Como es arriba es abajo

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María Isabel Rueda (Cartagena, Colômbia, 1972)
Como es arriba es abajo
Bogotá, Jardín Publicaciones, 2015
128 p.
22,5 x 30 cm
ISBN 978-958-46-6208-8

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Como es arriba es abajo, de Maria Isabel Rueda, é um trabalho que se desenvolve em duas partes. Uma delas é a coleta diária, durante um ano, das folhas de uma árvore de Cróton que havia na frente de sua casa. De cada uma dessas folhas, ela fez desenhos monocromáticos enigmáticos que lembram o céu. María Isabel, também tirou fotos do céu em diferentes países do mundo. Como ela mesma diz, procurando algumas respostas no horizonte, lição que aprendeu com os indígenas, com muito amor e respeito. O resultado das fotos e dos desenhos é uma coincidência formal muito latente e, ao mesmo tempo, uma conexão primária com os elementos, o destino, a grandeza e a insignificância das coisas.

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Como es arriba es abajo, de Maria Isabel Rueda, es un trabajo que desarrolla en dos partes. Una de ellas es la recolección diaria, durante un año, de las hojas de un árbol de Croto que hay al frente de su casa. De cada una de estas hojas realiza enigmáticos dibujos monocromos que recuerdan el cielo. María Isabel, también hace fotos del cielo en distintos países del mundo. Como ella misma dice, buscando algunas respuestas en el horizonte, lo cual hace, aprendido de los indígenas, con mucho amor y respeto. El resultado de las fotos y los dibujos es una coincidencia formal muy latente y al mismo tiempo una conexión primaria con los elementos, el destino, la grandeza y la insignificancia de las cosas.

http://jardinpublicaciones.com/publicaciones/como-es-arriba-es-abajo/

Bücherwald

 

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Ingo Giezendanner
Bücherwald
Zurique, 2017
496 p.
b/w Offset
ISBN 978-3-905999-78-5

 

Desde 1998, Ingo Giezendanner [GRRRR] vem documentando lugares urbanos na qual viajou e viveu. Longe de Zurique sua cidade natal, suas viagens o levaram para diversas cidades, passando de Nova Iorque e Nova Orleans até Cairo, Nairóbi, Carachi e  Colombo. Por todos os lugares que viaja, Ingo captura seu entorno com caneta sobre papel. Seus desenhos foram mostrados em inúmeras revistas, livros e filmes, assim como em instalações e pinturas.

Publicado no aniversário de 100 anos da Biblioteca Central de Zurique (Zentralbibliothek Zürich).

Since 1998, Ingo Giezendanner, alias GRRRR, has been documenting the urban spaces in which he has travelled and lived. Apart from his native city of Zurich, his travels have taken him to diverse cities from New York and New Orleans to Cairo, Nairobi, Karachi and Colombo. Everywhere he travels, he captures his surroundings on location with pen on paper. His drawings have been presented in numerous magazines, books and animated films as well as in spacious installations and wallpaintings.

Published on Occasion of the 100 Year Anniversary of the Zentralbibliothek Zürich.

https://www.nieves.ch/1227/buecherwald

Tatuagens

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Edgard Braga (Maceió/AL, 1897-1985)
Tatuagens
São Paulo, Invenção, 1976
Capa + 14 lâminas dentro de pasta simples
22 x 27 cm
Fotografia: José Lins GARALDI
Projeto gráfico: Julio PLAZA
Organização de (edição): Augusto de CAMPOS, Julio PLAZA e Régis BONVICINO

 

 

Obra adquirida com apoio da Fapemig, como parte do projeto de pesquisa Livros de Artista no Brasil

 

Sebo+Biblioteca

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Fabio Morais e Marilá Dardot
Sebo+Biblioteca
São Paulo, 2016
23 x 15 cm
600 ex.
[360] p.

Sebo+Biblioteca trata-se de uma nova edição expandida de Sebo, de 2007, livro que documentava coisas achadas em livros comprados em sebos que eu e Marilá Dardot colecionávamos. Em 2016, em Sebo+Biblioteca, incluímos o que colecionamos de 2007 a 2016 e ainda uma coleção de coisas achadas dentro de livros da Biblioteca Luiz de Bessa, de Belo Horizonte.

Fabio Morais
http://fabio-morais.blogspot.com.br/

the drum

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Ulises Carrión
the drum
Geneva, Boabooks, 2016
brochura, 24 p.
10,5 x 14,4 cm
Offset
ISBN 978-2-940409-97-6

the drum

The drum is one of Ulises Carrión’s early linguistic exercises in English, originally handwritten in black ink in 1972. The artist fragments the names of musical instruments to express a sound. His attitude to poetry precluded, to a certain extent, his book The new art of making books: “The text of a book in the new art can be a novel as well as a single word, sonnets as well as jokes, love letters as well as weather reports.”

http://www.boabooks.com/books/the-drum/

Album

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Hans-Peter Feldmann
Album
Köln: Walther König, 2009
308 p.
ISBN-13: 978-3865602602

Garotas Pin-up, levantamento de peso, recortes de jornal, fotos de bebês … Hans-Peter Feldmann conta histórias com fotos. Assim, este álbum de fotos não contém nenhum texto além da página de título. Até mesmo o frontispício é uma fotografia de caixas do arquivo de imagens de Feldmann – acumuladas ao longo de muitos anos e compreendendo imagens de revistas, suplementos publicitários, livros de fotografia, cartões postais e colecionáveis. Fotos de viagens, fotos de família e fotos de amigos também desempenham seu papel. Nos últimos anos, Feldmann tornou-se cada vez mais conhecido por seus comentários sobre a forma como arquivamos as fotos, tratando o dia a dia de uma perspectiva muito pessoal. Ele procura os incidentes triviais, os momentos despercebidos e os mantém por perto. Segundo Feldmann, “as obras de arte não devem ser caras, nem únicas, mas baratas e rápidas de produzir. Uma pintura imediatamente adquire uma espécie de importância, enquanto uma foto é muito mais arbitrária, pois é muito mais fácil de jogar fora”.

Pin-up girls, weight-lifting studies, newspaper clippings, baby pictures… Hans-Peter Feldmann tells stories with pictures. Accordingly, apart from the title page, this photo album contains no text. Even the frontispiece is a photograph of boxes from Feldmann’s picture archive–amassed over many years and comprising images from magazines, advertising supplements, photography books, postcards and collectibles. Travel photos, family snapshots and pictures of friends play their part as well. In recent years, Feldmann has become increasingly noted for his commentary on the way we archive photos, sending up the everyday from a very personal perspective. He seeks out the trivial incidents, the unnoticed moments, and keeps them close at hand. According to Feldmann, “Works of art should not be expensive, nor unique, but cheap and fast to produce. A painting immediately acquires a sort of importance, whereas a photo is much more arbitrary, as it’s a lot easier to throw away.”

American English

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Richard Prince (Panamá, 1949)
American English
Koln, Walther Konig, 2003
Texto em ingles
[136] p.; il. col.;
15 x 22 cm.
Offset
1.400 ex.
ISBN: 3883757179
Em American English, o artista e colecionador de livros Richard Prince coloca lado a lado a primeira edição de livros americanos com seus colegas britânicos, fotografando os pares em ambientes individuais encenados. Uma obra para o bibliófilo e um tipo especial de história cultural do ponto de vista de um artista.
In American English, artist and book collector Richard Prince contrasts his collection of American first edition books with their British counterparts, photographing the pairings in individual staged environments. A must for the bibliophile and a special kind of cultural history from an artist’s point of view.

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Vocogramas

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fonte da imagem

Décio Pignatari (Jundiaí/SP, 1927-2012)
Vocogramas.
São Paulo; Salvador: Dimip; Código, 1985.
offset
1000 ex.
portfólio, 11 lâminas soltas
Edições Código: Erthos Albino de Souza
Lay-out e arte final: Emanuel de Melo Pimenta

Nota: exemplar com dedicatória do autor ao poeta Roberto Piva

Este poema concorreu ao prêmio literário instituído pela revista Plural, do México, correspondente a 1983, não tendo sido contemplado.

Obra adquirida com apoio da Fapemig, como parte do projeto de pesquisa Livros de Artista no Brasil