cm
[52] p.
600 ex.

Neste livro Maurizio Nannucci lista lugares pioneiros de vendas e / ou  arquivos dedicados a publicações de artistas no mundo todo, incluindo Art Metropole, Toronto; Printed Matter, New York; Walther Konig, Koln; Gelbe Musik, Berlin. Cada lugar tem uma página dupla em que uma visão fotográfica da coleção é impressa em lugar do endereço. Um texto espalhado em todas as páginas conta uma história.

Dans ce livre, Maurizio Nannucci répertorie les lieux pionniers d’archives et/ou de ventes dédiés aux publications d’artistes dans le monde. Chaque lieu dispose d’une double page sur laquelle une vue photographique de la collection est imprimée en regard de l’adresse. Un texte dispersé sur l’ensemble des pages est à lire au fur et à mesure du feuilletage.

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Pornografie

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Klaus Staeck
Pornografie
Göttingen: Steidl, 2007 (1ª ed. 1971)
Editado por H C Schmolck
Ensaio de Peter Gorsen
392 p.
20 x 25 cm
Texto em alemão
ISBN 978-3-88243-124-7

Aqui está uma coleção impressionante de objetos antigos de violência cotidiana:  fotos de brigas de rua, vítimas de guerra e  prisioneiros torturados encenado corpo follow arte de fotos e uma grande variedade de objetos coloridos pelo desejo, poder e controle da exposição. Com um nome que se refere às imagens censuradas e obscenas, as obras apresentadas em Pornografie podem estar longe das expectativas de um voyeur. Na verdade, o livro é preenchido com imagens obscenas, mas como apontou o filósofo Herbert Marcuse: – Não é a imagem de uma mulher nua que é obscena, mas a de um general que mostra suas medalhas conquistadas em uma guerra agressiva.

O livro é uma obra de arte, ofensivo em todos os sentidos da palavra, e como um manifesto artístico sobre a violência no século XXI, não poderia ser mais atual,  especialmente se considerarmos movimentos de arte ativista. Pornografie foi publicado pela primeira vez em 1971 e, posteriormente, tornou-se um excelente e atemporal exemplo de arte política.

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Here is a bewildering collection of curios of everyday violence: press photos of street fights, naked victims of war, and tortured prisoners follow staged body-art pictures and a wide array of objects colored by desire, power, exposure and surveillance. With a name that refers to x-rated images and the obscene, the works shown in Pornografie may be far from a voyeur’s expectations. Indeed, it is filled with obscene photos, but as the philosopher Herbert Marcuse put it: -It’s not the picture of a naked woman that’s obscene but that of a general who shows off his medals earned in a war of aggression.- The book is a complete work of art, offensive in every sense of the word, and as an artistic manifesto about violence in the twenty-first century, it couldn’t be any more current, especially given movements like activist art. Pornografie was first published in 1971, and has subsequently become an outstanding and timeless document of political artwork

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Voyeure hereinspaziert, hier werden Erwartungen enttäuscht. Dieses Buch ist voller obszöner Bilder, aber im Verständnis des Philosophen Herbert Marcuse: “Nicht das Bild einer nackten Frau ist obszön, sondern das eines Generals, der seine in einem Aggressionskrieg verdienten Orden zur Schau stellt.” Es ist ein irritierendes Panoptikum der alltäglichen Gewalt: Pressefotos von Straßenkämpfen, nackten Kriegsopfern oder gefolterten Häftlingen folgen inszenierte Body-Art-Bilder und allerlei Fundstücke rund um Lust, Macht, Entblößung und Überwachung. Das Buch ist ein Gesamtkunstwerk, anstößig im vielfachen Sinn des Wortes. Es könnte als künstlerisches Manifest über Gewalt im 21. Jahrhundert nicht aktueller sein. Doch “Pornografie” erschien bereits 1971 und wurde zu einem herausra genden und zeitlosen Dokument politischer Kunst.

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Cabanagem

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André Penteado
Cabanagem
São Paulo: Editora Madalena / Editora Terceiro Nome, 2015
2 vol.
Texto: Magda Ricci
Coordenação Editorial: Iatã Cannabrava
Número de fotos: 90 (livro verde) 26 (livro vermelho)
Número de páginas: 152 (livro verde) 56 (livro vermelho)
Projeto gráfico: Atlas
Impresso na IPSIS, Brasil

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Cabanagem é a primeira parte do projeto Rastros, Traços e Vestígios de André Penteado. O objetivo do artista neste projeto é propor uma reflexão sobre o Brasil atual através de uma investigação fotográfica de fatos da História do Brasil, que ocorreram anteriormente à invenção da fotografia.

Sua criação partiu da ideia de que há um paralelo entre o trabalho do fotógrafo e do historiador. André acredita que, se tanto a fotografia quanto a historiografia partem da realidade, é possível dizer que ambas são resultado de decisões ideológicas daqueles que as realizam. Sendo assim, a fotografia pode ser um instrumento pertinente para reflexão sobre o processo de criação de narrativas históricas e para a investigação do passado.

Rastros, Traços e Vestígios não objetiva ser um projeto documental, mas sim propor a discussão de questões como: o que é um documento? Como certas narrativas históricas são perpetuadas? Quais resíduos do passado ainda existem no presente?

A Cabanagem foi uma das maiores revoltas ocorridas na História do Brasil. De 1835 a 1840, tomou toda a região amazônica e causou mais de 30 mil mortes. Apesar disso, sua história é virtualmente desconhecida no país.

Para realizar Cabanagem, André percorreu parte do estado do Pará, visitando, entre outras localidades, Belém, Acará, Vila de São Francisco Xavier, Cametá, Vigia e a Ilha de Tatuoca. Partindo de uma longa pesquisa historiográfica, o artista buscou, nos lugares visitados, evidências factuais e metafóricas do movimento Cabano.

Cabanagem contém, além das imagens dos lugares, retratos de pessoas que André encontrou em suas viagens, sendo que muitas delas contaram a ele suas versões da história da revolta. Estas falas foram compiladas em um vídeo de 11 horas de duração que acompanha a exposição das fotos.

Todas as imagens que compõem este trabalho têm, de uma forma ou de outra, conexões com a história cabana e com suas consequências para o tempo presente.

(texto via http://andrepenteado.com/)

Alucinação Coletiva

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Fabio Morais
Alucinação Coletiva
São Paulo, 2015
30 x 25 cm
papel jornal 52g
12 páginas
impressão offset
tiragem ilimitada
Alucinação Coletiva é um jornal feito com manchetes apropriadas de revistas das décadas de 60/70 cujos títulos, tirados do contexto de suas reportagens, deixam de ser anacrônicos e ganham atemporalidade. O jornal foi feito para a exposição DentroFora, curadoria de Douglas de Freitas, na Galeria Sancovsky, em São Paulo, em setembro de 2015. O título, Alucinação Coletiva, refere-se a uma das manchetes apropriadas e serve também de metáfora sobre a relação ao mesmo tempo verticalizada e caótica que se tem com a informação midiática como exercício de poder.

Artéria 11

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Revista Artéria 11

Editores/idealizadores: Omar Khouri e Paulo Miranda
Design: Fernando Angulo
Impressão: Gráfica Águia
Capa: Duodesign 250
Miolo: Alta alvura 120
Tiragem: 500 ex.
1º semestre de 2016

Artéria 11 vem a público neste primeiro semestre de 2016, ano em que a Nomuque Edições perfaz seu 42º ano de existência. A revista congrega, desta vez, um número bem maior de colaboradores, de aquém e de além-mar e aumenta o seu formato, utilizando, novamente, o offset. Pretende continuar, talvez, de outra forma. Regularidade? Nem em sua natureza bissexta. Persistente, sim. Sempre a comportar a experimentação. Auguri!

Colaboradores

Adolfo Montejo Navas . Alberto Oliveira . Aldo Fortes . Alexandre Azeredo . Alice Ruiz . Amir Brito Cadôr . Ana Hatherly . Ana Lúcia Pacheco Ribeiro . Anderson Gomes . André Vallias . António Barros . Antonio Lizárraga . António Nelos . Arnaldo Antunes . Augusto de Campos . Avelino de Araújo . Avelino Rocha . Bruna Callegari . Bruno Neiva . Carlos Clémen . Carlos Rennó . Carmen Garcia . Célia Mello . Cláudio Daniel . Clemente Padín . Daniel Scandurra . Daniele Gomes de Oliveira . Décio Pignatari . Diniz Gonçalves . Edgard Braga . Elson Fróes . E. M. de Melo e Castro . Emerenciano . Fabiana de Barros . Fabio Oliveira Nunes . Felipe Paros . Fernanda Grigolin . Fernando Aguiar . Fernando Angulo . Fernando Laszlo . Franklin Horylka . Gabriel Kerhart . Gastão Debreix . Gerty Saruê . Gil Jorge . Glauco Mattoso . Gustavo Arruda . Gustavo Vinagre . Guto Lacaz . Inês Raphaelian . Ivana Vollaro . João Bandeira . Joaquim Branco . Jota Medeiros . José Oliveira . Júlio Mendonça . Julio Plaza . Lara Werner . Lenora de Barros . Lorena Pazzanese . Lúcio Agra . Lygia de Azeredo Campos . Marcela Tiboni . Marco Baena . Marie Ange Bordas . Mazzon Gil . Milla Pizzi . Omar Khouri . Paulo Miranda . Peter de Brito . Rafael Buosi . Rafael Lemos . Regina Silveira . Regina Vater . Ricardo Coelho . Rodolfo Mata . Roland de Azeredo Campos . Rosane Preciosa . Soraya Braz . Tadeu Jungle . Theo Bozon . Victor Martins Pinto de Queiroz . Villari Herrmann . Vinicius Alcadipani . Walter Silveira [Walt B. Blackberry] . Walter Daisuke Kazekawa . Willian Andrade . Zéluiz Valero

https://www.angulodesign.com/portfolio-items/revista-arteria-11/

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Nosso Lar – Brasília

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Jonas Staal
Nosso Lar – Brasília
Rio de Janeiro/Amsterdam: Capacete/Jap Sam Books, 2015
160 p.
12.5 x 18.5 cm
ISBN 978-94-90322-45-8
Graphic design: Remco van Bladel / Studio for Graphic Design and typography
Editor: Vincent W.J. van Gerven Oei;
Editor/Proofreader: Urok Shirhan;
Translation English/Portugese: Noelly Russo.

Nosso Lar, Brasília explores the relationship between Spiritism and Modernism in Brazilian architecture. Central to the book is a systematic comparison between the spiritist city of Nosso Lar (1944), as described by the medium Chico Xavier; and the modernist city of Brasília (1956), the country’s capital as designed by Lúcio Costa and Oscar Niemeyer.

Jonas Staal (1981) is a visual artist whose work deals with the relationship between art, democracy and propaganda. He is the author of among others
Post-Propaganda (Amsterdam: Foundation BKVB, 2009);
Power?… To Which People?!(Heijningen: Jap Sam Books, 2010) and Closed Architecture (Eindhoven: Onomatopee, 2011).

http://www.japsambooks.nl/

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